terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Ônibus podem ter biometria para controlar gratuidades

21/12/2012 - O Dia

Projeto em discussão na Câmara dos Vereadores já provoca polêmica

RIO - Um projeto apresentado na quarta-feira por 11 vereadores virou motivo de polêmica na Câmara do Rio. A proposta prevê a implantação, pelos consórcios que administram as empresas de ônibus, de um sistema de controle das gratuidades por biometria, datiloscópica ou facial. O projeto seria incluído em sessões extraordinárias do legislativo ontem, mas acabou ficando fora de pauta.

Para a oposição, caso o projeto seja aprovado, o custo da implantação do sistema refletiria no preço das passagens, já que é uma despesa não prevista no contrato de concessão assinado com a prefeitura.

A Lei Orgânica do município já assegura isenção para maiores de 65 anos, alunos uniformizados da rede pública e portadores de deficiência. Esse projeto não tem sentido algum, além de onerar os usuários dos serviços disse a vereadora Andrea Gouvea Vieira (PSDB).

Hoje, têm direito à gratuidades 333.820 idosos, 406.346 alunos da rede pública e 205.019 pessoas com deficiência. Alguns vereadores que assinaram a proposta não souberam explicar direito de quem partiu a iniciativa de propor o projeto de lei.

Essa é uma discussão antiga, para controlar melhor as gratuidades. Acho que atende ao desejo do prefeito Eduardo Paes disse o vereador Luiz Carlos Ramos (PSDC).

A prefeitura disse desconhecer o projeto, enquanto a Rio Ônibus não quis comentar o assunto.

Prefeito inaugura em Paciência mais um trecho do BRT

22/12/2012 - O Globo

O trecho inaugurado tem 4,5 quilômetros. Serão abertas quatro novas estações.

O prefeito Eduardo Paes inaugura um trecho do BRT Transoeste, entre Santa Cruz e Paciência Felipe Hanower / O Globo

RIO - O prefeito Eduardo Paes inaugurou, na manhã deste sábado, o trecho Paciência/ Santa Cruz, do BRT Transoeste. A nova linha do sistema ligará Paciência até o Recreio dos Bandeirantes. O trecho inaugurado tem 4,5 quilômetros. Serão abertas quatro estações do BRT: Cesarão I, Cesarão II, e Santa Eugênia, que vão funcionar das 05h à 01h.

Cada vez que a gente amplia a área de abrangência do BRT, é a vida das pessoas que está mudando. A população da Zona Oeste sofre há muito tempo com a dificuldade de transporte. O BRT é uma evolução na vida das pessoas disse Paes.

O cronograma de obras do trecho Santa Cruz - Campo Grande foi dividido em duas etapas e executado em um semestre. A primeira fase, inaugurada neste sábado, concentrou o trajeto de Santa Cruz até Paciência. Já a segunda etapa, prevista para o primeiro trimestre de 2013, abrange 11 quilômetros e mais 15 estações, chegando a Campo Grande.

Morador de Paciência, o garçom Antônio Carlos da Silva, de 41 anos, diz que o BRT facilitou o transporte público dos moradores da região, mas ele diz que o sistema ainda tem problemas como a superlotação.

Pego o BRT na Alvorada para voltar, mas sempre tenho que esperar por um ônibus mais vazio. Fico até 40 minutos no ponto entre a meia-noite e 03h lamentou.

Sobre a superlotação, o prefeito Eduardo Paes informou que o problema está sendo monitorado. Ele não descarta a aquisição de novos BRTs.

O primeiro BRT da cidade, a Transoeste que liga a Barra da Tijuca a Campo Grande e Santa Cruz, atende a cerca de 220 mil pessoas por dia. O corredor terá 56 quilômetros de extensão e 64 estações. Com a entrega das obras até Paciência, a Transoeste passa ter 44,5 quilômetros já em funcionamento. O investimento da prefeitura na implantação do corredor é de R$ 900 milhões.

Eduardo Paes inaugura novo trecho do BRT Transoeste em Paciência

22/12/2012 - Agência Rio

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, inaugurou neste sábado (22), o trecho "Paciência X Santa Cruz" do BRT da Transoeste, que passa pela Avenida Cesário de Melo e possui quatro novas estações: Cesarão I, Cesarão II, Cesarão III e Santa Eugênia, que funcionarão das 5h à 1h. Acompanhado do secretário municipal de Obras, Alexandre Pinto, do secretário-chefe da Casa Civil, Pedro Paulo Carvalho, do secretário de Conservação, Marcus Belchior e do subsecretário de Transportes, Alexandre Sansão, o prefeito percorreu as novas estações e falou sobre a importância do novo trecho para a população da Zona Oeste:

"Cada vez que a gente amplia a área de abrangência do BRT mudamos também a vida das pessoas. Hoje estamos inaugurando mais um importante trecho do BRT, que vai até Paciência e em breve vamos chegar até Campo Grande. Além disso, a gente tem mais três BRTs para entregar nos próximos 4 anos e dois deles vão impactar diretamente a Zona Oeste", disse o prefeito.

O trecho inaugurado tem aproximadamente 4,5 Km, liga os bairros de Santa Cruz e Paciência, na Zona Oeste, e se integra à estação de trem de Paciência, que fica ao lado do BRT Santa Eugênia. Com a extensão será possível ir de Paciência direto para o Recreio porque, além das novas estações, a nova linha de BRT atenderá as Estações Expressas/Paradoras do Mato Alto, Recreio Shopping, Gláucio Gil e Salvador Allende.

A Avenida Cesário de Melo, entre Campo Grande e Santa Cruz, tem um corredor central exclusivo para ônibus e segregado do tráfego geral, com estações de embarque. O passageiro poderá efetuar a travessia através das faixas de pedestres. Todas as estações aceitam o Bilhete Único Carioca e RioCard. O passageiro que quiser fazer o transbordo para os Ônibus Paradores do BRT TransOeste deverão, preferencialmente, trocar de ônibus em qualquer uma das estações Expressas/Paradoras situadas no bairro do Recreio dos Bandeirantes (Recreio Shopping, Gláucio Gil e Salvador Allende). Em janeiro, mais quatro estações da Transoeste serão abertas nesse trecho Paciência X Santa Cruz: Vila Paciência, Três Pontes, Cesarinho e 31 de Outubro.

Obra de expansão até Campo Grande em andamento

O cronograma de obras do trecho Santa Cruz - Campo Grande foi dividido em duas etapas e executado em um semestre. A primeira fase, que será inaugurada neste sábado, concentrou o trajeto de Santa Cruz até Paciência, com oito estações, por onde o BRT trafegará em faixa exclusiva ao longo da Avenida Cesário de Melo. A segunda, prevista para o primeiro trimestre de 2013, abrange 11 quilômetros e mais 15 estações, chegando a Campo Grande. Neste percurso, a Secretaria Municipal de Obras trabalhou duplicando o trecho de um quilômetro entre o cemitério de Campo Grande e o viaduto Alim Pedro. Também estão sendo feitas readequações no centro do bairro para receber o sistema BRT, com obras para alterações geométricas e na circulação viária.

MS

Apenas seis meses após inauguração, BRT Transoeste já apresenta sinais de fadiga

24/12/2012 - O Globo

Número de passageiros aumenta 77%, e ônibus vivem lotados

Passageiros enfrentam ônbus lotado em direção à Barra Gabriel de Paiva / O Globo
RIO - Inaugurado em 6 de junho deste ano com o objetivo de encurtar a viagem entre Santa Cruz e a Barra da Tijuca, e dar mais conforto aos passageiros, por meio de uma linha segregada, o BRT Transoeste tem cumprido sua missão apenas em parte. Nos horários de pico, sobretudo entre 5h30m e 8h, os ônibus articulados já estão lotados, lembrando o sufoco por que passam os usuários dos trens e do metrô durante o rush.

Às vezes, o ônibus está tão lotado que não há como parar nas estações para pegar mais pessoas diz um motorista sem se identificar.

Outro motorista afirma que, no horário em que as pessoas estão indo para o trabalho, a lotação está sempre esgotada.

Meu ônibus tem ficado cada vez mais cheio disse o condutor Tony Cássio.

Os usuários também se impressionam com o rápido crescimento do BRT Transoeste.

Tudo bem que os BRTs usam uma pista segregada, mas, nos anúncios da prefeitura, havia a promessa de conforto queixa-se o passageiro Edson Santos, que não vai mais de carro de Santa Cruz para o trabalho, na Barra.

Secretário municipal de Transportes, Carlos Roberto Osório diz que ajustes têm de ser feitos o mais rapidamente possível.

Essa é a vantagem do BRT. Em março, mais 12 ônibus estarão no trecho Santa Cruz-Barra. Isso seria impossível em transporte como trens e metrô. Os ônibus são fabricados no Brasil, e o prazo de entrega é de no máximo quatro meses.

Atualmente, o sistema opera com 91 ônibus articulados. A prefeitura, segundo Osório, também vai pôr ônibus para rodar exclusivamente no trecho entre o Recreio e Santa Cruz, numa tentativa de desafogar o sistema. Para isso, novos retornos terão de ser construídos.

Mas é bom deixar claro que a proposta do BRT nunca foi a de ter somente passageiros sentados. O que não pode ocorrer é o desconforto no interior do veículo afirma o secretário.

Em junho, primeiro mês de operação, com o sistema funcionando parcialmente, o Transoeste transportou 144.643 passageiros; em julho, o número pulou para 844.948; nos meses seguintes,ultrapassou a marca de um milhão: 1.308.956 (agosto); 1.210.889 (setembro); 1.569.499 (outubro) e 1.496.601 (novembro). Entre julho e novembro, o aumento foi de 77%.

Mas há outros problemas. Criado em função do BRT, o Túnel da Grota Funda já é referência de um engarrafamento diário pela manhã. Em sua saída no sentido Barra, os carros, ônibus e caminhões andam lentamente.

O motivo da morosidade é explicado por um funcionário terceirizado da CET-Rio que trabalha como operador de trânsito.

Tem um sinal logo na saída (do túnel), uma baia em que só cabem dois ônibus, e esse mesmo pedaço ainda recebe o fluxo de caminhões vindos da Serra da Grota Funda (a antiga ligação entre o Recreio e Guaratiba), já que o túnel não recebe caminhões disse o operador.

Carlos Roberto Osório disse que a prefeitura estudará se é possível aumentar não só a baia de ônibus na direção da Barra, mas também a que fica na pista sentido Campo Grande.

Acidente deixa duas pessoas feridas

Duas pessoas ficaram feridas, no início da tarde de domingo, em mais um acidente no BRT Transoeste. Elas foram atingidas por um ônibus articulado na Avenida das Américas, no Recreio dos Bandeirantes. Segundo a prefeitura, as vítimas estavam numa motocicleta que avançou o sinal próximo à Estação Gelson Fonseca. Vitor Olivetti, de 37 anos, sofreu traumatismo no tórax e não há previsão de quando terá alta do Hospital Lourenço Jorge, na Barra. Maria Pereira, de 34 anos, teve fratura num dos joelhos.

Cinco pessoas já morreram em acidentes desde que o Transoeste foi inaugurado, em junho. Somente em setembro, três acidentes aconteceram em dias consecutivos.

sábado, 22 de dezembro de 2012

Eduardo Paes inaugura novo trecho do BRT Transoeste em Paciência

22/12/2012 - Agência Rio

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, inaugurou neste sábado (22), o trecho "Paciência X Santa Cruz" do BRT da Transoeste, que passa pela Avenida Cesário de Melo e possui quatro novas estações: Cesarão I, Cesarão II, Cesarão III e Santa Eugênia, que funcionarão das 5h à 1h. Acompanhado do secretário municipal de Obras, Alexandre Pinto, do secretário-chefe da Casa Civil, Pedro Paulo Carvalho, do secretário de Conservação, Marcus Belchior e do subsecretário de Transportes, Alexandre Sansão, o prefeito percorreu as novas estações e falou sobre a importância do novo trecho para a população da Zona Oeste:

"Cada vez que a gente amplia a área de abrangência do BRT mudamos também a vida das pessoas. Hoje estamos inaugurando mais um importante trecho do BRT, que vai até Paciência e em breve vamos chegar até Campo Grande. Além disso, a gente tem mais três BRTs para entregar nos próximos 4 anos e dois deles vão impactar diretamente a Zona Oeste", disse o prefeito.

O trecho inaugurado tem aproximadamente 4,5 Km, liga os bairros de Santa Cruz e Paciência, na Zona Oeste, e se integra à estação de trem de Paciência, que fica ao lado do BRT Santa Eugênia. Com a extensão será possível ir de Paciência direto para o Recreio porque, além das novas estações, a nova linha de BRT atenderá as Estações Expressas/Paradoras do Mato Alto, Recreio Shopping, Gláucio Gil e Salvador Allende.

A Avenida Cesário de Melo, entre Campo Grande e Santa Cruz, tem um corredor central exclusivo para ônibus e segregado do tráfego geral, com estações de embarque. O passageiro poderá efetuar a travessia através das faixas de pedestres. Todas as estações aceitam o Bilhete Único Carioca e RioCard. O passageiro que quiser fazer o transbordo para os Ônibus Paradores do BRT TransOeste deverão, preferencialmente, trocar de ônibus em qualquer uma das estações Expressas/Paradoras situadas no bairro do Recreio dos Bandeirantes (Recreio Shopping, Gláucio Gil e Salvador Allende). Em janeiro, mais quatro estações da Transoeste serão abertas nesse trecho Paciência X Santa Cruz: Vila Paciência, Três Pontes, Cesarinho e 31 de Outubro.

Obra de expansão até Campo Grande em andamento

O cronograma de obras do trecho Santa Cruz - Campo Grande foi dividido em duas etapas e executado em um semestre. A primeira fase, que será inaugurada neste sábado, concentrou o trajeto de Santa Cruz até Paciência, com oito estações, por onde o BRT trafegará em faixa exclusiva ao longo da Avenida Cesário de Melo. A segunda, prevista para o primeiro trimestre de 2013, abrange 11 quilômetros e mais 15 estações, chegando a Campo Grande. Neste percurso, a Secretaria Municipal de Obras trabalhou duplicando o trecho de um quilômetro entre o cemitério de Campo Grande e o viaduto Alim Pedro. Também estão sendo feitas readequações no centro do bairro para receber o sistema BRT, com obras para alterações geométricas e na circulação viária.

MS

Prefeito inaugura em Paciência mais um trecho do BRT

22/12/2012 - O Globo

O trecho inaugurado tem 4,5 quilômetros. Serão abertas quatro novas estações.

O prefeito Eduardo Paes inaugura um trecho do BRT Transoeste, entre Santa Cruz e Paciência Felipe Hanower / O Globo

RIO - O prefeito Eduardo Paes inaugurou, na manhã deste sábado, o trecho Paciência/ Santa Cruz, do BRT Transoeste. A nova linha do sistema ligará Paciência até o Recreio dos Bandeirantes. O trecho inaugurado tem 4,5 quilômetros. Serão abertas quatro estações do BRT: Cesarão I, Cesarão II, e Santa Eugênia, que vão funcionar das 05h à 01h.

Cada vez que a gente amplia a área de abrangência do BRT, é a vida das pessoas que está mudando. A população da Zona Oeste sofre há muito tempo com a dificuldade de transporte. O BRT é uma evolução na vida das pessoas disse Paes.

O cronograma de obras do trecho Santa Cruz - Campo Grande foi dividido em duas etapas e executado em um semestre. A primeira fase, inaugurada neste sábado, concentrou o trajeto de Santa Cruz até Paciência. Já a segunda etapa, prevista para o primeiro trimestre de 2013, abrange 11 quilômetros e mais 15 estações, chegando a Campo Grande.

Morador de Paciência, o garçom Antônio Carlos da Silva, de 41 anos, diz que o BRT facilitou o transporte público dos moradores da região, mas ele diz que o sistema ainda tem problemas como a superlotação.

Pego o BRT na Alvorada para voltar, mas sempre tenho que esperar por um ônibus mais vazio. Fico até 40 minutos no ponto entre a meia-noite e 03h lamentou.

Sobre a superlotação, o prefeito Eduardo Paes informou que o problema está sendo monitorado. Ele não descarta a aquisição de novos BRTs.

O primeiro BRT da cidade, a Transoeste que liga a Barra da Tijuca a Campo Grande e Santa Cruz, atende a cerca de 220 mil pessoas por dia. O corredor terá 56 quilômetros de extensão e 64 estações. Com a entrega das obras até Paciência, a Transoeste passa ter 44,5 quilômetros já em funcionamento. O investimento da prefeitura na implantação do corredor é de R$ 900 milhões.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Passagens de ônibus sobem para R$ 2,90 a partir de 2 de janeiro

19/12/2012 - O Globo

O reajuste de 5,4% vale para os ônibus urbanos equipados sem ar-condicionado e para a frota do BRT Transoeste

RIO - A tarifa do bilhete único carioca sobe de R$ 2,75 para R$ 2,90 a partir do dia 2 de janeiro, segundo decreto do prefeito Eduardo Paes publicado na edição desta quarta-feira do Diário Oficial. O reajuste de 5,4% vale para os ônibus urbanos equipados sem ar-condicionado e para a frota do BRT Transoeste.
O cálculo da tarifa toma como base a fórmula estabelecida no contrato de concessão assinado entre os quatro consórcios que operam na cidade e a prefeitura. Na planilha de cálculos dos insumos, divulgada também nesta quarta-feira no Diário Oficial, estava previsto que o valor final da tarifa seria um valor fracionado: R$ 2,918 (6,12%). O prefeito Eduardo Paes, porém, decidiu arredondar o valor cobrado para R$ 2,90.
Os gastos com óleo diesel que representam 21% na composição do valor cobrado também contribuíram com o maior peso no reajuste já que os gastos com as empresas nesse item aumentaram 10,75% desde o último aumento. A Secretaria municipal de Transportes ainda não divulgou a tabela com os novos preços de veículos com ar e integração com outros modais.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Vans fora do Centro e da Zona Sul: categoria alerta para ônibus superlotados

06/12/2012 - O Globo

Plano da prefeitura prevê rotas mais curtas e 3.502 licenças, uma redução de 42%

Vasn transitam na noite desta quarta-feira na Avenida Francisco Bicalho, no Centro Marcelo Piu / O Globo

RIO A partir de abril do ano que vem, as vans não poderão mais circular no Centro e na Zona Sul, exceto nas comunidades da Rocinha e do Vidigal e em algumas vias da região. O anúncio foi feito na quarta-feira pelo prefeito Eduardo Paes, durante a instalação da Coordenadoria do Sistema de Transporte Público Local (STPL), até então conhecido como transporte alternativo. Guilherme Biserra, representante do Movimento em Defesa do Transporte Alternativo, afirmou que concorda com a criação da Coordenadoria do Sistema de Transporte Público Local, mas, na sua avaliação, quem sai perdendo com a restrição de áreas para o transporte alternativo é o usuário. Segundo ele, o que os sindicatos de vans querem é sentar-se à mesa com o prefeito e técnicos da prefeitura, a fim de chegar a um consenso.

Nosso clima hoje é de negociação. Mas, atualmente, há várias linhas do Centro para Campo Grande, Santa Cruz e Jacarepaguá, entre outros bairros, que são fundamentais, pois, na hora do rush, os ônibus ficam lotados para esses áreas, e não há como esses usuários irem de ônibus disse Biserra. No mais, somos a favor da licitação e da organização do sistema.

Paes disse também que o tráfego de vans será proibido nas principais vias expressas, como Avenida Brasil, Autoestrada Lagoa-Barra e linhas Amarela e Vermelha. E acrescentou que, diferentemente do que acontece hoje, as vans ficarão restritas ao interior dos bairros, alimentando os demais meios de transporte público.

Das 6.055 vans que atualmente têm autorização da prefeitura para circular, serão licitadas 3.502, o que representa uma redução de 42%. As vans legalizadas terão a mesma tarifa dos ônibus (atualmente R$ 2,75) e vão aceitar o bilhete único. Serão obrigadas a operar por turnos, inclusive à noite e de madrugada, e somente nos percursos determinados pela prefeitura.

É assim que a prefeitura entende que deve funcionar esse modal. Doa a quem doer. O que estou apresentando é o resultado de quatro anos de discussão. Portanto, não há mais o que discutir, é para cumprir. Não serão movimentos ou manifestações que irão demover o prefeito disse Paes. Já ouvi várias opiniões durante quatro anos. Falei com todo mundo, até com delinquentes.

Atualmente, segundo o prefeito, cerca de dez mil pessoas trabalham em vans. No entanto, ele garantiu que não haverá desemprego. Isso porque cada permissionário poderá cadastrar até dois auxiliares. Para o preenchimento das vagas, terão prioridade os que já têm autorização e não forem selecionados na licitação. Todos os veículos serão monitorados por GPS.

Serão licitados sete lotes, conforme divisão da cidade feita pela prefeitura. A permissão agora passa a ser individual, e não mais por cooperativas, e valerá por dez anos, prorrogáveis por mais dez. Para participar da licitação, os interessados terão que ser, obrigatoriamente, autorizados pelo subsistema Transporte Especial Complementar (TEC), que até então permitia o funcionamento das cooperativas.

É a perna do transporte público em que menos a gente conseguiu agir admitiu Paes. As autorizações existentes foram concedidas na época do jogo fácil da política.

As mudanças, no entanto, não atingem os cabritinhos (Kombis que circulam em comunidades não atendidas por transporte público).

Para fazer a ligação com outros meios de transporte, as vans da Rocinha e do Vidigal poderão passar pela Estrada da Gávea, pela Avenida Niemeyer e pelas avenidas Delfim Moreira e Borges de Medeiros. Os veículos que descem do Vidigal poderão trafegar até o Jardim de Alah.

O responsável pela coordenação do sistema é o delegado Cláudio Ferraz, que já atuou na Delegacia de Repressão às Ações do Crime Organizado e Inquéritos Especiais (Draco/IE). Ferraz trabalhará com apoio de PMs contratados por meio do convênio do Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis) e com integrantes do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público estadual. Ele anunciou que a primeira medida, a partir de janeiro, será o combate às vans piratas. Segundo Paes, Cláudio Ferraz terá status de secretário e vai se reportar diretamente ao gabinete do prefeito.

Ele está recebendo uma missão, e não um cargo. Será exercida por um período, para acabarmos com a novela que é o transporte alternativo disse Paes. Trouxe um delegado com respeito e com conhecimento na área de milícia. Para o convite, consultei a Secretaria de Segurança.

Número de piratas chega a 4 mil

Ferraz disse que vai garantir que seja cumprido o que a prefeitura determinou. Pelas contas do governo, mais quatro mil vans circulam hoje pela cidade sem autorização.

Sabemos dos problemas enfrentados pelos trabalhadores, que sofrem extorsão. O trabalho da coordenadoria contará com uma força-tarefa, que terá equipes específicas e a presença da Coordenadoria-Geral Unificada e do Detran.

Após a publicação da lista, por ordem de classificação, no Diário Oficial, os licitantes serão convocados para escolha da linha e do turno em que pretendem operar dentro de cada lote. Entre os critérios para julgamento das propostas, estão o tempo de cadastro ativo no TEC, multas ativas nos últimos 12 meses (pontuação na Carteira Nacional de Habilitação), experiência anterior na condução de veículos de transporte coletivo remunerado, tempo de habilitação, cursos e escolaridade. O cronograma da licitação, divulgado ontem, termina em 28 de março do ano que vem, último dia para assinatura dos contratos com os permissionários.


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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Vans serão proibidas de circular no Centro, Zona Sul e vias expressas a partir de abril

05/12/2012 - O Globo

Segundo prefeito Eduardo Paes, mudanças serão feitas doa a quem doer

As vans de transporte alternativo serão proibidas de circular no Centro e na Zona Sul da cidade. Na foto, vans fazem ponto no final do Leme Márcia Foletto / O Globo

RIO Ao anunciar, nesta quarta-feira, a instalação da Coordenadoria do Sistema de Transporte Público Local (STPL), até então conhecido como transporte alternativo, o prefeito Eduardo Paes disse que, a partir de abril do ano que vem, nenhuma van para transporte de passageiros poderá circular no Centro da cidade e na Zona Sul, exceto dentro das comunidades da Rocinha e do Vidigal. O tráfego de vans também será proibido nas principais vias expressas, como a Avenida Brasil e as linhas Amarela e Vermelha. O prefeito informou, ainda, que a circulação deste tipo de transporte será restrita ao interior dos bairros.

Eduardo Paes, que apresentou a coordenadoria durante coletiva no Centro de Operações Rio, frisou que essas modificações fazem parte do processo de licitação das vans que circulam na capital. De acordo com o prefeito, as alterações serão implantadas conforme planejamento da administração municipal:

É assim que a prefeitura entende que deve funcionar esse modal. Doa a quem doer. O que estou apresentando é o resultado de quatro anos de discussão. Portanto, não há mais o que discutir, é para cumprir. Não serão movimentos ou manifestações que irão demover o prefeito.

Atualmente, seis mil vans têm autorização para circular na cidade. A licitação dará permissão para apenas 3,5 mil veículos, que serão obrigados a operar por turnos, inclusive noturno, e somente nos percursos determinados pela prefeitura. As vans servirão exclusivamente para a integração aos demais tipos de transporte e terão bilhete único.

Serão licitados sete lotes, conforme a divisão da cidade feita pela prefeitura. A permissão agora passa a ser individual, e não mais por cooperativas, e terá um prazo de dez anos, prorrogáveis por mais dez. Para participar da licitação, os interessados terão que ser, obrigatoriamente, autorizados pelo subsistema Transporte Especial Complementar (TEC), que permitia a circulação das cooperativas.

É uma perna do transporte público que menos a gente conseguiu agir admitiu Paes. As autorizações existentes foram concedidas na época do jogo fácil da política.

O responsável pela coordenação é o delegado Cláudio Ferraz, que já atuou na Delegacia de Repressão às Ações do Crime Organizado e Inquéritos Especiais (Draco/IE). Ferraz, que atuará com apoio de policiais militares e também de integrantes do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público estadual, anunciou que a primeira medida será o combate às vans piratas. Segundo Paes, o cargo de Cláudio Ferraz tem status de secretário e ele se reportará diretamente ao gabinete do prefeito.

Ele (Ferraz) está recebendo uma missão, e não um cargo. Será exercido por um período para acabarmos com a novela que é o transporte alternativo acrescentou Paes. Trouxe um delegado com respeito e com conhecimento na área de milícia. Para o convite, consultei a Secretaria de Segurança.


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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Lotação Lins-Lagoa

30/11/2012 - Blog Saudades do Rio, Luiz D'

Esta fotografia do ponto final do lotação Lins-Lagoa, enviada no original pelo Helio Ribeiro, foi colorizada pelo prezado Conde di Lido.

Localizado em plena pista da Avenida Epitácio Pessoa, em frente à garagem de barcos do Botafogo, era a condução ideal para ir ao Maracanã nos anos 60. Melhor que o ônibus Grajaú, que parava mais vezes durante o trajeto.

Apesar da viagem ser longa, via Botafogo, Flamengo, Centro, Presidente Vargas, Praça da Bandeira, pegávamos os lotações vazios em seu ponto final e, muito frequentemente, em alguns modelos de lotação, íamos sentados naquela cadeira única logo na primeira linha de bancos.

No parabrisas do lotação está escrito: 28 de Setembro, Estádio, Estrada de Ferro, Carioca, Avenida, São Clemente.

O tráfego, até a abertura do Túnel Rebouças na década de 60, era tão reduzido no entorno da Lagoa que os lotações ficavam parados em plena pista, deixando apenas uma faixa de rolamento para os outros veículos provenientes do Humaitá e Jardim Botânico. Isto, de certa forma, obrigava os automóveis diminuírem a velocidade antes de enfrentar a Curva do Calombo, logo adiante.

Como já lembrou o Andre, a temida curva do Calombo ( atrás do fotógrafo), na época era muito mais perigosa que hoje, quando as duas únicas chances de os motoristas inábeis ou imprudentes evitarem a queda dentro d'água eram ser contidos pelo "Coração de Pai" ou pelo "Coração de Mãe", duas enormes casuarinas que ficavam no local.

Podemos ver, à direita, a escavação da rocha para a construção de mais um edifício naquela região.

Na primeira publicação foram feitos alguns comentários, que agora transcrevo:

No início da década de 60 a LINS-LAGOA possuía lotações MERCEDES-BENZ torpedo com carroceria METROPOLITANA, bem mais bacanas que estes bravos, porém rústicos, CHEVROLET 'Sapo' da foto. Por esta razão creio que a foto deva ser anterior a 1960.

Relembrando, os lotações foram banidos do transporte publico na época do Lacerda e ainda sobreviveram mais um pouco como transporte escolar e em linhas em locais inimagináveis.

Essas lotações não eram exclusividade de apenas uma marca. Havia Chevrolet (os da foto)e também Mercedes-Benz. Carroceria sim, a maioria que rodava no Rio era Metropolitana, com motores externos. Em geral, tinham apenas uma porta para entrada e saída, e a cobrança era feita pelo próprio motorista, tal como está ocorrendo atualmente, para que as empresas economizem com a mão-de-obra do trocador (como eram chamado nas décadas de 50-70).

Até o início dos anos 60, não era necessário ser empresário para atuar no ramo, bastava ter apenas uma lotação e obter licença para atuar numa das linhas.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Primeiro trecho do Transcarioca será inaugurado com nova ponte

Primeiro trecho do Transcarioca será inaugurado com nova ponte

24/11/2012 - O Globo

Intervenções para a passagem do BRT eliminarão sinal que causa retenções na saída da Linha Amarela na Barra

A primeira das duas pontes estaiadas do BRT Transcarioca (que ligará o Terminal Alvorada ao Aeroporto Internacional Tom Jobim) será inaugurada no fim do primeiro semestre de 2013. A ideia da Secretaria municipal de Obras é abrir a ponte junto com a entrada em operação do primeiro trecho do BRT, entre a Barra da Tijuca e a Taquara. A informação é do coordenador dos BRTs da prefeitura, Eduardo Fagundes. Segundo ele, a construção da ponte na Barra é um dos principais desafios do projeto do Transcarioca, porque a obra, junto à Avenida Ayrton Senna, está sendo feita num terreno turfoso, cujo solo é formado principalmente por materiais resultantes da decomposição de vegetais
- Primeiro, os operários tiveram que cravar estacas profundas e preencher os buracos com concreto na argila mole, antes de começar a erguer a ponte - contou Eduardo.
A expectativa é que o formato estaiado, com a instalação dos tirantes, comece nas próximas semanas. A nova ponte contará com quatro faixas de tráfego, duas das quais serão usadas para a passagem dos ônibus do BRT. As outras duas ampliarão a capacidade da Ayrton Senna no sentido Barra. Junto com a ponte, também estão sendo construídos novos retornos, reordenando o acesso entre as avenidas Ayrton Senna e Salvador Allende.
- Essas mudanças, com a liberação da ponte ao tráfego, permitirão a eliminação de um conjunto de sinais no cruzamento das duas vias. Esses sinais hoje estão entre os principais responsáveis por retenções enfrentadas na descida da Linha Amarela, na chegada à Barra, e por quem deixa Jacarepaguá e Barra da Tijuca pela Salvador Allende - explicou o engenheiro.
A ponte estaiada é a segunda grande intervenção viária entre as avenidas Ayrton Senna e Salvador Allende. Em 2006, a prefeitura reorganizou o trânsito com a construção de novos retornos nas imediações da Vila do Pan. A mudança evitou que os motoristas que deixavam a Salvador Allende para a Linha Amarela tivessem que seguir até o retorno na altura do Via Parque.



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Sem retorno

Sem retorno

24/11/2012 - O Globo

Mais de 300 operários trabalham no trecho do mergulhão Billy Blanco, perto do Hospital Lourença Jorge, na Barra. Investimento de R$ 60 milhões, terá 480 metros. Vai substituir todos os retornos da avenida Ayrton Senna, em 2013, informa a SMO. É parte do BRT Transcarioca.


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Viação Excelsior

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Simulador de ônibus articulado é destaque no Rio de Janeiro

20/11/2012 - Gazeta do Povo

O Brasil recebeu neste mês o primeiro simulador de ônibus articulado. O equipamento, fabricado na Espanha, foi uma das atrações mais visitadas da FetransRio, feira bienal de ônibus que aconteceu no início do mês no Rio de Janeiro, juntamente com a Etransport – Congresso Sobre Transporte de Passageiros.

Com volante robusto e poltrona que balança a cada curva, o modelo tem imagens em 3D e para brincar com ele é preciso ter carteira de motorista. No simulador, o motorista percorre um trajeto existente no mundo real, incluindo as características físicas da pista e de suas imediações.

"Nossa ideia é fazer o motorista usar o simulador para mostrar trechos onde os acidentes são mais comuns e as práticas que ele precisa evitar, num processo contínuo de capacitação", explica Lélis Marcos Teixeira, presidente da Fetranspor. Você pode conferir um vídeo do simulador em funcionamento clicando neste link.

Fonte: Gazeta do Povo


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Cariocas vão usar relógio de pulso para pagar passagem

22/11/2012 - O Dia

Aparelho, que terá chip do RioCard embutido, deverá ser comercializado ano que vem

POR FRANCISCO EDSON ALVES

Rio - A partir do ano que vem, usuários de meios de transporte público no Rio poderão pagar suas passagens usando um relógio de pulso que terá chip do RioCard.

Atualmente, 200 aparelhos estão sendo testados por voluntários em ônibus, trens, barcas, vans e no metrô. Os testes começaram em 2010 e devem se encerrar em 2013.

O equipamento, desenvolvido pela empresa austríaca Laks — pioneira em soluções de pagamento via relógio —, usa um dispositivo microeletrônico parecido com o que é usado nos celulares.

Tecnologia é a mesma do cartão, comunicando-se com o validador da passagem por radiofrequência | Foto: Reprodução de Vídeo

Ainda não há uma data certa para que comece a comercialização do relógio em larga escala, mas a Fetranspor adianta que a intenção é que a nova tecnologia esteja disponível para os grandes eventos esportivos que se aproximam, como a Copa das Confederações no ano que vem, a Copa do Mundo de 2014, e as Olimpíadas de 2016.

Pelo projeto, o relógio poderá ser recarregado pela internet ou em qualquer um dos mais de 1,2 mil endereços de recarga.

No sistema de bilhetagem eletrônica instalado nos meios de transportes, o débito dos valores das tarifas será efetuado em menos de um segundo, como ocorre com o cartão.

Há dois anos, durante o seminário Sistemas Inteligentes de Transportes, o executivo da RioCard, Edmundo Fornasari, já havia adiantado que o público jovem será o principal alvo da novidade.

O fabricante estuda a confecção de modelos masculinos e femininos de relógio, em diversas cores.

Para comprar ingresso

O relógio com chip que funciona como vale-transporte é usado em vários outros países e com outras funções. Em 2009, foi meio de pagamento dos ingressos para o jogo final da Liga dos Campeões, que aconteceu em Roma, na Itália.

O mecanismo é utilizado para pagamentos de passagens nos transportes públicos de Xangai, na China, uma das cidades mais movimentadas do mundo.

Nos Estados Unidos, o relógio também serve como cartão de crédito, função que poderá estar disponível também no relógio RioCard. Ao todo, os relógios Laks já têm mais de 17 milhões de usuários em todo o mundo.


Dentro do relógio, há um chip semelhante ao de telefone celular que é lido pelo validador do meio de transporte a uma distância de até 5 cm. A leitura ocorre em menos de um segundo. Pesa 20 gramas e
é resistente a água | Foto: Reprodução

Aqui no Rio, o acessório terá a mesma tecnologia de transmissão de dados do RioCard. Os cartões smartcard funcionam por radiofrequência, comunicando-se com o equipamento que faz a leitura dos cartões, o validador, para débito da passagem e liberação da roleta ou recarga de créditos.

Hoje, o Rio de Janeiro tem 2,5 milhões de usuários diários de ônibus, 390 mil de trens, 645 mil de metrô e um milhão de passageiros de vans. A maioria utiliza RioCard.



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BRT vai ganhar mais ônibus na frota

22/11/2012 - O Dia

Rio - O BRT Transoeste, vai ganhar 12 ônibus nos próximos quatro meses. A frota passará dos atuais 91 veículos para 103 veículos neste período.

O Rio Ônibus, que administra a frota, quer criar dois novos serviços para possibilitar maior frequência de saída dos terminais Santa Cruz e Alvorada.

O primeiro serviço começa em dezembro e sairá de Santa Cruz com destino ao Recreio, fzendo o retorno entre as estações Salvador Allende e Barra Sul. Para o segundo, que estará em operação em janeiro, a saída será do terminal Alvorada e o retorno será feito junto à estação Mato Alto.


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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Antes da Câmara aprovar projeto, prefeito do Rio de Janeiro já criou a estação BRT Golfe Olímpico

21/11/2012 - Jornal do Brasil

Projeto na Câmara quer transformar terreno verde na Barra em hotéis e campo de golfe

Estação do BRT já construída pela prefeitura do Rio
créditos: Divulgação

A polêmica envolvendo a construção de um campo de golfe e de um complexo hoteleiro na Praia da Reserva (Zona Oeste) ganhou novo episódio hoje. Enquanto o prefeito Eduardo Paes defendia a aprovação dos projetos dizendo que a cidade sairá ganhando, um grupo de manifestantes reuniu-se na porta do Itanhangá Golf Club para protestar contra os dois empreendimentos.

Curiosamente, o prefeito ainda defende a aprovação dos projetos que permitirão a construção do mega campo de golfe. Mas, sua certeza com relação à abertura desta área de esporte é tanta que já existe - embora ainda permaneça fechada - a estação do BRT chamada Golfe Olímpico. A questão que Paes parece não se preocupar é que este terreno continua sendo motivo de litígio judicial.

Apesar disto tudo, o prefeito nesta terça-feira garantiu que "o Rio sai ganhando com o novo campo de golfe e com o resort". Segundo ele, "as pessoas tem mania de dizer que não se pode construir em Áreas de Preservação Ambiental (APA). Mas pode sim, só que com ressalvas", explicou, tentando minimizar o fato de o terreno onde o complexo será construído pertencer à APA de Marapendi.

A área deste suposto campo de golfe tem cerca de um milhão de metros quadrados, e fica na beira da Avenida das Américas. Ela é motivo de uma antiga briga judicial entre a Elmway Participações Ltda. do auditor da Receita Federal Vanildo Pereira da Silva e o conhecido grileiro de terra, Pasquale Mauro. É com Pasquale e a empresa RJZ Cyrela que o prefeito negociou o uso do terreno para o campo de golfe.

Pelo projeto de Lei enviado à Câmara de Vereadores para aprovação, uma área de 58 mil metros quadrados, hoje considerada Zona de Conservação da Vida Silvestre (ZCVS), será liberada para o campo de golfe. No mesmo projeto, como contrapartida à cessão da área para o campo de golfe, o prefeito propôs a mudança do gabarito de forma a permitir a construção de 22 espigões com 22 andares cada um para serem explorados pela Cyrela e o italiano. A questão é que a Elmway, através do seu advogado, Sérgio Antunes Lima Junior já anunciou que tem outros planos para o terreno. Ou seja, ela ganhando a disputa judicial, o campo de golfe não se torna realidade.

Apesar de o projeto ainda estar em tramitação, sem data prevista para ser votado, a estação de Bus Rapid Transit (BRT) já está prontam, com placa na porta. Situada em frente ao terreno em questão chama-se 'Estação Golfe Olímpico'. Aliás, o terreno de tão grande, margeia duas estações. A segunda delas é a do condomínio Rio Mar.

Vereador protesta
Um grupo de jovens se reuniram na porta do Itanhangá Golf Club, na manhã desta terça-feira (20), para protestar contra a construção do campo de golfe na região da Área de Proteção Ambiental do Marapendi e do resort Hyatt, na Praia da Reserva.

"O Rio de Janeiro já tem dois campos de golfes. E o tradicional é o de Itanhangá, que poderia perfeitamente ser adaptado para os jogos. Havia inclusive interesse de responsáveis pelo esporte internacional de bancar as obras, mas, a Copa do Mundo e as Olimpiádas justificam tudo o que o Paes quer fazer no Rio de Janeiro", lamentou Renato Cinco, eleito vereador pelo PSOL em outubro último.

O empreendimento do grupo hoteleiro Hyatt prevê quatro prédios de seis pavimentos com um total de 436 apartamentos, além de dois condomínios residenciais de luxo com outras 80 unidades com preços que variam entre R$ 2,6 milhões e R$ 40 milhões.

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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Orla do Leblon se prepara para ter 4 novos pontos de ônibus

19/11/2012 - O Globo

Espaços já recebem sinalização. Funcionamento vai começar no sábado

Adaptação . Ciclistas e pedestres passeavam ontem pela orla do Leblon desviando das obras dos pontos de ônibus Pedro Kirilos
RIO - Para as pessoas que circularam ontem pela orla do Leblon, o dia foi de adaptação aos novos pontos de ônibus construídos ao longo da ciclovia da Avenida Delfim Moreira, entre os postos 11 e 12. A novidade faz parte das intervenções para o início das obras da Linha 4 do metrô. Até sábado, a maioria dos moradores ainda não sabia o motivo das obras. Ontem, no entanto, a Secretaria municipal de Transportes providenciou a instalação de placas com os dizeres Desvio provisório - Implantação de pontos de ônibus temporários. Metrô Linha 4. O secretário municipal de Transportes, Carlos Roberto Osório, explicou que os novos pontos de ônibus quatro no total estão sendo construídos porque, a partir de sábado que vem, não haverá circulação de linhas na Avenida Ataulfo de Paiva.

Usamos parte da ciclovia para construir pontos de ônibus. Mas, para o ciclista não ficar sem seu espaço, estendemos a ciclovia para o calçadão, que em determinados trechos fica menor explicou Osório.

O secretário disse que, ao longo desta semana, serão pintados de vermelho os traçados da ciclovia, instaladas as placas indicativas das linhas de ônibus e implantados os mobiliários para demarcar as áreas dos novos pontos. A Secretaria de Transportes definirá ainda se o mobiliário será coberto ou não.

Todo o trecho vai ficar muito bem sinalizado, com pinturas no chão e placas informativas. Além disso, em cada um dos quatro pontos de ônibus vamos dispor de um monitor uniformizado para tirar dúvidas dos passageiros e orientar os ciclistas a transitar em baixa velocidade afirmou o secretário.

Vicente Quinderi Falcão, de 29 anos, empresário e morador da região, disse que uma boa sinalização será importante para quem transita pela orla, sobretudo para os ciclistas:

Eu uso esta ciclovia praticamente todos os dias, porque moro na Gávea e venho de bicicleta ao Leblon, onde eu trabalho. Aqui vai ficar uma bagunça se não estiver bem sinalizado, principalmente no verão.

Segundo o subsecretário de Transportes, Joaquim Monteiro de Carvalho, caso o espaço para a circulação de pessoas no calçadão seja insuficiente, há a possibilidade de construção de um deck provisório na areia nas áreas ocupadas pelos pontos de ônibus.

Ainda de acordo com Joaquim, a intenção da secretaria é incentivar a utilização de bicicletas no bairro. Por isso, bicicletários provisórios, com vagas para até dez bicicletas, serão instalados ao longo das vias do Leblon:

Escolhemos locais priorizando prédios comerciais, restaurantes, galerias, shoppings e cinemas. Os bicicletários foram desenhados no formato de R, de Rio, e serão instalados em breve. Queremos que as obras do metrô incentivem os moradores a usar a mobilidade a seu favor, e a bicicleta é um dos principais meios neste caso.

Osório adiantou que para o verão há a possibilidade de aumentar o número de bicicletas da Bike Rio nas estações da Zona Sul e do Centro.



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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Insegurança leva passageiros a dormirem dentro de rodoviária

Insegurança leva passageiros a dormirem dentro de rodoviária

16/11/2012 - O Globp

Consórcio Novo Rio prepara espaço que poderá abrigar a futura sede de UOP

Cochilo desconfortável. Espremido num banco, o pedreiro Mauro César Souza dorme à espera do ônibus para o Piauí: passageiros improvisam de madrugada na rodoviária Fernando Quevedo / O Globo

RIO Moradores de rua, usuários de drogas, iluminação precária e sujeira são alguns dos problemas que compõem, no entorno da Rodoviária Novo Rio, um cenário nada convidativo para quem opta por deixar a cidade de ônibus em feriadões como o que começou na quinta-feira. O quadro de abandono já mexe até nos hábitos de passageiros: quem viaja nas horas antes do amanhecer agora procura chegar cedo e dorme improvisadamente em bancos ou em cima de malas dentro do terminal. Em levantamento realizado há cerca de um mês, o Consórcio Novo Rio detectou que 82% das reclamações de usuários dizem respeito a questões ligadas à falta de segurança na região. À frente das obras na área que será conhecida como Porto Olímpico, a concessionária responsável pelo projeto de revitalização da Zona Portuária prepara um espaço que poderá abrigar a futura sede de uma Unidade de Ordem Pública (UOP).

Já está quase pronta uma sede temporária para essa unidade nas proximidades da Cidade do Samba. A partir do ano que vem, vamos trabalhar no terreno que abrigará o Porto Olímpico e que terá uma grande sede definitiva para ser usada pela prefeitura perto da rodoviária adiantou o presidente da Concessionária Porto Novo, José Renato Ponte.

Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria Especial de Ordem Pública (Seop), a prefeitura ainda estuda se será instalada uma UOP ou uma inspetoria comum da Guarda Municipal no local.

Até carrinho improvisado como cama

Na madrugada de ontem, a quantidade de pessoas dormindo na rodoviária à espera dos ônibus dava ao terminal uma cara de hotel improvisado. Com viagem para Paraty programada para as 3h, a gerente Juliana Jatobá, de 33 anos, improvisou uma cama. Pegou um carrinho para bagagens, colocou sua mochila como encosto e deitou. Essa foi a maneira mais confortável que ela encontrou para esperar o tempo passar. Viajando sozinha, ela preferiu chegar horas antes da partida do seu ônibus por medo da violência na região.

Eu prefiro chegar cedo por causa da violência. A região em que fica a rodoviária é muito perigosa contou Juliana, que ainda reclamou da falta de estrutura do terminal para receber pessoas que precisam ficar bastante tempo no local. O conforto aqui é zero.

As dezenas de pessoas que se espremem nos bancos também têm outros motivos para dormir na rodoviária, mas preferem se arriscar pouco do lado de fora. Traídos pela cultura brasileira de deixar tudo para a última hora, os pedreiros José Henrique de Souza, de 25 anos, e Mauro César Souza, de 36, esperaram 11 horas e 13 horas, respectivamente, para embarcar. Os amigos terminaram uma construção na Barra da Tijuca e seguiam para suas terras natais, Aracaju, em Sergipe, e Teresina, no Piauí. Eles chegaram à Novo Rio às 20h, para viajar nos ônibus das 22h e 23h, mas não havia mais passagens. Precisaram esperar até a manhã para iniciar a viagem.

Até deitamos no chão para descansar um pouco, mas o segurança mandou que levantássemos. Tentei dormir aqui neste banco de ferro, mas não consegui. E fiquei com dor no corpo contou Mauro César, que ficará pelo menos dois dias dentro do ônibus.

No levantamento feito pelo Consórcio Novo Rio, entre os 82% de reclamações relacionadas à insegurança no entorno, as principais queixas ficaram por conta de viciados em crack, táxis piratas, cambistas de passagens, prostituição e assaltos. O consórcio não quis, porém, comentar esses problemas. Sobre a segurança interna, explicou que faz o monitoramento com 55 câmeras que gravam 24 horas por dia todas as instalações do terminal, além dos 17 homens da segurança patrimonial e a presença de patrulhamento dos policiais do Posto de Policiamento em Áreas Turísticas da PM.

A Guarda Municipal explicou que monta esquemas especiais nos feriados. Ontem e no próximo dia 20, por exemplo, um efetivo de 26 homens foi programado para atuar 24 horas, em turnos, nas vias próximas à rodoviária, como Avenida Francisco Bicalho, Avenida Rodrigues Alves e Rua Equador. A assessoria de imprensa da PM informou que atua com o posto de policiamento e que são realizadas rondas constantes em todo o entorno da Novo Rio. Durante os seis dias deste feriado prolongado, são esperados cerca de 403 mil passageiros no terminal. Haverá 13.334 ônibus disponíveis, incluindo um esquema com 2.500 horários extras.

Iluminação e calçadas novas

Intervenções urbanísticas no entorno da Rodoviária Novo Rio estão sendo realizadas pela concessionária Porto Novo e devem começar a ser inauguradas nos próximos meses. O trecho da Via Binária que passará atrás do terminal será inaugurado até maio, com postes de iluminação a LED e fiação subterrânea, além de calçadas em granito. Está prevista ainda a construção de uma praça a cerca de 300 metros da rodoviária, como explicou o presidente da Concessionária Porto Novo, José Renato Ponte:

Essa área receberá prédios que vão abrigar os árbitros e parte da mídia durante as Olimpíadas. O entorno da rodoviária ganhará importância ao se tornar a porta de entrada para a Região Portuária, após a demolição da Perimetral.


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Lagoa

Postado por SAUDADES DO RIO em 16/11/2012 07:36

VISTA DA JANELA
A foto de hoje, um repeteco, mostra a visão da praça que existia em frente ao Corte do Cantagalo.

Vê-se a pista da Av. Epitácio Pessoa, ainda não duplicada, em frente à curva da Rua Gastão Bahiana, com um ônibus e um lotação das raras linhas que serviam à Lagoa.

Ao fundo, junto ao Corte do Cantagalo, a Praça Corumbá, ainda com poucas casas (uma delas do Senador Filinto Muller) e muita mata.

No cruzamento, complicado, do Corte, ficava o posto de gasolina Ipiranga.

Nesta época, de pouco movimento de veículos na Lagoa, já que não existia o Túnel Rebouças e, também, não estava terminada toda a avenida que contornaria a Lagoa (entre o Flamengo e o Piraquê) neste trecho só passavam três linhas de ônibus: uma era a Rocinha-Mourisco, via Corte; outra a Ipanema-Estrada de Ferro, também via Corte; e a Jacaré-Ipanema, que fazia ponto final na Praça Corumbá, mas não cruzava o Corte (ía e voltava por Ipanema).

Quanto aos lotações, somente duas linhas: a Largo do Machado-Ipanema, circular, e a Estrada de Ferro-Ipanema.

A linha Lins-Lagoa, ideal para se ir ao Maracanã, não passava por aqui - fazia ponto final junto da garagem de barcos do Botafogo, pouco antes da Curva do Calombo.

Posteriormente, o lotação Largo do Machado-Ipanema foi substituído pelo ônibus elétrico do mesmo nome, já abordado em http://fotolog.terra.com.br/luizd:55

A bela e grande praça em frente ao Corte do Cantagalo seria destruída para construção do Viaduto Augusto Frederico Schmidt.

Junto da margem da lagoa, todo carnaval, era construído um palco para bailes infantis.

Também ali eram realizados espetáculos de fogos de artifício, geralmente patrocinados por Abrahão Medina, dono do "Rei da Voz".

Ao fundo, a pedreira (duas vezes por dia soava uma sirene e o trânsito era interrompido por cerca de 10 minutos para as explosões de dinamite).

sábado, 10 de novembro de 2012

Reciclagem

08/11/2012 - O Globo

Mais de seis mil metros cúbicos de material fragmentado vão pavimentar a faixa do BRT da Estrada da Ilha do Governador. São entulho da implosão da Rheem Química, em Benfica. Vão gerar economia de R$ 250 mil, estima a Secretaria municipal de Obras.


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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

No Rio, Secretário de Transportes vai aumentar frota de ônibus BRT

07/11/2012 - RJTV

Diante de várias reclamações de passageiros a respeito do BRT Transoeste, que liga o bairro de Santa Cruz à Barra da Tijuca, o novo secretário municipal de Transportes, Carlos Roberto Osório, disse, na manhã desta terça-feira (6), que vai realizar melhorias no sistema. Segundo ele, o sistema deve receber mais coletivos.

"A solução é aumentar a frota. Já na semana que vem teremos cinco novos ônibus sendo agregados ao sistema e também exigimos que a concessionária também contrate a construção de mais 12, num prazo de até quatro meses", conta.

Os usuários reclamam que nos horários de grande movimentação os coletivos ficam lotados e as estações têm grandes filas de acesso, como na estação Pingo d'Água, em Guaratiba. No local, os passageiros contam que há duas filas: uma para quem quer ir em pé e outra para quem prefere viajar sentado, como mostrou o RJTV.

O secretário Carlos Roberto Osório admite que o sistema tem problemas. "Está muito claro que, no horário de pico, o BRT Transoeste, está tendo mais passageiros do que o previsto inicialmente para esse trecho."

O BRT Transoeste foi inaugurado há cinco meses, com o objetivo de reduzir pela metade o tempo de percurso entre a estação inicial e a terminal, além de oferecer conforto aos passageiros.

Informações: RJTV



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sábado, 27 de outubro de 2012

Governo do Rio inaugura linha do BRT Transoeste até dezembro

24/10/2012 - Portal 2014

Novo itinerário vai ligar a Barra da Tijuca a Campo Grande, na zona oeste da capital fluminense

Em funcionamento desde junho deste ano, o BRT (Bus Rapid Transit) Transoeste liga a Barra da Tijuca ao bairro de Santa Cruz, na zona oeste do Rio de Janeiro, por meio de 40 km de corredores exclusivos. Mas até o final do ano, a prefeitura do Rio pretende entregar a linha que vai conectar a Barra a Campo Grande, também na zona oeste.

Ao todo, então, serão 56 km de via expressa ligando Barra da Tijuca a Santa Cruz e Campo Grande. Atualmente, o serviço beneficia cerca de 120 mil passageiros, que tiveram seu tempo de viagem diminuído em aproximadamente uma hora. A Transoeste, de uma forma geral, está orçada em R$ 900 milhões, toda ela paga com recursos da Prefeitura do Rio.

Sistema de corredores de ônibus
Além desta linha, a única que está parcialmente concluída, o governo aposta em outros corredores de BRT programados para os megaeventos na capital fluminense (Copa e Olimpíada), ainda em construção ou em fase de projeto.

Com uma faixa segregada de 39 km de extensão, a Transcarioca será o primeiro corredor de alta capacidade entre a Barra da Tijuca e o Aeroporto Internacional, na Ilha do Governador.

As obras, que não apresentaram evolução em relação ao último mês, têm investimento total de R$ 1,5 bilhão, compartilhado entre governo federal e município, com prazo de conclusão para dezembro de 2013.

O mesmo acontece com a Transolímpica, cujas obras também não apresentaram novidades desde o último levantamento. Com 23 km de extensão, o corredor unirá os bairros do Recreio dos Bandeirantes e Deodoro.

Cerca de 400 mil pessoas serão beneficiadas e o tempo de percurso será diminuído em mais de uma hora. A Transolímpica custará R$ 1,55 bilhão e o seu financiamento virá em parceria com a iniciativa privada através de concessão, com previsão de término para fim de 2015.


Estação do BRT Transoeste, que agora ganha novo itinerário (crédito: Prefeitura do Rio/Divulgação)
Ainda em fase de captação e sem previsão de início das obras, a Transbrasil será o corredor expresso da avenida Brasil, desde Deodoro até o aeroporto Santos Dumont, passando também pelas avenidas Presidente Vargas e Francisco Bicalho. Assim que forem iniciadas, as obras deverão durar 36 meses.

Com 32 km de extensão, esta linha exclusiva de ônibus provavelmente terá a maior demanda entre todos os BRTs já projetados e implantados no mundo, de acordo com a prefeitura do Rio, pois irá conectar o sistema a corredores de elevadíssima demanda, como as rodovias federais BR-116 (Rio-São Paulo) e BR-040 (Rio-Juiz de Fora). Além disso, terá conexões com a Transcarioca e a Transolímpica. O usuário também poderá efetuar integração com o metrô e o trem.

Fazem parte do projeto, ainda, a construção de pontes e viadutos, o alargamento das pistas laterais da av. Brasil entre Irajá e Guadalupe e a construção de um mergulhão de acesso ao aeroporto Santos Dumont, preservando o patrimônio paisagístico do Aterro do Flamengo.

Estas obras estão orçadas em R$ 1,3 bilhão. O governo federal deve financiar R$ 1,129 bilhão e a prefeitura entrará com R$ 171 milhões de contrapartida. A licitação está prevista para 2013.

VLT adia edital de licitação para novembro
A mobilidade no Rio não avança apenas sobre pneus. Sobre trilhos, uma das principais novidades na malha de transporte da cidade é o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) da zona portuária, parte integrante do projeto de revitalização daquela área, o Porto Maravilha.

As obras para receber o VLT já estão em curso, com algumas ruas da região sendo reformadas e preparadas para a implantação do novo sistema. E o túnel ferroviário localizado sob o Morro da Providência, de 314 metros, por onde passará os trens, foi todo reformado e ampliado.

A obra para a implantação do VLT só começará após o contrato de licitação para a escolha da concessionária responsável também pela operação do serviço. Devido à necessidade de uma adequação, o edital sairá apenas em novembro e não mais em outubro. Após avaliar as propostas das empresas interessadas, o resultado da concorrência deve sair em 45 dias, até o meio de dezembro.

O projeto do VLT prevê a construção de duas linhas até 2014, beneficiando a cidade já para a Copa de 2014, e outras quatro para 2016. O custo é de R$ 1,1 bilhão, sendo que R$ 582 milhões virão do governo federal, via PAC da Mobilidade.



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Governo do Rio inaugura linha do BRT Transoeste até dezembro

24/10/2012 - Portal 2014

Novo itinerário vai ligar a Barra da Tijuca a Campo Grande, na zona oeste da capital fluminense

Em funcionamento desde junho deste ano, o BRT (Bus Rapid Transit) Transoeste liga a Barra da Tijuca ao bairro de Santa Cruz, na zona oeste do Rio de Janeiro, por meio de 40 km de corredores exclusivos. Mas até o final do ano, a prefeitura do Rio pretende entregar a linha que vai conectar a Barra a Campo Grande, também na zona oeste.

Ao todo, então, serão 56 km de via expressa ligando Barra da Tijuca a Santa Cruz e Campo Grande. Atualmente, o serviço beneficia cerca de 120 mil passageiros, que tiveram seu tempo de viagem diminuído em aproximadamente uma hora. A Transoeste, de uma forma geral, está orçada em R$ 900 milhões, toda ela paga com recursos da Prefeitura do Rio.

Sistema de corredores de ônibus
Além desta linha, a única que está parcialmente concluída, o governo aposta em outros corredores de BRT programados para os megaeventos na capital fluminense (Copa e Olimpíada), ainda em construção ou em fase de projeto.

Com uma faixa segregada de 39 km de extensão, a Transcarioca será o primeiro corredor de alta capacidade entre a Barra da Tijuca e o Aeroporto Internacional, na Ilha do Governador.

As obras, que não apresentaram evolução em relação ao último mês, têm investimento total de R$ 1,5 bilhão, compartilhado entre governo federal e município, com prazo de conclusão para dezembro de 2013.

O mesmo acontece com a Transolímpica, cujas obras também não apresentaram novidades desde o último levantamento. Com 23 km de extensão, o corredor unirá os bairros do Recreio dos Bandeirantes e Deodoro.

Cerca de 400 mil pessoas serão beneficiadas e o tempo de percurso será diminuído em mais de uma hora. A Transolímpica custará R$ 1,55 bilhão e o seu financiamento virá em parceria com a iniciativa privada através de concessão, com previsão de término para fim de 2015.


Estação do BRT Transoeste, que agora ganha novo itinerário (crédito: Prefeitura do Rio/Divulgação)
Ainda em fase de captação e sem previsão de início das obras, a Transbrasil será o corredor expresso da avenida Brasil, desde Deodoro até o aeroporto Santos Dumont, passando também pelas avenidas Presidente Vargas e Francisco Bicalho. Assim que forem iniciadas, as obras deverão durar 36 meses.

Com 32 km de extensão, esta linha exclusiva de ônibus provavelmente terá a maior demanda entre todos os BRTs já projetados e implantados no mundo, de acordo com a prefeitura do Rio, pois irá conectar o sistema a corredores de elevadíssima demanda, como as rodovias federais BR-116 (Rio-São Paulo) e BR-040 (Rio-Juiz de Fora). Além disso, terá conexões com a Transcarioca e a Transolímpica. O usuário também poderá efetuar integração com o metrô e o trem.

Fazem parte do projeto, ainda, a construção de pontes e viadutos, o alargamento das pistas laterais da av. Brasil entre Irajá e Guadalupe e a construção de um mergulhão de acesso ao aeroporto Santos Dumont, preservando o patrimônio paisagístico do Aterro do Flamengo.

Estas obras estão orçadas em R$ 1,3 bilhão. O governo federal deve financiar R$ 1,129 bilhão e a prefeitura entrará com R$ 171 milhões de contrapartida. A licitação está prevista para 2013.

VLT adia edital de licitação para novembro
A mobilidade no Rio não avança apenas sobre pneus. Sobre trilhos, uma das principais novidades na malha de transporte da cidade é o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) da zona portuária, parte integrante do projeto de revitalização daquela área, o Porto Maravilha.

As obras para receber o VLT já estão em curso, com algumas ruas da região sendo reformadas e preparadas para a implantação do novo sistema. E o túnel ferroviário localizado sob o Morro da Providência, de 314 metros, por onde passará os trens, foi todo reformado e ampliado.

A obra para a implantação do VLT só começará após o contrato de licitação para a escolha da concessionária responsável também pela operação do serviço. Devido à necessidade de uma adequação, o edital sairá apenas em novembro e não mais em outubro. Após avaliar as propostas das empresas interessadas, o resultado da concorrência deve sair em 45 dias, até o meio de dezembro.

O projeto do VLT prevê a construção de duas linhas até 2014, beneficiando a cidade já para a Copa de 2014, e outras quatro para 2016. O custo é de R$ 1,1 bilhão, sendo que R$ 582 milhões virão do governo federal, via PAC da Mobilidade.



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terça-feira, 16 de outubro de 2012

Cidade Maravilhosa se rende ao ônibus expresso

14/10/2012 - Gazeta do Povo

Palco da final da Copa de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, o Rio de Janeiro passa por uma revolução tardia no seu sistema de transporte público. A capital fluminense está implantando o BRT (sigla para Bus Rapid Transit ou Ônibus de Trânsito Rápido), que se caracteriza pela utilização de vias exclusivas para ônibus e estações de pré-embarque, como em Curitiba.

Em operação há dois meses, o TransOeste corta a Barra da Tijuca em uma extensão de 40 quilômetros – a previsão é de 56 km até o fim do ano. Há faixas de ultrapassagem nos corredores, as estações são todas climatizadas e há dois tipos de linha operando: as expressas, que seguem sem parar em vários pontos, e as chamadas "paradoras", que pegam passageiros em todos os terminais – o que permite, na primeira opção, que as viagens entre dois pontos extremos sejam mais rápidas. A aceitação dos passageiros, por enquanto, é boa: 70 mil pessoas utilizam o TransOeste diariamente e 90% delas afirmam estar satisfeitas com o serviço.

A previsão da Secretaria Municipal de Transportes é ampliar o BRT em mais três eixos até 2016, num total de 150 quilômetros de vias exclusivas – em Curitiba são 81 quilômetros. Só a TransBrasil, eixo de 31 quilômetros que ligará o bairro Deodoro ao Aeroporto Santos Du mont, passando pela Avenida Brasil, terá capacidade de transportar 900 mil pessoas por dia.

O secretário de Transportes do Rio, Alexandre Sansão, falou ontem à Gazeta do Povo durante a 15.ª Etransport, congresso que discute os rumos e tendências do transporte público no país e no mundo. Para Sansão, uma das tendências apontadas no evento este ano, não por acaso, é justamente a consolidação do BRT como um meio de transporte de massa, capaz de fazer frente, inclusive, à demanda atendida hoje em muitas cidades pelo metrô.

Curitiba, que foi sinônimo de inovação ao implantar o BRT na década de 70, agora aposta as suas fichas no metrô, opção que ainda está longe de ser unanimidade. Há um embate hoje, no país, entre esses dois modais?

Não vejo a coisa dessa forma, de optar por um ou outro. Aqui, no Rio, desenhamos nossa rede de BRT para ser integrada à rede metroviária que já existia e que está em expansão [as linhas 1 e 2 do metrô carioca tem 36,2 quilômetros e atendem cerca de 700 mil passageiros/ dia. A previsão é ampliar essa capacidade para 1,2 milhão de passageiros/dia no próximo ano, com a aquisição de 19 novos trens]. Depende muito do que você quer para a cidade, da região que você está implantando o modal, da característica da sua demanda. Não sei se é essa a discussão em Curitiba, mas onde já existe o BRT, eu esperaria mais para tomar a decisão de mudar de modal. Investiria na modernização do sistema, com pistas de ultrapassagem, por exemplo, e linhas expressas que ultrapassem as paradoras [linhas que param em todos os pontos]. Assim, você multiplica sua capacidade e o sistema tem uma vida útil maior. Já estamos fazendo o BRT no Rio com essas condições.

A implantação do BRT no Rio e em outras cidades, como Belo Horizonte, pode mudar essa concepção ainda vigente de que o metrô é a única opção de transporte de massa?

Nos anos 1970 e até nos anos 1980, ninguém falava em um outro meio de transporte urbano que não fosse metrô. Quando o sistema nos anos 80 ganhou inovações técnicas que permitiram que ele passasse a ser um sistema de alta capacidade em outras cidades, como o Transmilênio em Bogotá, se quebrou um paradigma.

Um dos eixos do BRT carioca, o Transbrasil, tem uma demanda estimada de 900 mil passageiros por dia – número até maior do que a demanda do metrô do Rio. Haverá de fato capacidade e estrutura para chegar a esse número?

É possível sim porque na Avenida Brasil não há cruzamentos, o BRT terá duas faixas, uma em cada sentido, e linhas expressas diretas ou paradoras. Combinando tudo isso, se consegue atingir essa capacidade. O Transmilênio, na Colômbia, já está atendendo um número próximo a isso.

Mesmo com a modernização do transporte público, hoje é muito difícil o motorista deixar o carro em casa e partir para o ônibus. Como cativar esse público?

Entre os usuários de carro, há dois tipos. O cativo, que não abre mão da individualidade e do conforto, mesmo se você colocar um helicóptero expresso, e há aquele que pode mudar de pensamento, tendo uma boa opção à mão. Com um modal público expresso de alta capacidade, os condutores vão poder escolher. No Rio, se 20% dos usuários de carros partirem para o transporte coletivo, o trânsito vai melhorar muito. O que já vale a pena.


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domingo, 7 de outubro de 2012

Ônibus anfíbio para turistas faz viagem de teste no Rio

07/10/2012 - O Globo

Primeiras voltas são só por terra pela cidade, para singrar no Atlântico — ou melhor, na Baía de Guanabara — ainda faltam algumas autorizações da Marinha

RIO - Aula de biologia: anfíbios são animais marcados por dois ciclos de vida, um na água e outro em terra. Na Segunda Guerra Mundial, os americanos usaram esse conceito para criar os DUKW, caminhões da GMC adaptados para transportar tropas na terra ou no mar. A batalha acabou e os anfíbios mudaram de função e de nome (viraram Duck, pato em inglês). Hoje, são vistos levando turistas em grandes cidades do mundo.
Agora, essa onda chega ao país, no projeto Duck Tour Brasil. Os empresários Marcelo Almeida, Lucas Toledo e Paulo Vasconcellos criaram esquetes, fizeram uma miniatura e botaram na água. O modelo funcionou — com uma carga equivalente a dez vezes seu peso— e a ideia recebeu sinal verde de um engenheiro naval.
Depois de dois anos e meio de trabalho em uma fábrica em São Paulo, o Duck Copacabana desembarcará neste sábado no Rio para dar suas primeiras voltas (só por terra) pela cidade. Para singrar no Atlântico — ou melhor, na Baía de Guanabara — ainda faltam algumas autorizações da Marinha.
Montado sobre um chassi de ônibus Mercedes ano 1972, o Copacabana tem tração 6x6 e motor seis cilindros de 180cv para superar terra e mar. Um sistema de leme eletro-hidráulico foi criado para o projeto. O acionamento é feito por meio de um joystick, como de videogame, no lado direito do painel.
— O leme não é fixo como os dos Ducks estrangeiros. Assim, conseguimos praticamente girar em torno do próprio eixo — diz Paulo.
Outro desafio foi respeitar não uma, mas duas legislações diferentes (e exigentes). É que o anfíbio precisa de autorização do Contran para andar em terra, e da Capitania dos Portos para entrar na água. Por esse motivo, o ônibus-barco tem desde tacógrafo até rádios comunicadores e coletes salva-vidas, equipamentos obrigatórios para cada situação.
O roteiro do passeio ainda está em aberto. A ideia é que o Duck pegue os 28 passageiros na Praia Vermelha, perto da estação do bondinho. De lá, o anfíbio seguirá por terra para o Clube Guanabara, onde entrará na baía.
Na terra, o Duck é dirigido por um motorista com carteira D. Ao entrar na água, quem assume o comando é um marinheiro categoria "auxiliar de convés", como manda a lei.
A ideia é fazer um trajeto marítimo curto, nas águas abrigadas da Baía de Guanabara: saída pela enseada de Botafogo, ida até o início do Aterro do Flamengo e, depois, o retorno margeando a mureta da Urca.
De volta ao clube, o veículo seguirá por terra para Copacabana. Do Posto 6, o Duck voltará ao ponto de partida. Nos domingos e feriados, quando a Avenida Atlântica tem um pista fechada, o percurso será mais curto.
O passeio completo, de uma hora e meia, custará R$ 98. Já o trajeto de domingo, de uma hora, sairá por R$ 78. Crianças e idosos pagarão meia entrada.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Mudanças em traçados de BRTs reduzem número de desapropriações

02/10/2012 - O Globo

Uso de áreas públicas pelos corredores expressos também diminui remoções.

O BRT Transoeste que deverá ter um total de 35 desapropriações formais Domingos Peixoto / O Globo

RIO - A implantação de corredores de BRT já custou à prefeitura quase R$ 109 milhões em dois anos somente com desapropriações de imóveis nas zonas Norte e Oeste da cidade. Nos últimos dois anos, foram concluídos 992 processos de desapropriação, de um total que pode chegar a 2.735 imóveis formais nos BRTs Transolímpico, Transoeste e Transcarioca. Os números não incluem as remoções em comunidades irregulares, que já somam 758 imóveis. Para diminuir o ritmo das desapropriações e remoções, a prefeitura tem revisto os traçados dos corredores Transolímpico e Transcarioca, em implantação, fazendo modificações pontuais e negociando com órgãos públicos o uso de áreas governamentais, em vez de terrenos privados.

O projeto com maior número de desapropriações até agora é o Transcarioca, com 887 casos já liquidados, somando R$ 111,8 milhões, segundo dados do Rio Transparente, portal de prestação de contas das despesas do município. O projeto previa, inicialmente, um total de 3.600 desapropriações, mas modificações de traçado reduziram esse número à metade, podendo diminuir ainda mais, de acordo com a Secretaria municipal de Obras. A mais expressiva mudança ocorreu em Olaria, onde o corredor passaria pela Estrada Engenho da Pedra e agora atravessará parte da Rua Uranos, por exigência do Instituto Estadual do Ambiente (Inea). Por conta disso, o trecho 2 do corredor (entre a Penha e o Aeroporto Internacional Tom Jobim) teve o número de desapropriações reduzido de 750 para 500 casos.

Do total de desapropriações já pagas do Transcarioca, pouco mais da metade R$ 59,7 milhões foi usada no pagamento de 463 desapropriações amigáveis. Outros R$ 52,1 milhões foram depositados no Fundo Especial do Tribunal de Justiça, para pagamento de 424 processos em que proprietários questionam os valores das indenizações fixados pelo município. Para a implantação do corredor, foram removidas ainda 132 casas no Largo do Campinho; na comunidade Guaxima, em Madureira; e na Penha Circular. A Secretaria municipal de Habitação não divulga os valores gastos com as remoções, informando apenas que as famílias foram reassentadas através da aquisição assistida de imóveis ou do projeto Minha Casa, Minha Vida. Houve casos ainda de inclusão no aluguel social. Previstas para ficarem prontas em dezembro do ano que vem, as obras atravessam algumas das principais vias das zonas Norte e Oeste, como a Rua Cândido Benício, que corta os bairros da Taquara e Campinho, e a Avenida Ministro Edgard Romero, em Madureira. Nessas vias, o ritmo das demolições para o Transcarioca é acelerado, com dezenas de imóveis postos abaixo.

No corredor Transolímpico, que ligará os bairros de Deodoro e Barra da Tijuca, as obras atravessarão duas instalações militares na Zona Norte. O projeto executivo está sendo detalhado pela Secretaria de Obras e prevê o uso de parte dos terrenos da Escola de Cavalaria do Exército, na Vila Militar, e do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap) da Polícia Militar, em Sulacap, onde deverá ser demolido um estande de tiro. A cessão desses terrenos está sendo negociada para diminuir o número de desapropriações no trecho de Magalhães Bastos e Sulacap do corredor. Também nesse espírito, outros trechos estão sendo revisados pela prefeitura. A meta é ficar abaixo das 1.188 desapropriações previstas num estudo preliminar dos 23 quilômetros de traçado, feito em 2011. O Estudo e o Relatório de Impacto Ambiental (EIA-Rima) da obra previam um número ainda maior de remoções, que poderiam chegar a 2.009 imóveis residenciais e 163 comerciais.

Iniciadas em julho, as obras do Transolímpico deverão ficar prontas até dezembro de 2015. O número certo de remoções só deverá ser conhecido em dezembro, quando o projeto executivo ficar pronto.

O EIA-Rima usa uma metodologia de cálculo de impacto de uma obra, por isso prevê uma faixa de uso maior, no caso de cem metros de largura, para o corredor. Calcula-se o número de possíveis remoções com base nisso. Mas não quer dizer que vão ocorrer. O detalhamento da obra já definiu que a faixa territorial da obra será de 30 metros de largura. O estudo feito em 2010 já apontava menos desapropriações. Mas esse número será ainda menor. No exercício diário de detalhamento do projeto executivo, a preocupação é evitar ao máximo as desapropriações explica o secretário municipal de Obras Alexandre Pinto.

Somente em Magalhães Bastos e Sulacap, o estudo feito há dois anos previa a desapropriação de 143 imóveis no primeiro bairro e 114 no segundo. De acordo com o secretário de Obras, em Magalhães Bastos, a negociação com o Exército amenizará o impacto da obra na Rua Salustiano Silva o projeto original previa desapropriações ao longo de quase toda a via. Com o corredor passando dentro da área militar, não haverá mais remoções no local.

Em Sulacap, na Avenida Marechal Fontinelli, onde a prefeitura já iniciou a construção de um viaduto do Transolímpico, modificações do traçado diminuíram de 30 para dois o número de imóveis desapropriados, livrando da remoção uma vila de casas. A prefeitura publicou, em setembro, um decreto desapropriando o Motel Caravellas e o terreno de uma construtora, que fica ao lado. Os dois imóveis ficam em frente ao Cfap da PM, por onde o corredor vai passar. O Comando Militar do Leste informou ao GLOBO que só deverá se manifestar em uma semana. Já a PM confirmou as negociações.

Perto dali, na Estrada do Catonho, outros dois imóveis foram desapropriados pelo mesmo decreto: o Posto de Gasolina Leroiz e uma casa de família. Os dois terrenos ficam ao lado de uma área rural que já havia sido desapropriada em julho para as obras do Transolímpico. Ali, nas imediações do Cemitério Jardim da Saudade, deverá ser construída a praça do pedágio do corredor e o emboque do túnel do Engenho Velho, um dos dois que serão perfurados para a via expressa.

Outro trecho do Transolímpico que sofreu modificações foi em Jacarepaguá. O traçado deverá passar numa área da Colônia Juliano Moreira. Com isso, diz o secretário, o número de desapropriações nas estradas do Guerenguê e do Outeiro Santo diminuirá. Somente no Outeiro Santo, o estudo de 2011 previa 402 desapropriações. O levantamento previa ainda outras 152 na Taquara, 24 no Condomínio Bosque do Paradiso e 353 em Curicica.

Na Estrada do Outeiro Santo, devemos praticamente zerar o número de desapropriações. No Guerenguê, ainda teremos algumas. Teremos o número certo quando o projeto executivo ficar pronto explica Alexandre Pinto, ressaltando que as desapropriações deverão ganhar ritmo no ano que vem. A maior parte das desapropriações deverá acontecer no segundo semestre de 2013. A estratégia é atacar primeiro as frente de obras maiores, com pontes e viadutos. Depois, faremos a terraplenagem.

No Transoeste, já foram gastos R$ 7,5 milhões em desapropriações nos últimos dois anos. Segundo o Rio Transparente, em 2012 foi pago um total de R$ 1,3 milhão em dez desapropriações amigáveis e outros 12 processos que correm no Tribunal de Justiça. Em 2011, foram gastos R$ 6,2 milhões em outros dez processos que acabaram em discussão judicial. O total de desapropriações formais do Transoeste deverá chegar a 35, de acordo com a Secretaria de Obras. O corredor, contudo, é responsável pelo maior número de remoções até agora, com 626 famílias reassentadas. Elas viviam em comunidades às margens sobretudo da Avenida das Américas.


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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Inauguração da Transoeste marca uma nova fase no transporte carioca

02/06/2012 - Cidade Olímpica

Primeira fase do corredor expresso para BRTs terá 40km de extensão e 35 terminais de parada para ônibus articulado, o Ligeirão

O Rio está prestes a viver uma nova fase no transporte de massa com a inauguração da Transoeste. A primeira fase do corredor expresso para BRTs (Bus Rapid Transit) que vai ligar Santa Cruz ao Terminal Alvorada, na Barra da Tijuca, terá 40km de extensão e 35 estações de parada para o Ligeirão, o ônibus articulado do BRT.

- Nesta primeira fase, 31km do corredor expresso serão de faixa segregada, somente para os ônibus articulados. Nela, o BRT terá duas pistas exclusivas, sendo uma de ida e outra de volta. Os outros 9km serão de faixa compartilhada com outros veículos, porém com estações, onde os ônibus vão parar separados – explicou Eduardo Fagundes, engenheiro da Secretaria Municipal de Obras.

Uma das grandes estrelas da primeira fase da Transoeste, o túnel da Grota Funda, que possui 1100 metros de extensão, vai mudar a rotina de quem precisa atravessar a Serra da Grota Funda para ir e voltar do trabalho. Graças a ele, o tempo de travessia, que antes era de meia hora, passará a ser de dois ou três minutos, sendo proibido o tráfego de caminhões, que continuarão a utilizar a Serra para se deslocar.

- Por ser o primeiro túnel que liga toda a Zona Oeste, estamos apostando muito no crescimento de lugares como Pedra de Guaratiba, Ilha de Guaratiba e Sepetiba, que agora estarão ainda mais próximos ao Recreio e à Barra da Tijuca – afirmou Fagundes.

A economia diária de tempo não se restringe somente ao túnel da Grota Funda. Segundo Fagundes, os testes que já vêm sendo feitos com os ônibus do Ligeirão mostraram que, da estação do Magarça, em Guaratiba, até o terminal Alvorada, na Barra, foram gastos apenas 30 minutos, no ônibus expresso. Por esses testes, calcula-se que o passageiro que vier do Terminal de Santa Cruz em um ônibus expresso, parando em apenas quatro estações, vai levar cerca de 40 minutos para chegar ao Terminal Alvorada. Para otimizar esse tempo, os passageiros poderão escolher entre dois tipos de viagem: em ônibus expressos ou paradores. O primeiro vai parar apenas em quatro estações, no trecho entre Santa Cruz-Terminal Alvorada: Estrada da Matriz/Mato Alto, Glaucio Gil, Salvador Allende e Recreio Shopping, além do Terminal Alvorada e Terminal Santa Cruz.

O outro modelo é o parador, que como o próprio nome já diz, fará paradas em todas as estações ao longo dos quase 40km da Transoeste. Para facilitar o acesso às estações, os passageiros contarão com as chamadas linhas alimentadoras, que servirão para levar os passageiros que moram em locais distantes aos terminais do BRT.

Para que o sistema possa fluir com rapidez, várias obras foram feitas ao longo do percurso Barra-Santa Cruz, como uma ponte sobre o Rio Piraquê, em Guaratiba, que aumentou o número de pistas de duas para seis, incluindo as duas do BRT. Entre Guaratiba e Santa Cruz foi construída uma faixa de ciclovia, que correrá paralela ao corredor do BRT, facilitando a vida dos moradores da região que utilizam a bicicleta como meio de transporte, para ir e voltar das estações, que serão equipadas com bicicletário.

Para facilitar a travessia, todas as estações do BRT Transoeste contarão com travessias semaforizadas. De acordo com Fagundes, o sinal vai ter um controlador e o ônibus, um sistema adaptativo que vai dar prioridade a ele. Para realizar este controle, a Transoeste terá um Centro de Controle Operacional exclusivo, que vai monitorar, 24 horas por dia, tudo o que acontece no corredor exclusivo. Assim, se um ônibus enguiçar, por exemplo, os controladores saberão e, imediatamente, acionarão o sistema de reboque, com motocicletas que farão a sinalização da via e um reboque responsável pela retirada do ônibus enguiçado.

- Os primeiros 30km de faixa segregada possuem 55 aberturas, chamadas de by pass. Se o ônibus pifar, a partir das câmeras instaladas ao longo do sistema, funcionários chegarão em um tempo estabelecido de seis minutos, sinalizarão e os ônibus que vêm logo atrás deixarão o corredor expresso no último by pass antes do acidente, trafegando pela pista de rolamento até que se consiga retirar o ônibus no próximo by pass. Essa operação deve durar entre 15 e 20 minutos, de acordo com testes realizados – disse Fagundes.

O corredor expresso BRT significará uma mudança de paradigma no sistema de transporte público de massa, como afirma Eduardo Fagundes. E a Transoeste é apenas o primeiro passo. No futuro, quem precisar se deslocar pelo Rio de Janeiro poderá contar com um sistema que vai aliar velocidade e segurança, "formando uma rede de transporte que vai mudar a vida das pessoas que precisam pegar ônibus".

- No futuro vamos interligar a Barra à Linha 4 do Metrô, para que o passageiro possa chegar ao Centro. Depois vamos ligar a Transoeste à Transcarioca, chegando ao Galeão; o passageiro também vai poder pegar a Transbrasil e chegar ao Centro, onde ele terá acesso a metrô e trem. Ou seja, essa nova rede vai deixar não só o transporte muito mais ágil e seguro, mas também vai fazer com que as pessoas ganhem tempo e, com isso, qualidade de vida – finalizou o engenheiro

Fonte: Cidadeolimpica.com

Transoeste vai mudar 26 linhas

02/06/2012

BRT irá desativar cinco linhas de ônibus e reduzir percurso de outras 21. Sistema será implementado em quatro fases. Ônibus terão 140 lugares

Com o novo corredor expresso de ônibus BRT Transoeste, 26 linhas municipais sofrerão alterações.

Cinco deixarão de existir e 21 terão seus circuitos reduzidos. O objetivo é formar percursos que liguem diferentes trajetos às novas estações do sistema.

O BRT, que vai ligar a Barra da Tijuca a Santa Cruz e Campo Grande, começará a funcionar de forma gradua.Para que a população possa se acostumar com as
mudanças, estão sendo distribuídos folhetos com as novas regras e linhas. Além disso, antigos itinerários podem continuar operando por algumas semanas
após o início do sistema.

A primeira linha que deixará de circular logo na primeira fase será a 882 (Santa Cruz-Barra). Já a atual 460S, que hoje sai de Itaguaí e vai até a Barra, terá seu itinerário reduzido,parando em Curral Falso,em Santa Cruz.

Ao todo, serão quatro fases até o sistema chegar a Campo Grande.O BRT contará com um ônibus próprio com capacidade para 140 passageiros, quatro portas do lado esquerdo e sem roleta.Os motoristas terão microfones para comunicação a um centro de controle, em caso de emergência, e uma tela com a imagem de uma
câmera na traseira para auxiliar a dar ré.

Nesta semana, fiscalização da prefeitura coibiu veículos pesados na pista central da avenida das Américas. A proibição valerá para o Túnel da Grota Funda.

Além da 882 (Santa CruzBarra), as linhas 876 (Vila Kennedy-Alvorada), 877 (Campo Grande-Alvorada),897 (Pingo D'Água-Alvorada) e SP870 (Praia do Cardo-Bangu) também serão extintas.

Já as linhas que terão seus percursos reduzidos são: 857, 858, SV858, 870,SV870, 871, 872, 873, 883,878, 891, 896, 387, 853,SV853, 854, SV854, 882,
460S, 855 e 879. Com o sistema de BRT Transoeste, pretende-se reduzir o tempo de deslocamento de 120min para 60min entre a Barra da Tijuca e Santa Cruz.

60 de tempo do deslocamento da Barra da Tijuca até Santa Cruz e Campo Grande, com a implantação do BRT.

Prefeitura do Rio dá início às obras da Transcarioca

17/07/2012 - Agência Rio

Corredor exclusivo para ônibus articulados ligará a Barra da Tijuca ao Aeroporto Internacional, passando por Penha e Madureira e reduzindo em mais de 60% o tempo gasto no trajeto

A Prefeitura do Rio, através da Secretaria Municipal de Obras, dará início nesta quinta-feira (17/03) às intervenções para a implantação do BRT (Bus Rapid Transit) Transcarioca. Trata-se do corredor exclusivo para ônibus articulados que vai ligar a Barra da Tijuca ao Aeroporto Internacional Tom Jobim e terá 39 quilômetros de extensão. O pontapé inicial das obras será nas ruas Cândido Benício e Domingos Lopes, onde técnicos da SMO trabalham na construção do mergulhão do Campinho.

Outras frentes de trabalho também serão abertas nos próximos dias, como o viaduto de Madureira e o mergulhão da Avenida Ayrton Senna. Junto com a Transoeste (Jardim Oceânico/Santa Cruz/Campo Grande) – já em construção – e a Transolímpica (Recreio dos Bandeirantes/Deodoro), a Transcarioca faz parte do conjunto de obras viárias da Prefeitura para preparar a cidade para os Jogos Olímpicos de 2016, sendo um importante legado para todos os cariocas.
O corredor expresso conta com um investimento total de R$ 1,3 bilhão e a construção dos dois lotes será concluída em três anos. A Transcarioca será o primeiro corredor de transporte de alta capacidade no sentido transversal da cidade, reduzindo em mais de 60% o tempo gasto no trajeto entre a Barra da Tijuca e a Ilha do Governador, passando por importantes bairros da Zona Norte - como Madureira e Penha.

As intervenções incluem também uma faixa segregada ao BRT, que vai permitir a integração física e tarifária com os outros modais (trem, metrô e ciclovias) ao longo da via. Com isso, o uso da frota e o tempo das pessoas serão otimizados, trazendo maior economia, qualidade de vida e novas oportunidades para toda a região. Esse sistema integrado de transporte atenderá cerca de 400 mil passageiros por dia.
Ao todo serão 45 estações, três terminais para embarque e desembarque de passageiros, nove pontes, três mergulhões, dez viadutos, duplicação de pistas e projetos de urbanização das áreas adjacentes. Para executar a obra, a SMO dividiu a licitação em dois lotes.

PRIMEIRO LOTE - O primeiro lote da Transcarioca, com 28 quilômetros, terá a construção iniciada pelo mergulhão que será construído no Campinho. Neste lote, a via vai passar pelos bairros Barra da Tijuca, Jacarepaguá, Curicica, Taquara, Tanque, Praça Seca, Campinho, Madureira, Vaz Lobo, Vicente de Carvalho, Vila da Penha, Penha. Além da ampliação da via, a obra do Lote 1 inclui sete pontes, dois mergulhões na Barra (um na altura do 'Cebolão' da Avenida Ayrton Senna e outro na Avenida Via Parque), quatro viadutos, uma passagem inferior e a urbanização da área adjacente. O custo deste lote é de R$ 798,4 milhões.

SEGUNDO LOTE - O segundo lote contempla o traçado entre o bairro da Penha e o aeroporto. Estima-se que a construção desse traçado receba investimento de R$ 548,3 milhões. São 11 quilômetros de extensão, prevendo a construção de oito obras de arte (duas pontes e seis viadutos): viaduto sobre linha férrea em Olaria, viaduto em arco estaiado sobre Avenida Brasil, viaduto sobre a Avenida Brigadeiro Trompowski, ponte sobre o Canal do Cunha e Linha Vermelha, ponte estaiada sobre Baía de Guanabara (ligação Fundão/Ilha do Governador), viaduto sobre a ponte nova do Galeão, viaduto sobre Estrada do Galeão e viaduto sobre a Avenida 20 de Janeiro.

O trajeto se inicia no início do Largo da Penha, seguindo pela Rua Monsenhor Alves Rocha, Rua Ibiapina, Rua Uranos, Estrada Engenho da Pedra, Rua Ismael Rocha, Rua Sargento Peixoto, Avenida Brigadeiro Trompowski, um binário (na altura do Fundão) pelas avenidas Um e Vinte e Quatro, seguindo pela Avenida Vinte e Nove, Estrada do Galeão e Avenida 20 de Janeiro.

- Conheça os quatro trechos de obras do primeiro lote:

. O primeiro é constituído pelo Terminal Alvorada, Avenida Ayrton Senna e Avenida Embaixador Abelardo Bueno, em uma extensão aproximada de 5 km. Nesse trecho serão construídas duas passagens inferiores sob a Avenida das Américas (dois mergulhões) na Avenida Ayrton Senna e uma ponte sobre a Lagoa de Jacarepaguá. Neste trecho, além do Terminal Alvorada, haverá cinco estações (Lourenço Jorge, Via Parque, Pólo Cine Vídeo, Hospital Sarah, Autódromo).

. O trecho 2 tem extensão de 7 km e começa na Estrada Coronel Pedro Correia, seguindo até o final da Estrada dos Bandeirantes. Nesse trecho serão construídas dez estações (Pedro Correia, Curicica, Praça do Bandolim, Arroio Pavuna, Schering, Comandante Guaranys, Gusmão Lobão, Merck, André Rocha e Largo da Taquara).

. No trecho 3, de 7,5 km, o trajeto passa pela Avenida Nelson Cardoso, Rua Cândido Benício, Rua Domingos Lopes, Rua Guaxima e Viaduto Negrão de Lima, que será duplicado. Haverá, ainda, um mergulhão, para ligação da Rua Cândido Benício à Rua Domingos Lopes e dez estações (Marechal Bevilaqua, Praça Araci Cabral, Largo do Tanque, Albano, Praça Seca, Capitão Menezes, Pinto Teles, Largo do Campinho, Madureira e Mercadão).

. O último trecho é formado pela Avenida Ministro Edgard Romero, Avenida Vicente de Carvalho e Avenida Brás de Pina. São 8,5 km até o Terminal da Penha, com onze estações (Otaviano, Vila Queiroz, Largo de Vaz Lobo, Marambaia, Vicente de Carvalho, Praça Aquidauana, Lafaiete, Pedro Taques, Praça do Carmo, Guaporé e Cajá). Será construído um viaduto sobre a Linha 2 do metrô, na altura de Vicente de Carvalho.



Marcelo Almirante
69 - 9985 7275