quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Viação Paredense (intermunicipal) em 1955



quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Viação Taquara em 1955


Quando operava micro-ônibus, com capacidade para 24 passageiros sentados e 15 em pé.



sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

terça-feira, 21 de novembro de 2017

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

BRT afirma que tem prejuízo de R$ 1,4 milhão por mês com vandalismo, mas não tem data para fim de trecho na Transoeste

10/11/2017- Bom Dia Rio

De acordo com a representante do consórcio, os problemas na área de segurança são mais graves do que a administração do sistema poderia resolver.

BRT Transoeste terá estações fechadas

O consórcio que administra o BRT Transoeste afirma que tem um prejuízo de cerca de R$ 1,4 milhão por mês para consertar objetos depredados em estações e ônibus. Eles afirmam que quase ninguém paga passagem na Avenida Cesário de Melo. Assim, 22 estações serão desativadas no trecho entre Santa Cruz e Campo Grande.

“Nós vamos encerrar as operações em todo o eixo da Avenida Cesário de Melo, que vai de Curral Falso até o Terminal Campo Grande”, explicou Suzy Ballousier, gerente de Relações Institucionais do BRT-Rio.

De acordo com a representante do consórcio, os problemas na área de segurança são mais graves do que a administração do sistema poderia resolver.

“A gente tem que entender que existem diferentes problemas relacionados à segurança. A segurança prevista no contrato é uma segurança patrimonial. A gente chega e vê esse pessoal uniformizado tomando conta, ajudando na organização das estações do BRT. Mas é tiro, é incêndio. Isso não é uma questão patrimonial, isso é uma questão de segurança pública e os nossos apelos têm sido nesse sentido”, destacou Suzy.

A desativação das estações ainda não tem data, segundo o BRT. Mas de acordo com a representante, isso poderia acontecer em dias ou semanas. A gerente de Relações Institucionais do sistema mais uma vez afirmou que as empresas de transporte estariam em crise e disse que a Secretaria Municipal de Transportes foi notificada várias vezes.

“O que você tem reparado que as linhas alimentadoras estão deixando de circular, isso é por causa da crise das empresas. O BRT não tem frota, ela é das empresas. Na medida em que a gente não recebe a frota suficiente, nós temos dificuldade de operar o sistema inteiro. Nós estamos operando no limite dos ônibus”, afirmou Suzy Ballousier.

A representante do BRT afirmou ainda que aguarda a Secretaria Municipal de Transportes entrar em contato com as empresas de ônibus e sugira alternativas para o sistema.



terça-feira, 31 de outubro de 2017