terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Perimetral: ônibus intermunicipais já circulam em novo trajeto

10/11/2013 - Jornal do Brasil

Todas as linhas de ônibus intermunicipais com destino à Praça Mauá, Castelo, Passeio e Praça XV já circulam pelo trajeto paralelo (Binário II), deixando de operar pela Avenida Rodrigues Alves. Desde o dia 3 de novembro, as linhas intermunicipais com destino ao Terminal Américo Fontenelle já utilizavam o trajeto paralelo.

O trajeto paralelo faz a ligação da Avenida Rodrigues Alves à Praça Mauá, ao Terminal Rodoviário Padre Henrique Otte, ao Túnel Santa Barbara e ao Terminal Rodoviário Américo Fontenelle, na Central do Brasil. Essa medida faz parte do plano de fechamento do Elevado da Perimetral.

Mudança no itinerário das linhas de ônibus

1. As linhas municipais 483 e 2101 e as demais linhas intermunicipais, que circulavam na Perimetral, no trecho compreendido entre a Avenida General Justo e o Viaduto do Gasômetro, deverão permanecer praticando os seguintes itinerários:

A) com destino ao Centro ou à Zona Sul (sentido Avenida General Justo): …, Viaduto do Gasômetro, nova alça de descida junto à Rodoviária Novo Rio, nova Via Binário do Porto (Rua Equador, Rua da Gamboa, Rua Arlindo Rodrigues, Via B1), Avenida Venezuela, Rua Sousa e Silva, Avenida Rodrigues Alves, nova alça de acesso à Perimetral, Perimetral, Avenida General Justo.

B) com destino à Ponte Rio-Niterói ou à Avenida Brasil (sentido Viaduto do Gasômetro): …, Avenida General Justo, Perimetral, alça de descida junto à Praça Mauá, Avenida Rodrigues Alves, Avenida Rio de Janeiro.

2. As linhas municipais, que têm pontos finais no Terminal Rodoviário Urbano Padre Henrique Otte, deverão permanecer praticando os seguintes itinerários:

 A) com destino ao Terminal Padre Henrique Otte:

 ? provenientes do Túnel João Ricardo (linhas 110, 111, 126, 128, 129, 170, 173, 178): …, Túnel João Ricardo, Rua Rivadavia Correia, Rua da Gamboa, Rua da União, Praça Santo Cristo, Rua Professor Pereira Reis, Avenida Cidade de Lima, nova Via D1, Rua General Luiz Mendes de Morais, Terminal Padre Henrique Otte

? provenientes da Praça Mauá / Rua do Livramento (linhas 127, 172): …, Praça Mauá, Avenida Rodrigues Alves, Avenida Barão de Tefé, Rua Sacadura Cabral, Rua do Livramento, Rua Rivadavia Correia, Rua da Gamboa, Rua da União, Praça Santo Cristo, Rua Professor Pereira Reis, Avenida Cidade de Lima, nova Via D1, Rua General Luiz Mendes de Morais, Terminal Padre Henrique Otte

? proveniente da Praça Mauá / Rua Professor Pereira Reis (linha 190): …, Praça Mauá, Avenida Rodrigues Alves, Avenida Barão de Tefé, Rua Sacadura Cabral, Rua do Livramento, Rua Rivadavia Correia, Rua da Gamboa, Rua da União, Praça Santo Cristo, Rua Professor Pereira Reis, Avenida Cidade de Lima, nova Via D1, Rua General Luiz Mendes de Morais, Terminal Padre Henrique Otte

? provenientes da Avenida Francisco Bicalho (linhas 133, 136, 301, 302, 305, 353, 606): …, Avenida Francisco Bicalho, Rua Comandante Garcia Pires, Rua Santo Cristo, Terminal Padre Henrique Otte

? provenientes da Avenida Brasil, via Linha Amarela (linhas 181, 303, 339): …, Avenida Brasil, alça de acesso para a Avenida Francisco Bicalho, Rua Comandante Garcia Pires, Rua Santo Cristo, Terminal Padre Henrique Otte

B) com destino à Zona Sul

? via Rua da América / Túnel Rebouças (linha 110): Terminal Padre Henrique Otte, Rua Santo Cristo, Praça Santo Cristo, Rua da América, Avenida 31 de Março, …

? via Avenida Francisco Bicalho / Túnel Rebouças (linha 111): Terminal Padre Henrique Otte, Rua Santo Cristo, Praça Santo Cristo, Rua Professor Pereira Reis, Via Trilhos, Rua Equador, Rua General Luiz Mendes de Morais, Viaduto Engenheiro Paulo de Souza Reis, ...

? via Túnel Santa Bárbara (linhas 126, 129,173): Terminal Padre Henrique Otte, Rua Santo Cristo, Praça Santo Cristo, Rua da América, Avenida 31 de Março, …

? via Avenida Venezuela / Praça Mauá (linhas 127, 170,190): Terminal Padre Henrique Otte, Rua Santo Cristo, Praça Santo Cristo, Rua da América, Rua Barão da Gamboa, Rua da Gamboa, Rua Pedro Ernesto, Praça Coronel Assunção (Praça da Harmonia), Rua Antonio Lage, Avenida Venezuela, Praça Mauá, Avenida Rio Branco, ...

? via Túnel João Ricardo / Praça Mauá (linhas 128,172): Terminal Padre Henrique Otte, Rua Santo Cristo, Praça Santo Cristo, Rua da América, Rua Senador Pompeu, Rua Bento Ribeiro, Túnel João Ricardo, Rua Rivadavia Correia, Rua da Gamboa, Rua Pedro Ernesto, Praça Coronel Assunção (Praça da Harmonia), Rua Antonio Lage, Avenida Venezuela, Praça Mauá, Avenida Rio Branco, ...

? via Rua da América / avenida marechal floriano (linha 178): Terminal Padre Henrique Otte, Rua Santo Cristo, Praça Santo Cristo, Rua da América, Rua Senador Pompeu, Rua Visconde da Gávea, Avenida Marechal Floriano, ...

? via Avenida Francisco Bicalho (linhas 133, 136): Terminal Padre Henrique Otte, Rua General Luiz Mendes de Morais, Viaduto Engenheiro Paulo de Souza Reis, …

C) com destino às Zonas Norte ou Oeste

? via Avenida Francisco Bicalho (linhas 301, 302, 305, 353, 606): Terminal Padre Henrique Otte, Rua General Luiz Mendes de Morais, Viaduto Engenheiro Paulo de Souza Reis, …

? via Avenida Brasil / Linha Amarela (linhas 181, 303, 339): Terminal Padre Henrique Otte, Rua General Luiz Mendes de Morais, Praça Dinah de Queirós, Avenida Francisco Bicalho (pista lateral), agulha de acesso para a pista central, Avenida Francisco Bicalho (pista central), Viaduto do Gasômetro, ...

3. A linha municipal 444 deverá permanecer praticando os seguintes itinerários:

A) com destino à Zona Sul (via Túnel Santa Bárbara): …, Avenida Brasil, alça de acesso para a Avenida Francisco Bicalho, Avenida Francisco Bicalho, Rua Comandante Garcia Pires, Rua Santo Cristo, Praça Santo Cristo, Rua da América, Avenida 31 de Março, …

B) com destino à Avenida Brasil (via Túnel João Ricardo): …,Túnel João Ricardo, Rua Rivadavia Correia, Rua da Gamboa, Rua Pedro Ernesto, Praça Coronel Assunção (Praça da Harmonia), Rua Antonio Lage, Avenida Venezuela, Rua Edgard Gordilho, Avenida Rodrigues Alves (pista sentido Avenida Barão de Tefé), agulha de acesso para a pista sentido Avenida Rio de Janeiro, Avenida Rodrigues Alves (pista sentido Avenida Rio de Janeiro), ...

4. A linha municipal 2017 (que tem ponto final na Via Trilhos) deverá permanecer praticando os seguintes itinerários:

 A) com destino à Rodoviária Novo Rio: …, Praça Mauá, Avenida Rodrigues Alves, Avenida Barão de Tefé, Rua Sacadura Cabral, Rua do Livramento, Rua Rivadavia Correia, Rua da Gamboa, Rua da União, Praça Santo Cristo, Rua Professor Pereira Reis, Via Trilhos

B) com destino à Zona Sul: Via Trilhos, Rua Equador, Rua General Luiz Mendes de Morais, Praça Dinah de Queiroz, Avenida Francisco Bicalho (pista lateral), Rua Comandante Garcia Pires, Rua Santo Cristo, Praça Santo Cristo, Rua da América, Rua Barão da Gamboa, Rua da Gamboa, Rua Pedro Ernesto, Praça Coronel Assunção (Praça da Harmonia), Rua Antonio Lage, Avenida Venezuela, Praça Mauá, Avenida Rio Branco, ...

? ATENÇÃO: a linha municipal 2014 (Gávea x Rodoviária), que tinha ponto final na Via Trilhos (próximo à Rodoviária Novo Rio), passa a circular apenas até a Rua Sousa e Silva, e terá seus itinerários alterados da seguinte forma:

IDA

De: …, Praça Mauá, Avenida Rodrigues Alves, Avenida Barão de Tefé, Rua Sacadura Cabral, Rua do Livramento, Rua Rivadavia Correia, Rua da Gamboa, Rua da União, Praça Santo Cristo, Rua Professor Pereira Reis, Via Trilhos

Para: …, Praça Mauá, Avenida Rodrigues Alves, Avenida Barão de Tefé, Rua Sacadura Cabral, Rua Sousa e Silva (ponto terminal próximo à esquina com a Avenida Venezuela)

VOLTA

De: Via Trilhos, Rua Equador, Rua General Luiz Mendes de Morais, Praça Dinah de Queiroz, Avenida Francisco Bicalho (pista lateral), Rua Comandante Garcia Pires, Rua Santo Cristo, Praça Santo Cristo, Rua da América, Rua Barão da Gamboa, Rua da Gamboa, Rua Pedro Ernesto, Praça Coronel Assunção (Praça da Harmonia), Rua Antonio Lage, Avenida Venezuela, Praça Mauá, Avenida Rio Branco, ...

Para: Rua Sousa e Silva, Avenida Venezuela, Praça Mauá, Avenida Rio Branco, ...

5. A linha municipal 2018 (que tem ponto de parada na Via Trilhos, somente no sentido Aeroporto Internacional), deverá permanecer praticando os seguintes itinerários:

A) com destino à Zona Oeste:…, Avenida Brasil, alça de acesso para a Avenida Francisco Bicalho, Rua Comandante Garcia Pires, Rua Santo Cristo, Praça Santo Cristo, Rua da América, Rua Barão da Gamboa, Rua da Gamboa, Rua Pedro Ernesto, Praça Coronel Assunção (Praça da Harmonia), Rua Antonio Lage, Avenida Venezuela, Praça Mauá, Avenida Rio Branco, ...

B) com destino ao Aeroporto Internacional: …, Praça Mauá, Avenida Rodrigues Alves, Avenida Barão de Tefé, Rua Sacadura Cabral, Rua do Livramento, Rua Rivadavia Correia, Rua da Gamboa, Rua da União, Praça Santo Cristo, Rua Professor Pereira Reis, Via Trilhos, Rua Equador, Rua General Luiz Mendes de Morais, Viaduto Engenheiro Paulo de Souza Reis, …

6. A linha municipal 2330, que tem ponto final no interior da Rodoviária Novo Rio, permanece com seu itinerário inalterado:

A) com destino ao Terminal Rodoviário Novo Rio: …, Avenida Brasil, Avenida Rodrigues Alves, Rua Cordeiro da Graça, Rodoviária Novo Rio

B) com destino à Zona Oeste: Rodoviária Novo Rio, Rua Equador, Rua General Luiz Mendes de Morais, Praça Dinah de Queirós, Avenida Francisco Bicalho (pista lateral), agulha de acesso para a pista central, Avenida Francisco Bicalho (pista central), Viaduto do Gasômetro, ...

7. As linhas intermunicipais, que têm pontos finais no Terminal Rodoviário Urbano Américo Fontenelle, deverão permanecer praticando os seguintes itinerários:

A) com destino ao Terminal Américo Fontenelle: …, Avenida Brasil, alça de acesso para a Avenida Francisco Bicalho, Avenida Francisco Bicalho, Rua Comandante Garcia Pires, Rua Santo Cristo, Praça Santo Cristo, Rua da América, Rua Senador Pompeu, Terminal Américo Fontenelle

? ATENÇÃO : ESTAS LINHAS DEVERÃO EFETUAR EMBARQUE / DESEMBARQUE DE PASSAGEIROS EM PONTO DE PARADA LOCALIZADO NA Rua Santo Cristo, ENTRE A VIA D1 E A RUA PEDRO ALVES, não sendo permitida a parada na Avenida Francisco Bicalho e na Rua Comandante Garcia Pires

B) com destino à Avenida Rodrigues Alves / Avenida Rio de Janeiro: Terminal Américo Fontenelle, Rua Bento Ribeiro, Túnel João Ricardo, Rua Rivadavia Correia, Rua da Gamboa, Rua Pedro Ernesto, Praça Coronel Assunção (Praça da Harmonia), Rua Antonio Lage, Avenida Venezuela, Rua Edgard Gordilho, Avenida Rodrigues Alves (pista sentido Avenida Barão de Tefé), agulha de acesso para a pista sentido Avenida Rio de Janeiro), Avenida Rodrigues Alves (pista sentido Avenida Rio de Janeiro), ...

8. As linhas intermunicipais, cujo destino é a Avenida Venezuela, deverão praticar os seguintes itinerários (DEIXAM DE CIRCULAR PELA AVENIDA RODRIGUES ALVES, SOMENTE NO SENTIDO CENTRO):

A) com destino à Avenida Venezuela: …, Avenida Brasil, alça de acesso para a Avenida Francisco Bicalho, Avenida Francisco Bicalho, Rua Comandante Garcia Pires, Rua Santo Cristo, Praça Santo Cristo, Rua da América, Rua Barão da Gamboa, Rua da Gamboa, Rua Pedro Ernesto, Praça Coronel Assunção (Praça da Harmonia), Rua Antonio Lage, Avenida Venezuela, Rua Edgard Gordilho, Rua Sacadura Cabral, Rua Sousa e Silva (pontos reguladores)

B) com destino à Avenida Rodrigues Alves / Avenida Rio de Janeiro (inalterado): Rua Sousa e Silva, Avenida Venezuela, Rua Edgard Gordilho, Rua Sacadura Cabral, Rua do Livramento, Rua da Gamboa, Rua da União, Praça Santo Cristo, Rua Professor Pereira Reis, Avenida Rodrigues Alves, Avenida Rio de Janeiro, …

? ATENÇÃO : ESTAS LINHAS DEVERÃO EFETUAR EMBARQUE / DESEMBARQUE DE PASSAGEIROS EM PONTO DE PARADA LOCALIZADO NA Rua Sacadura Cabral, ENTRE AS RUAS EDGARD GORDILHO E ANÍBAL FALCÃO, não sendo permitida a parada na Avenida Venezuela

? ATENÇÃO : ESTAS LINHAS DEVERÃO EFETUAR EMBARQUE / DESEMBARQUE DE PASSAGEIROS EM PONTO DE PARADA LOCALIZADO NA Rua Santo Cristo, ENTRE O TERMINAL RODOVIÁRIO URBANO PADRE HENRIQUE OTTE E A VIA D1, não sendo permitida a parada na Avenida Francisco Bicalho e na Rua Comandante Garcia Pires

9. As linhas municipais, que circulam na Avenida Rodrigues Alves, em todo o trecho compreendido entre a Rodoviária Novo Rio a Avenida Barão de Tefé, em ambos os sentidos, permanecem com seus itinerários inalterados.

? ATENÇÃO : NOS PERÍODOS NOS QUAIS OCORRER A INTERDIÇÃO DA AVENIDA RODRIGUES ALVES, EM AMBOS OS SENTIDOS (no trecho compreendido entre a Rua da Gamboa e a Rua Silvino Montenegro) – das 23h às 5h, nos dias úteis, e, das 19h dos sábados às 5h das segundas-feiras – ESTAS LINHAS DEVERÃO PERMANECER PRATICANDO OS SEGUINTES ITINERÁRIOS:

A) com destino ao Centro: …, Avenida Rodrigues Alves, Rua da Gamboa (acesso para a Via Binário do Porto), Via Binário do Porto, Avenida Venezuela ou Avenida Barão de Tefé, ...

B) com destino à Avenida Rio de Janeiro / Avenida Brasil: …, Avenida Rodrigues Alves, Rua Silvino Montenegro, Via Binário do Porto (ATÉ A Rua Professor Pereira Reis), Rua Professor Pereira Reis, Avenida Rodrigues Alves, …

10. As linhas municipais 110, 111, 126, 127, 128, 129, 170, 172, 173, 178 e 190 (que têm pontos finais no Terminal Rodoviário Urbano Padre Henrique Otte, com destino à Zona Sul), também deverão permanecer efetuando embarque de passageiros, no período das 5h às 10h, na Via D1, praticando o seguinte itinerário : Terminal Padre Henrique Otte, Rua Santo Cristo, via d1, via d2 (acesso à rua pedro alves), rua pedro alves, Rua Santo Cristo, Praça Santo Cristo, ...

11. Não será permitido o embarque / desembarque de passageiros na Rua Comandante Garcia Pires

? ATENÇÃO : o ponto de parada foi transferido para Avenida Francisco Bicalho, cerca de 20m antes da esquina com a Rua Comandante Garcia Pires

12. As LINHAS INTERMUNICIPAIS, cujos destinos são CASTELO, PRAÇA XV e PASSEIO PÚBLICO / AVENIDA AUGUSTO SEVERO, assim como as linhas intermunicipais, cujo o destino é a  Avenida Venezuela (indicadas no ITEM 8), TAMBÉM DEIXAM DE CIRCULAR PELA AVENIDA RODRIGUES ALVES, SOMENTE NO SENTIDO CENTRO, e deverão praticar os seguintes itinerários:

A) com destino ao CENTRO: …, Avenida Brasil, alça de acesso para a Avenida Francisco Bicalho, Avenida Francisco Bicalho, Rua Comandante Garcia Pires, Rua Santo Cristo, Praça Santo Cristo, Rua da América, Rua Barão da Gamboa, Rua da Gamboa, Rua Pedro Ernesto, Praça Coronel Assunção (Praça da Harmonia), Rua Antonio Lage, Avenida Venezuela / Praça Mauá / Avenida Rio Branco ou Avenida Venezuela / Avenida Barão de Tefé / Rua Camerino, ...

B) com destino à AVENIDA RODRIGUES ALVES / AVENIDA RIO DE JANEIRO: itinerário inalterado

? ATENÇÃO : ESTAS LINHAS DEVERÃO EFETUAR EMBARQUE / DESEMBARQUE DE PASSAGEIROS EM PONTO DE PARADA LOCALIZADO NA Rua Santo Cristo, ENTRE O TERMINAL RODOVIÁRIO URBANO PADRE HENRIQUE OTTE E A VIA D1, não sendo permitida a parada na Avenida Francisco Bicalho e na Rua Comandante Garcia Pires

? ATENÇÃO : NOS PERÍODOS NOS QUAIS OCORRER A INTERDIÇÃO DA AVENIDA RODRIGUES ALVES, EM AMBOS OS SENTIDOS (no trecho compreendido entre a Rua da Gamboa e a Rua Silvino Montenegro) – das 23h às 5h, nos dias úteis, e das 19h dos sábados às 5h das segundas - feiras – ESTAS LINHAS DEVERÃO PRATICAR OS SEGUINTES ITINERÁRIOS:

A) com destino ao CENTRO (inalterado): …, Avenida Brasil, alça de acesso para a Avenida Francisco Bicalho, Avenida Francisco Bicalho, Rua Comandante Garcia Pires, Rua Santo Cristo, Praça Santo Cristo, Rua da América, Rua Barão da Gamboa, Rua da Gamboa, Rua Pedro Ernesto, Praça Coronel Assunção (Praça da Harmonia), Rua Antonio Lage, Avenida Venezuela / Praça Mauá / Avenida Rio Branco ou Avenida Venezuela / Avenida Barão de Tefé / Rua Camerino, ...

B) com destino à AVENIDA RIO DE JANEIRO / Avenida Brasil: …, Avenida Rodrigues Alves, Rua Silvino Montenegro, Via Binário do Porto (ATÉ A Rua Professor Pereira Reis), Rua Professor Pereira Reis, Avenida Rodrigues Alves, …

ROTAS ALTERNATIVAS

Em função dos impactos iniciais que as alterações na circulação causarão, a Prefeitura do Rio recomenda que os motoristas busquem rotas alternativas para seus trajetos. A sugestão principal é utilizar os caminhos pelos bairros de Benfica e São Cristóvão, para acessar Tijuca, Zona Sul (via Túnel Rebouças) e Centro sem transitar na área mais impactada pelas alterações.

Avenida Brasil – Centro

Avenida Brasil, Rua Célio Nascimento (acesso a Benfica), Rua Couto de Magalhães, Rua Senador Bernardo Monteiro, Rua Visconde de Niterói, Viaduto Agenor de Oliveira (Viaduto da Mangueira), Radial Oeste, Praça da Bandeira.

Linha Vermelha – Tijuca

Linha Vermelha, Campo de São Cristóvão, Rua São Luiz Gonzaga, Rua Chaves Faria, Rua Catalão, Rotary Internacional, General Herculano Gomes, Viaduto Oduvaldo Cozzi, Avenida Maracanã.

Avenida Brasil – Rebouças

Avenida Brasil, Rua Bela, Campo de São Cristóvão, Viaduto Professor Rufino de Almeida Pizarro, Elevado Engenheiro Freyssinet (Elevado Paulo de Frontin), Túnel Rebouças.

Centro – Linha Vermelha

Presidente Vargas, Praça da Bandeira, Rua Ceará, Rua Francisco Eugênio, Rua José Eugênio, Rua Almirante Balthazar, Avenida Rotary Internacional, Avenida do Exercito, Campo de São Cristóvão.

Centro – Avenida Brasil

Presidente Vargas, Praça da Bandeira, Rua Ceará, Rua Francisco Eugênio, Rua José Eugênio, Rua Almirante Balthazar, Avenida Rotary Internacional, Rua Dom Meinrado, Rua São Luiz Gonzaga, Prefeito Olympio de Melo, Viaduto Ataulfo Alves, Avenida Brasil pista lateral sentido Zona Oeste.

Empresas do Rio vão à Justiça por aumento das passagens de ônibus

31/12/2013 - O Globo

Consórcios que atuam no município alegam quebra de contrato e pedem indenização de R$ 137,5 milhões

Tarifas estão congeladas em R$ 2,75 desde 1º de janeiro de 2012

LUIZ ERNESTO MAGALHÃES 
MAIÁ MENEZES 

Ônibus do Rio podem ter aumento na tarifa no ano que vem Foto: Marcelo Piu / Agência O Globo (29/05/2013)
Ônibus do Rio podem ter aumento na tarifa no ano que vem Foto: Marcelo Piu / Agência O Globo (29/05/2013)

RIO — Com as tarifas congeladas em R$ 2,75 desde 1º de janeiro de 2012, os empresários de ônibus do Rio decidiram endurecer o jogo com a prefeitura. Alegando quebra do contrato firmado em 2010 para a primeira concessão pública dos serviços, as mais de 40 empresas que integram os consórcios Internorte, Intersul, Santa Cruz e Transcarioca entraram na Justiça reivindicando indenização que, em valores atuais, já chegaria a R$ 137,5 milhões. Além disso, pedem que a prefeitura seja condenada a reajustar a passagem imediatamente, sob pena de multa diária de R$ 1 milhão. O montante exato da indenização — referente à diferença entre o valor que deveria ser cobrado e a tarifa em vigor — seria fixado no momento da sentença, de acordo com processo que tramita na 8ª Vara de Fazenda Pública.

A ação ainda não tem data para ser julgada, porque o Tribunal de Justiça está em recesso. Mas a disputa ocorre em meio a uma nova polêmica sobre o valor das passagens. Este mês, o prefeito Eduardo Paes chegou a anunciar que haveria reajuste de tarifa — sem, no entanto, citar valores —, mas voltou atrás por recomendação do Tribunal de Contas do Município (TCM). O órgão sugeriu a suspensão do reajuste até o fim dos trabalhos da comissão criada em agosto deste ano para investigar a chamada caixa-preta das empresas de ônibus.

Procurado, Paes preferiu não comentar a ação, alegando que o município ainda não foi notificado.

Em dezembro de 2012, a prefeitura anunciou um reajuste das tarifas de R$ 2,75 para R$ 2,90, a partir de janeiro de 2013, com base no contrato de concessão. Mas o aumento foi suspenso a pedido da União. Em maio deste ano, Paes determinou que a passagem subiria para R$ 2,95 a partir do dia 1º de junho — com base nos custos acumulados ao longo de 18 meses —, mas o aumento foi revogado em meio às manifestações de rua que tomaram conta do país.

No processo, os advogados das empresas argumentam que a prefeitura chegou a reconhecer o direito dos consórcios aos reajustes por decretos publicados no Diário Oficial em 18 de dezembro de 2012 e 28 de maio de 2013.

"Não é preciso muito esforço para demonstrar a gravidade da situação tratada nesta demanda e a ilegalidade que ela representa. Tanto o edital quanto os contratos de concessão previram, de forma expressa, que o reajuste do valor da tarifa seria feito anualmente, a partir de uma planilha", informa um trecho da ação.

Os advogados reconhecem ainda que a suspensão dos reajustes ocorreu em momentos políticos delicados, mas acrescentam que existe um contrato em vigor e que ele precisa ser respeitado sob o risco de os serviços prestados piorarem. Eles citam ainda uma entrevista que o prefeito Eduardo Paes concedeu em 2 de setembro ao programa "Roda Viva", da TV Cultura, admitindo que houve "quebra contratual", com a suspensão dos reajustes.
Em entrevista ao GLOBO, o empresário Jacob Barata Filho disse ter feito, em agosto, um requerimento à Secretaria municipal de Transportes pedindo o cumprimento do contrato; ou seja, que o valor da passagem voltasse aos R$ 2,95 praticados antes da decisão do prefeito de reduzir a tarifa. Ele argumenta que a situação do setor piorou no começo do mês, quando as empresas tiveram de pagar o 13º dos funcionários.

— Não houve resposta formal da prefeitura. Mas que fique claro: não há intuito de briga. Isso não é uma guerra. É um posicionamento. Tem que cumprir o contrato. Cada um tem que cumprir a sua parte.

Barata se diz surpreso

O empresário, que fala em nome dos consórcios, sustenta ainda que a prefeitura agiu politicamente, especialmente depois da "pressão política das ruas", sem se ater a critérios técnicos, ao reduzir a tarifa. Barata disse também ter ficado surpreso com a decisão do prefeito de suspender o aumento da passagem, previsto para janeiro deste ano.

— Foi um baque. Mas a ação não tem nada a ver com isso. Não tínhamos ideia. Não contávamos com isso (que ele voltaria atrás). Mas temos certeza de que, diante de todos os argumentos, o TCM vai voltar atrás.

De acordo com o empresário, o cálculo para chegar aos R$ 137,5 milhões foi simples: R$ 0,20 multiplicado pelo número de passageiros que usam o sistema. Segundo ele, a consultoria Ernst & Young continua auditando os valores das tarifas, para dar respaldo técnico ao valor que pleiteia


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/empresas-do-rio-vao-justica-por-aumento-das-passagens-de-onibus-11183572#ixzz2p2ydK2JP 
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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Trecho do Transbrasil vai custar o estimado para todo o projeto

30/12/2013 -  O Dia - RJ

Rio - O primeiro trecho das obras do BRT Transbrasil — o chamado lote 2, entre os bairros do Caju e Deodoro — vai custar R$ 1,5 bilhão, valor inicialmente estimado para todo o trajeto, que vai de Deodoro ao Centro. O secretário municipal de Obras, Alexandre Pinto, admitiu ontem o encarecimento das intervenções, alegando que houve correção monetária desde 2011, quando foi divulgado o custo, além de mudanças no projeto. O corredor passará ao longo da Avenida Brasil e a licitação para esta etapa está prevista para 21 de janeiro. A previsão é de conclusão das obras em 30 meses.

 "A primeira licitação é do lote 2, de Deodoro ao Caju, com preço atual de R$1,5 bilhão. Nós tínhamos previsão inicial, em 2011, quando assinamos contrato com a Caixa Econômica Federal (financiadora de parte do empreendimento), de valor menor, mas era uma estimativa. Com os projetos prontos e lançando as licitações, nós vamos corrigindo os problemas e tendo os valores corretos", justifica o secretário.

Especialista em Transportes, o professor da Uerj, Alexandre Rojas, rebate. "Essa mudança de orçamento não encontra respaldo lógico. Não houve aumento de custo significativo de 2011 para agora, nem no projeto, que justifique quase dobrar o valor. As desapropriações ao longo da via, que são necessárias para construção do BRT, são o que aumentam o custo, mas isso já é visto no projeto inicial", disse Rojas. Ele avalia que a solução para transporte no local seria o VLT — veículo leve sobre trilhos. "O BRT é a solução mais rápida e barata, mas não a melhor".

O secretário afirmou também que não há estimativa para os custos do outro trecho da obra, que vai do Caju ao Centro. Nesta etapa, o Transbrasil vai passar pelas avenidas Presidente Vargas e Francisco Bicalho.

BRT é o último a ser licitado

Com 32 quilômetros, o Transbrasil é o quarto BRT a ser implantado na cidade e o único cujas obras ainda não foram licitadas. Os outros corredores são o Transoeste, em operação desde junho de 2012, Transcarioca, a ser inaugurado no primeiro semestre de 2014, e Transolímpica, que deve entrar em operação até 2016.

A Prefeitura do Rio afirma que o Transbrasil será o BRT de maior capacidade de transporte do mundo, podendo levar até 820 mil passageiros por dia. Serão 881 ônibus articulados que vão circular em duas faixas, por sentido, ao longo da Avenida Brasil. O corredor será integrado com o BRT Transolímpico, em Deodoro, e com o Transcarioca, na altura da Ilha do Governador, e deve reduzir o tempo de viagem ao Centro em 40%.

sábado, 28 de dezembro de 2013

Transoeste recebe cinco novas estações no sábado

26/12/2013 - Brtrio.com

No próximo sábado, dia 28, entram em operação mais cinco estações no eixo Cesário de Melo do BRT Transoeste. São elas: Julia Miguel, Parque São Paulo, Cosmos, Icurana e Vilar Carioca. Elas funcionarão das 4h30 às 23h30, todos os dias da semana. Na foto, um detalhe do interior da estação de Cosmos.

Com o novo trecho, o BRT Transoeste fica mais perto de Campo Grande, onde as obras do corredor deverão estar concluídas no próximo ano. Para orientação dos usuários, agentes do Consórcio BRT trabalharam na distribuição prévia de panfletos informativos em toda a região do entorno das estações.

Inauguração da ponte estaiada na Barra da Tijuca deixa BRT Transcarioca com 85% de obras concluídas

26/12/2013 - Agência Brasil

A prefeitura do Rio de Janeiro inaugurou terça-feira (24) uma ponte estaiada na Barra da Tijuca que marca a conclusão de 85% do segundo corredor de ônibus articulados da cidade, o BRT Transcarioca. Batizada com o nome do cardeal dom Eugênio Salles (arcebispo da cidade durante 30 anos), a obra foi inaugurada com a presença do atual arcebispo, dom Orani Tempesta. Também foram entregues as obras de modernização do Terminal Alvorada.

A ponte, que cruza o canal de interligação das lagoas de Jacarepaguá e da Tijuca, já está aberta a veículos e deve receber os ônibus do BRT Transcarioca no primeiro semestre do ano que vem, quando começa a operação do corredor. A obra custou R$ 120 milhões e levou pouco mais de dois anos. Os quatro mastros de sustentação da estrutura têm altura equivalente a de um prédio de 16 andares. Deles saem 56 estais (cabos de aço).

"O BRT Transcarioca talvez seja o mais importante de toda a cidade, porque cruza o subúrbio e áreas já consolidadas. Não é só pelo impacto urbano. Ele muda a mobilidade na cidade", disse o prefeito Eduardo Paes. Os BRTs (bus rapid transit ou trânsito rápido de ônibus) são vias expressas exclusivas para transporte coletivo por meio de ônibus articulados.



O Transcarioca tem 39 quilômetros e liga o Terminal Alvorada ao Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão - Antonio Carlos Jobim, na Ilha do Governador. Cerca de 320 mil pessoas devem usá-lo diariamente, enquanto o Transoeste é usado por 130 mil. O custo do corredor chega a R$ 1,7 bilhão, sendo R$ 1,1 bilhão em recursos do governo federal.

Os quatro BRTs do Rio têm previsão de conclusão em 2016, mas o Transbrasil, que liga o bairro de Deodoro, na zona oeste, ao centro, deve ficar pronto só no fim daquele ano, após as Olimpíadas. Paes acredita que a obra na Avenida Brasil, a principal via da cidade, não deve causar problemas à mobilidade nos Jogos, mas sim à população, durante os dois a três anos da construção.

O secretário municipal de Transporte, Carlos Roberto Osório, explicou que os 15% ainda não concluídos do Transcarioca estão localizados, principalmente, na Penha e na Ilha do Governador, e são essencialmente obras de arte (como as pontes estaiadas).

Segundo o secretário, a inauguração da ponte da Barra e sua abertura para carros vai aliviar o trânsito, mesmo sem o BRT: "A ponte elimina um sinal de trânsito complicado, que é um gargalo na chegada à Barra. E, com ela, o carioca ganha um monumento arquitetônico que diferencia e destaca a paisagem", ressaltou.

Informações: Agência Brasil

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Pontos do BRS vão informar tempo de espera

10/12/2013 - Band.com.br

Em Copacabana, oito monitores vão repassar on-line o percurso de coletivos.

A partir de sexta-feira, oito pontos do BRS de Copacabana vão contar com informações on-line sobre o tempo de percurso e de espera das linhas, atendendo a uma reivindicação dos passageiros que utilizam o sistema.

Trata-se de um teste que, se der certo, vai ser levado aos outros BRS da cidade a partir de janeiro, seguindo a data de inauguração de cada um. Os oito monitores, importados da China, custaram R$ 100 mil. Os equipamentos utilizam um software americano adaptado por brasileiros.

Segundo o presidente da Federação de Transportes do Rio de Janeiro (Fetranspor) e da Rio Ônibus, Lélis Marcos Teixeira, o mais caro do sistema é a manutenção. Preocupada com o vandalismo nos pontos, a Fetranspor equipou os painéis com GPS.

"Não há como utilizar ele de outra forma, como televisão, por exemplo. Acreditamos que a recepção dos usuários será muito boa e que os equipamentos serão preservados", explica Lélis.

Essa foi uma das novidades do setor apresentada ontem, durante o Prêmio Mobilidade Urbana 2013 (PMU), organizado pela Fetranspor. Lélis ainda destacou que o passageiro tem mais opções para utilizar aplicativos que o ajude a monitorar as linhas de ônibus como o "Meu BRT", que informa em quantos minutos o coletivo articulado vai chegar em sua estação, e o Moovit, que disponibiliza dados em tempo real das linhas de toda a cidade utilizando os sistemas da Fetranspor e do Centro de Operações do Rio de Janeiro.

http://noticias.band.uol.com.br/cida...de-espera.html

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Viação Translitorânea deixa de operar nesta quinta por falta de recursos para combustível e salários

19/12/2013 - O Globo

Rio Ônibus informou que consórcios Intersul e Transcarioca estão suprindo a ausência

RIO - Funcionários da Viação Translitorânea encontraram as portas da empresa fechadas na manhã desta quinta-feira. Não foi permitida a saída de nenhum ônibus da garagem na Rua Bergamo, em Triagem, na Zona Norte do Rio. Empregados ficaram de plantão na porta do estabelecimento. Segundo o dono da Viação, Álvaro Lopes, a empresa está sem dinheiro para pagar seus funcionários. Os carros não saíram da garagem nesta quinta-feira por falta de recursos para colocar diesel. Ela é responsável pelas linhas 158, 176, 186, 308, 314, 315, 523 e 524.

Em nota, a Rio Ônibus informou que os consórcios Intersul e Transcarioca estão operando de forma conjunta nesta manhã para suprir a ausência dos ônibus da Translitorânea. Segundo informe, "foi feito um reforço nas linhas operadas pela empresa, de modo a não afetar a população. Os intervalos de saídas dos ônibus estão sendo regularizados, a fim de não reduzir a oferta de lugares aos passageiros."
De acordo com os empregados, o problema vem acontecendo desde o início do ano, quando surgiram informações sobre uma crise na Translitorânea. Mesmo assim, eles foram informados que o problema seria solucionado, e a empresa continuaria aberta.

- Eles informaram que as coisas iam melhorar. E agora acontece isso às vésperas do Natal - desabafou a cobradora Monica Messias.
Os funcionários reclamam que, desde setembro, o pagamento referente às férias não vem sendo efetuado. O salário de novembro dos cobradores também não foi depositado, e o 13º já está atrasado.

- Há famílias aqui que estão sendo expulsas da casa onde moram pois não têm dinheiro para pagar aluguel. Estamos desesperados - contou o cobrador Paulo Fernando.

Nas últimas semanas, além dos salários atrasados, os funcionários também precisavam utilizar o dinheiro recebido das passagens para abastecer os veículos. Segundo informações dos motoristas, o dono da empresa pediu que o dinheiro que fosse sendo arrecadado fosse utilizado para abastecer o carro em postos de gasolina. Com isso, a diária dos empregados não foi paga.

De acordo com o dono da empresa, Alvaro Lopes, 100% do valor arrecadado com os vale-transportes está sendo retido pela Justiça. Assim, a verba - que é a maioria no pagamento das passagens - não pode ser utilizada para pagamento das obrigações da empresa.

Ao todo, cerca de 600 funcionários estão sem saber seu destino neste fim de ano. Eles organizam um protesto na porta da Prefeitura, ainda nesta quinta-feira, e se movimentam para uma greve de rodoviários. Cerca de 200 carros ficaram parados nesta quinta.

Em julho deste ano, a Secretaria municipal de Transportes cassou seis linhas da Translitorânea que ligavam Rocinha e Vidigal à Zona Sul, redistribuindo o serviço para outras empresas do mesmo consórcio Intersul. Em agosto passado, funcionários da mesma Translitorânea já tinham cruzado os braços, alegando que os salários estavam atrasados.

http://oglobo.globo.com/rio/viacao-t...arios-11111502

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Linha de ônibus vai ligar metrô ao Aeroporto Santos Dumont, no Rio

29/11/2013 - G1

Ônibus com ar-condicionado fará trajeto entre Cinelândia e aeroporto. Além disso, agulha viária será feita para ajudar na circulação de táxis

Enviar por E-mail Imprimir Comunicar Erro Tamanho da fonte| Voltar ao tamanho original Notícias
Autor: Guilherme Brito, G1 Rio

Ônibus deve começar a circular a partir de 20 de dezembro
créditos: Divulgação

O ministro da Aviação Civil Moreira Franco e o secretário de transportes do Rio de Janeiro, Carlos Roberto Osório, se reuniram nesta quinta-feira (28), no aeroporto Santos Dumont para definir mudanças na logística de chegada e saída de passageiros no local. Medidas como um ônibus com ar-condicionado ligando a região da Cinelândia ao aeroporto, e a construção de uma agulha para táxis que interliga os terminais devem ser implementadas até o dia 20 de dezembro.

Moreira Franco informou que entrou em contato com o secretário de transportes após a piora dos serviços viários no aeroporto. Segundo Franco, pesquisas feitas pelo ministério apontaram que a demora para conseguir um táxi e a desorganização no serviço são as principais reclamações. "As pesssas chegam no fim do dia cansadas e enfrentam uma confusão sem fim e uma gritaria por parte dos balcões das cooperativas de táxi. Isso é ruim para os clientes, para as empresas e para a cidade", disse.


Trajeto feito atualmente pelos táxis
(Foto: Reprodução/ TV Globo)
Segundo Carlos Roberto Osório, para minimizar esses problemas a secretaria propôs algumas alternativas imediatas. Uma delas é fazer pequenas obras, custeadas pela Infraero com colaboração da Prefeitura, para construir uma agulha viária para táxis cooperados.

O objetivo é fazer com que os táxis que saiam do embarque possam retornar para a área de desembarque em menos tempo. "O motorista de táxi atualmente demora 30 minutos para voltar para o desembarque, já que tem que passar pelo Centro do Rio. Agora esperamos reduzir esse tempo para cinco minutos", afirmou.

Outra medida é disponibilizar ônibus de tarifa comum interligando o Santos Dumont a Cinelândia, no Centro, onde há estação do Metrô. A ideia é diminuir a pressão de demanda por táxis no local e, assim, diminuir filas de espera. Essa alternativa já havia sido usada durante a recepção de grandes eventos como a Jornada Mundial da Juventude mas, segundo o secretário, vai ser permanente.

Ministro da Aviação Civil, Moreira Franco, e o
secretário municipal de Transportes, Carlos Osório,
ser reúnem no Rio para falar sobre mudanças no
Santos Dumont (Foto: Guilherme Brito/G1)
A terceira novidade será a unificação do balcão de atendimento das cooperativas para dar conforto e civilidade ao cliente que solicitar uma corrida de táxi no aeroporto. "Não teremos mais essa disputa desorganizada para conseguir passageiros", disse Osório, que pretende aumentar também as faixas de veículos para os taxis e dobrar a capacidade de embarques simultâneos, de 3 para 6.

Mais táxis disponíveis
Osório informou também que vai autorizar o aumento da frota de táxis que atende ao aeroporto. O número deve aumentar de 430 para 600 veículos. "Queremos que o tempo de espera seja de, no máximo, 15 minutos para o táxi."

Alem de Carlos Osório e Moreira Franco, a reunião contou com a presença de representantes de cooperativas de táxi do aeroporto e do secretario nacional de navegação aérea Juliano Norman. O ministro Moreira Franco finalizou a conversa com as autoridades dizendo que pretende fiscalizar se as medidas prometidas estão sendo postas em prática em janeiro do ano que vem.

Leia também:
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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Após retirada de vans, Rio reforça operação de ônibus em Jacarepaguá

17/10/2013 - Agência Rio

A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR), convocou os operadores do consórcio Transcarioca para reunião de avaliação do sistema na Barra da Tijuca, Jacarepaguá e Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste da cidade.

Na reunião, foram analisados os relatórios da fiscalização da SMTR realizadas desde o início da semana, bem como relatórios operacionais. Foi constatado o cumprimento da determinação do aumento de frota de 20% e determinado que sejam realizados ajustes operacionais para melhor atender a população.

As equipes da SMTR seguem monitorando o atendimento aos usuários e, caso haja necessidade, novos ajustes serão implantados de forma que a população fique plenamente atendida.

1) Aumento da frequência no período noturno

1.1 - Rio das Pedras
Linha 862 Rio das Pedras X Barra da Tijuca - frequência de até 20 minutos.
Linha 557 Rio das Pedras X Copacabana - frequência de até 20 minutos.
Linha 748 Cascadura X Barra (via Rio das Pedras) - frequência de até 20 minutos.
Linha 550 Cidade de Deus X Gávea (via Rio das Pedras) - frequência de até 20 minutos.
Linha 880 Rio das Pedras X Recreio - frequência de até 30 minutos.

1.2 - Taquara
Linha 747 Madureira x Vargem Grande (Via Taquara) - frequência de até 30 minutos.
Linha 757 Cascadura x Rio Centro (Via Taquara) - frequência de até 30 minutos.
Linha 758 Cascadura x Recreio (Via Taquara) - frequência de até 30 minutos.-
frequência de até 30 minutos.
Linha 332 Castelo x Taquara (Via Barra ) - frequência de até 30 minutos.

1.3 - Curicica
Linha 832 Colônia Juliano Moreira x Joatinga (Via Autódromo) - frequência de até 30 minutos .

2) Criação de serviço buster
A Prefeitura determinou a criação de serviços buster, com ônibus saindo vazios para o atendimento às seguintes regiões:

2.1) Rio das Pedras
Linha 478 Cascadura x Barra (via Rio das Pedras) - serviço buster saindo de Rio das Pedras com direção à Barra da Tijuca
Linha 343 Barra x Praça XV (via Rio das Pedras) - serviço buster saindo de Rio das Pedras com direção à Praça XV

2.2) Taquara
Linha 757 Cascadura x RioCentro (via Taquara) - serviço buster saindo da Taquara para o Riocentro
Linha 747 Madureira x Vargem Grande (via Taquara) - serviço buster saindo da Taquara para o Vargem Grande
Linha 810 Cardoso Fontes x Piabas (via Taquara) - serviço buster saindo da Taquara para Piabas
Linha 758 Cascadura x Recreio (via Taquara) - serviço buster saindo da Taquara para Recreio

2.3) Curicica
Linha 832 colônia Juliano Moreira x Barra (via Curicica ) - serviço buster saindo de Curicica para a Barra da Tijuca (manhã) e buster saindo do Barra Shopping para Curicica (tarde/noite).

MS

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Nova rodoviária em São Cristóvão começa a operar no Natal

6/12/13 - O Globo

Terminal provisório será construído para desafogar operação na Novo Rio durante a alta temporada
Objetivo é receber ônibus de cidades próximas, como Petrópolis, Teresópolis e Cabo Frio

TAÍS MENDES 

 Projeto mostra instalações do novo terminal provisório em São Cristóvão Foto: Divulgação
Projeto mostra instalações do novo terminal provisório em São Cristóvão
Foto: Divulgação

RIO - Uma rodoviária provisória, em frente ao Maracanã, na Zona Norte, começará a funcionar a partir do Natal e durante a alta temporada para desafogar a operação na Rodoviária Novo Rio, na região do porto. O novo terminal, anunciado nesta sexta-feira na coluna do jornalista Ancelmo Gois, vai receber ônibus de cidades próximas, como Petrópolis, Teresópolis e Cabo Frio, até a Semana Santa, quando o terreno será entregue à Fifa para a Copa do Mundo. Depois do torneio, a prefeitura fará uma licitação para a construção no local de uma segunda rodoviária para a cidade.
— Primeiro, vamos fazer uma rodoviária provisória para os momentos de pico da Novo Rio durante a alta estação e eventos. O objetivo é acabar com aquela fila dupla de ônibus tentando entrar na Novo Rio para embarque e desembarque — disse o secretário municipal de Transportes, Carlos Roberto Osorio.

A prefeitura, segundo o secretário, só vai ceder o terreno em São Cristóvão, que era do Exército. A rodoviária provisória será operada pela empresa responsável pela Novo Rio e pela Fetranspor. Os custos da montagem provisória ficarão a cargo das empresas. De acordo com Osorio, duas pistas já construídas dentro do terreno facilitarão a operação.

— O terminal vai operar com uma quantidade menor de ônibus e estamos vendo os trajetos que eles farão, mas certamente vai gerar pouco impacto porque o terreno está entre a linha do trem e a Quinta da Boa Vista. E os ônibus ficarão todos no terreno. Há espaço, e vamos colocar uma quantidade adequada — afirmou Osorio.

Sobre a construção de um terminal definitivo no local após a Copa do Mundo, o secretário disse que estudos ainda vão apontar a capacidade que a rodoviária poderá ter:

— A princípio, não daria para transferir toda a Nova Rio para lá, mas daria pra dividir e reduziu o impacto dos ônibus no Porto. Os estudos vão mostrar qual o tamanho viável para um terminal ali e quanto é preciso retirar da Novo Rio.

Ele lembrou que a localização do novo terminal é privilegiada porque estará mais próximo dos transportes públicos de alta capacidade:
— Reduzir o impacto no Porto é bom para o funcionamento da cidade, mas o novo terminal também é uma boa solução para os passageiros. Ele integrará com o metrô, os trens e várias linhas de ônibus, o que a Novo Rio não tem. Além disso, a nova passarela ao lado ligará a Radial Oeste ao Maracanã. Ela deve ficar pronta em pouco mais de uma semana e será mais uma facilidade.

A necessidade de uma novo terminal ficou clara durante o feriado da Proclamação da República, quando uma fila dupla de ônibus se formou para embarque e desembarque no terminal Novo Rio.

— Essa fila, antigamente, ficava escondida na Via Trilho. A Via Binário abriu uma cortina para um problema de muitos anos — comentou o secretário.

Logo depois do feriado, o prefeito Eduardo Paes chegou a anunciar a construção de um novo terminal em Vigário Geral, a cerca de 28 quilômetros do Centro, mas a ideia não foi adiante. Na época, a Socicam, concessionária que desde 1990 administra a rodoviária (inaugurada em 1965), disse ver positivamente a construção de um novo terminal, mas ressaltou que era preciso avaliar o fluxo. A média de embarques e desembarques na Novo Rio é de 20 mil por dia, sendo que cerca de 60% do movimento são para Região dos Lagos, Região Serrana e interior.
O desejo de construir um novo terminal não é novo. Em 1987, a Companhia de Desenvolvimento Rodoviário e de Terminais (Coderte) já afirmara que a rodoviária precisava ser substituída "com urgência". A ideia era instalá o novo terminal em um terreno do Dnit. Em 1991, voltou-se a tocar no assunto, mas, mais uma vez, o projeto não saiu do papel. Em 2011, Paes se disse disposto a transferir a Novo Rio para esse mesmo terreno. No ano passado, porém, ele abandonou a ideia de mudança, mostrando-se, em vez disso, favorável à construção de um segundo terminal.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/nova-rodoviaria-em-sao-cristovao-comeca-operar-no-natal-10990066#ixzz2mhyoPe2A 
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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Rio terá R$ 1,2 bilhão para investir no transporte

04/12/2013 - O Globo

O Banco Mundial aprovou nesta terça-feira um empréstimo de US$ 500 milhões (cerca de R$ 1,2 bilhão) para o Estado do Rio desenvolver políticas para melhorar a integração dos diferentes meios de transporte da Região Metropolitana. Segundo nota da secretaria estadual de Fazenda, os recursos serão liberados em uma parcela e investidos em uma agenda de melhoria dos serviços públicos do Governo estadual, principalmente no setor de mobilidade urbana, "para o qual será desenvolvido um plano de integração regional voltado para ônibus, trens, metro, barcas e teleféricos". Ainda segundo a secretaria, a ação permitirá a ampliação do alcance desses modais e beneficiará mais de 11 milhões de pessoas.

O projeto prevê, ainda, a implantação de serviços de monitoramento on line da operação dos diferentes modais. Essas informações serão repassadas simultaneamente aos usuários, gerenciadores e gestores, permitindo o melhor controle e gestão da operação. Com a maior integração dos meios de transporte, como trens e ônibus, haverá ainda a possibilidade de abertura de novas frentes de emprego, tendo em vista que 55% das vagas abertas estão na capital, enquanto que a maioria das famílias de baixa renda se encontra na periferia.

De acordo com o Banco Mundial, o Programa de Aperfeiçoamento da Gestão Pública para Oferta de Serviços no Rio de Janeiro também apoiará a melhoria do planejamento e da supervisão dos gastos públicos, além de um programa especial para expandir o acesso das mulheres às oportunidades sociais e econômicas (a fim de reduzir a violência doméstica e de gênero, usando a infraestrutura de transporte para oferecer serviços sociais de apoio às mulheres). Outro objetivo é contribuir para o aumento do uso de bicicletas e melhorar a segurança nas vias dedicadas a esse meio de transporte.

O empréstimo tem vencimento final de 26 anos e dez anos de carência. Participaram da cerimônia a diretora do Banco Mundial Deborah Wetzel , o governador Sérgio Cabral, o secretário de Estado de Fazenda Renato Villela, a subsecretária de Finanças Rebeca Villagra.









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As notícias veiculadas acima, na forma de clipping, são acompanhadas dos respectivos créditos quanto ao veículo e ao autor, não sendo de responsabilidade do site Revista Ferroviária.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Linha de ônibus vai ligar metrô ao Aeroporto Santos Dumont, no Rio

29/11/2013 - G1

Ônibus com ar-condicionado fará trajeto entre Cinelândia e aeroporto. Além disso, agulha viária será feita para ajudar na circulação de táxis

Ônibus deve começar a circular a partir de 20 de dezembro
créditos: Divulgação

O ministro da Aviação Civil Moreira Franco e o secretário de transportes do Rio de Janeiro, Carlos Roberto Osório, se reuniram nesta quinta-feira (28), no aeroporto Santos Dumont para definir mudanças na logística de chegada e saída de passageiros no local. Medidas como um ônibus com ar-condicionado ligando a região da Cinelândia ao aeroporto, e a construção de uma agulha para táxis que interliga os terminais devem ser implementadas até o dia 20 de dezembro.

Moreira Franco informou que entrou em contato com o secretário de transportes após a piora dos serviços viários no aeroporto. Segundo Franco, pesquisas feitas pelo ministério apontaram que a demora para conseguir um táxi e a desorganização no serviço são as principais reclamações. "As pesssas chegam no fim do dia cansadas e enfrentam uma confusão sem fim e uma gritaria por parte dos balcões das cooperativas de táxi. Isso é ruim para os clientes, para as empresas e para a cidade", disse.


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O objetivo é fazer com que os táxis que saiam do embarque possam retornar para a área de desembarque em menos tempo. "O motorista de táxi atualmente demora 30 minutos para voltar para o desembarque, já que tem que passar pelo Centro do Rio. Agora esperamos reduzir esse tempo para cinco minutos", afirmou.

Outra medida é disponibilizar ônibus de tarifa comum interligando o Santos Dumont a Cinelândia, no Centro, onde há estação do Metrô. A ideia é diminuir a pressão de demanda por táxis no local e, assim, diminuir filas de espera. Essa alternativa já havia sido usada durante a recepção de grandes eventos como a Jornada Mundial da Juventude mas, segundo o secretário, vai ser permanente.

Ministro da Aviação Civil, Moreira Franco, e o
secretário municipal de Transportes, Carlos Osório,
ser reúnem no Rio para falar sobre mudanças no
Santos Dumont (Foto: Guilherme Brito/G1)
A terceira novidade será a unificação do balcão de atendimento das cooperativas para dar conforto e civilidade ao cliente que solicitar uma corrida de táxi no aeroporto. "Não teremos mais essa disputa desorganizada para conseguir passageiros", disse Osório, que pretende aumentar também as faixas de veículos para os taxis e dobrar a capacidade de embarques simultâneos, de 3 para 6.

Mais táxis disponíveis
Osório informou também que vai autorizar o aumento da frota de táxis que atende ao aeroporto. O número deve aumentar de 430 para 600 veículos. "Queremos que o tempo de espera seja de, no máximo, 15 minutos para o táxi."

Alem de Carlos Osório e Moreira Franco, a reunião contou com a presença de representantes de cooperativas de táxi do aeroporto e do secretario nacional de navegação aérea Juliano Norman. O ministro Moreira Franco finalizou a conversa com as autoridades dizendo que pretende fiscalizar se as medidas prometidas estão sendo postas em prática em janeiro do ano que vem.

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Metrô renova sem licitação contrato de manutenção no DF por R$ 43 milhões
PEDESTRE
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terça-feira, 26 de novembro de 2013

Rio inaugura corredor BRS 24 de Maio e ordena mais 15 linhas de ônibus

25/11/2013 - Agência Rio

A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR) e da CET-Rio, inaugura nesta terça-feira (26/11) o BRS 24 de Maio. O mais novo corredor preferencial para coletivos vai ordenar 15 linhas de ônibus com destino à Zona Norte. O objetivo do corredor expresso é aumentar o conforto e eficiência do sistema, reorganizando o trânsito e o transporte público, além de reduzir o tempo de viagem dos usuários.

O BRS 24 de Maio terá 2,8 quilômetros de extensão e começará na Rua São Francisco Xavier, no Maracanã, seguindo pela Rua 24 de Maio até a altura da Rua Souto Carvalho, no Méier. No total, serão oito pontos distribuídos ao longo do percurso do novo BRS.

Desde outubro, passageiros e motoristas estão sendo informados sobre as mudanças. Segundo a CET-Rio, a redução do tempo de viagem nos corredores BRS implantados é de cerca de 20%.

Atualmente, a cidade do Rio possui 33,7 quilômetros de faixas preferenciais de ônibus já em funcionamento. O trabalho é feito em parceira com a Secretaria de Conservação e Serviços Públicos, que realiza a sinalização horizontal, correção e nivelamento de calçadas e meio-fio e recapeamento das vias que não receberam o programa Asfalto Liso.

Todas as linhas foram agrupadas em pontos específicos com numeração
de BRS3 até BRS6, conforme descritas abaixo:

BRS3

454 - Méier - Prado Júnior
455 - Méier - Copacabana (via Parque do Flamengo)
456 - Méier - General Osório (via Túnel Santa Bárbara)
457 - Abolição - General Osório (via Túnel Santa Bárbara)
458 - Méier - Praia de Botafogo (via Túnel Santa Bárbara)
459 - Abolição - Praia de Botafogo (via Túnel Santa Bárbara)

BRS4

239 - Água Santa - Castelo (via 24 de Maio)
247 - Camarista Méier - Passeio
249 - Água Santa - Carioca
254 - Praça XV - Madureira
2251 - Castelo - Engenho de Dentro

BRS5

363 - Vila Valqueire - Praça XV (via Dias da Cruz)
383 - Tiradentes - Realengo (via Sulacap)
391 - Padre Miguel -Tiradentes

BRS6

627 - Saens Peña - Inhaúma

Próximos BRS que serão implantados:

- Corredor BRS Marechal Rondon
Extensão: 3,9km

- Corredor BRS Humaitá - Botafogo
Extensão: 3,8km

- Corredor BRS Botafogo - Humaitá
Extensão: 3,8km
- Corredor BRS Tijuca - Estácio
Extensão: 4,2 km

BRS já implantados:

- BRS Copacabana

Trecho - Avenida Nossa Senhora de Copacabana - Inaugurado em fevereiro de 2011

Trecho - Barata Ribeiro e Raul Pompéia - Inaugurado em abril de 2011

- BRS Ipanema - Leblon

Trecho - Avenida Ataulfo de Paiva e Rua Visconde de Pirajá - Inaugurado em agosto de 2011

Trecho - Rua Prudente de Morais e Avenida General San Martin - Inaugurado em outubro de 2011

- BRS Presidente Antônio Carlos e Primeiro de Março - Inaugurado em dezembro de 2011

- BRS Rio Branco - Inaugurado em dezembro de 2011

- BRS Presidente Vargas - Pistas Centrais - Inaugurado em março de 2012

- BRS Presidente Vargas - Pistas Laterais - Inaugurado em abril de 2012

- BRS Largo da Carioca - Tijuca
Trecho - Largo da Carioca - Estácio - Inaugurado em agosto de 2013
Trecho - Estácio - Tijuca - Inaugurado em setembro de 2013

- BRS Estácio - Carioca - Inaugurado 24 de outubro de 2013

Horário de funcionamento:

Das 6h às 21h (dias úteis)
Das 6h às 14h (sábados) - Com exceções dos BRS Presidente Vargas
(pistas centrais e laterais), do BRS Estácio - Carioca e do trecho Largo
da Carioca - Estácio (que faz parte do BRS Largo da Carioca - Tijuca).

MS

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Corredor BRS 24 de Maio será inaugurado nesta terça-feira

26/11/2013 - Agência Rio

O corredor BRS 24 de Maio será inaugurado nesta terça-feira (26), com o objetivo de reorganizar o trânsito e o transporte público, além de reduzir o tempo de viagem dos usuários. O corredor BRS 24 de Maio vai ordenar 15 linhas de ônibus com destino à Zona Norte.

O mais recente corredor terá 2,8 quilômetros de extensão, começando na Rua São Francisco Xavier, no Maracanã, seguindo pela Rua 24 de Maio, até a altura da Rua Souto Carvalho, no Méier. No total, serão oito pontos distribuídos ao longo do percurso do novo BRS. Desde outubro, passageiros e motoristas estão sendo informados sobre as mudanças. Segundo a CET-Rio, a redução do tempo de viagem nos corredores BRS implantados é de cerca de 20%.

Atualmente, a cidade do Rio possui 33,7 quilômetros de faixas preferenciais de ônibus já em funcionamento. O trabalho é feito em parceria com a Secretaria de Conservação e Serviços Públicos, que realiza a sinalização horizontal, correção e nivelamento de calçadas e meio-fio e recapeamento das vias que não receberam o programa Asfalto Liso.

O BRS funciona nos dias úteis, das 6h às 21h, e aos sábados, das 6h às 14h, com exceções dos BRS Presidente Vargas (pistas centrais e laterais), do BRS Estácio – Carioca e do trecho Largo da Carioca – Estácio (que faz parte do BRS Largo da Carioca – Tijuca).

Todas as linhas foram agrupadas em pontos específicos com numeração de BRS3 até BRS6, conforme descritas abaixo:

BRS3
454 – Méier - Prado Júnior
455 – Méier - Copacabana (via Parque do Flamengo)
456 – Méier - General Osório (via Túnel Santa Bárbara)
457 – Abolição - General Osório (via Túnel Santa Bárbara)
458 – Méier - Praia de Botafogo (via Túnel Santa Bárbara)
459 – Abolição - Praia de Botafogo (via Túnel Santa Bárbara)

BRS4
239 – Água Santa - Castelo (via 24 de Maio)
247 – Camarista Méier - Passeio
249 – Água Santa - Carioca
254 – Praça XV - Madureira
2251 – Castelo - Engenho de Dentro

BRS5
363 – Vila Valqueire - Praça XV (via Dias da Cruz)
383 – Tiradentes - Realengo (via Sulacap)
391 – Padre Miguel -Tiradentes

BRS6
627 – Saens Peña - Inhaúma

sábado, 23 de novembro de 2013

Antiga Linha 457 (Vila Valqueire - Copacabana)

11/08/2011 - Blog Menos um carro

MADUREIRA E CASCADURA NÃO TÊM ÔNIBUS PARA COPACABANA
 
NA DÉCADA DE 70, CHEGOU A EXISTIR UMA LINHA 457 LIGANDO VILA VALQUEIRE A COPACABANA, PASSANDO POR MADUREIRA E CASCADURA. 

O descaso das autoridades do transporte coletivo - que apelaram para a decadente e desnecessária padronização visual dos ônibus cariocas - faz com que determinados ramais de ônibus, bastante necessários e funcionais, no entanto não sejam adotados em novas linhas de ônibus. 

Não dá para entender por que bairros importantes como Madureira e Cascadura não conseguem mais ter um ramal de ônibus para Copacabana e Ipanema. Até tiveram uma chance de ligação por ônibus na década de 70, mas inexplicavelmente, acabou. 

Trata-se da antiga linha 457 Vila Valqueire / Copacabana, sem a menor relação com a 457 atual, a não ser pela coincidência de percurso pelo Méier e pelo Túnel Santa Bárbara e pelo fato de se destinar a Copacabana (a atual 457 vai até Ipanema). 

Operada pela Transportes Uruguai, a linha passava pelo Campinho e daí por Madureira e Cascadura. Era uma linha funcional, mas inexplicavelmente foi extinta, num dos casos absurdos de linhas funcionais extintas. 

A 442 Lins / Urca, pelo menos, teve sua extinção justificada pelo elitismo dos moradores da Urca, que não queriam "farofeiros" no bairro. Uma extinção justificada pelo preconceito, injusta e discriminatória, mas dotada de algum motivo, por cruel que seja. 

Já a antiga 457 nem motivo real de extinção foi feito. Apenas a desculpa de "não ser rentável", provavelmente. A atual 457 Abolição / General Osório é funcional à sua maneira, como disse o amigo Marcelo Delfino, porque a Abolição já possui uma demanda forte à parte. O que deveria ser feito é uma outra linha que viesse de, pelo menos, Cascadura. 

Até agora, Madureira e Cascadura só vão para a Zona Sul através da linha 755 Cascadura / Gávea, que pega apenas um pedaço do Leblon. Mas para Copacabana e Cascadura, até agora, nada de linha direta. 

Mas a recente criação de uma variante tola da 457, Abolição / Praia de Botafogo - teria sentido se a prefeitura carioca tivesse criado uma variante da 298 Acari / Castelo para a Praia de Botafogo, podendo até ter nome curioso: "Fazenda Botafogo / Botafogo" - , só mostra o quanto as autoridades agem diante da ligação Zona Norte-Zona Sul por ônibus: com descaso ou paliativos. 

Pois é uma mentalidade que é capaz de criar muitas linhas da Central para a Zona Sul, mas é ainda indiferente à ligação de Madureira e Cascadura para Copacabana e Ipanema. Demanda para as duas duplas de bairros não falta, e, com a máxima certeza, é muito grande. 

Ela se dissolve pelo transporte intermediário por trens, metrô ou mais de um ônibus, mas de fato existe uma demanda fortíssima que mora ou trabalha em Cascadura e Madureira e que trabalha ou mora em Copacabana e Ipanema. 

É uma demanda que, aliás, nem tem muito dinheiro assim para pagar quatro ônibus por dia, e, dependendo do salário, nem o Bilhete Único consegue compensar os grandes gastos por transporte. 

Portanto, cabe às autoridades pensarem em implantar a ligação direta, por ônibus, de Madureira e Cascadura para Copacabana e Ipanema. O Rio de Janeiro agradecerá. 

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Local proposto para nova rodoviária fica a 28 km do Centro

19/11/2013 - O Globo

Em meio à adaptação dos motoristas às recentes e robustas mudanças de trânsito na Zona Portuária, o prefeito Eduardo Paes trouxe de volta, nesta segunda-feira, um projeto que tem tudo para trafegar em polêmica, mas que andava em ponto morto: a construção de uma nova rodoviária, provavelmente em Vigário Geral. Em entrevista ao "Bom Dia, Rio", da TV Globo, Paes afirmou que a Rodoviária Novo Rio já não absorve a demanda da Região Metropolitana. Segundo ele, há um estudo para as novas instalações, que ficaram a cerca de 28 quilômetros do Centro.

- A cidade precisa de uma nova rodoviária, urgente. Essa rodoviária (Novo Rio) não absorve a demanda. Estamos estudando. Teremos vários terminais ao longo do BRT Transbrasil. A gente pensa na área do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes), no início da Dutra - disse o prefeito.

Quem conduz o processo de aquisição do terreno é o secretário estadual de Transportes, Júlio Lopes. Ele informou que, há um mês, a Secretaria Geral do Patrimônio da União deu o primeiro sinal para a transferência de um terreno, de 650 mil metros quadrados, no quilômetro zero da Rodovia Presidente Dutra, próximo ao Trevo das Margaridas.

- É uma área importantíssima. Hoje, há um fluxo de trânsito de pessoas moradoras da Baixada Fluminense muito intenso, em viagens, por exemplo. Não tem cabimento precisarem vir até a Novo Rio para voltarem. Estamos nos trâmites finais do acerto para a transferência - explicou Lopes, acrescentando que serão estudadas as linhas de ônibus a serem remanejadas para o novo terminal, já que a Novo Rio não será desativada.

Especialista sugere audiência pública

O projeto não conta apenas com a construção da rodoviária, segundo ele. Há a ideia de se construir um parque municipal e um centro de referência para a Polícia Rodoviária Federal, além de um centro de distribuição de cargas:

- Haverá um centro de fracionamento e direcionamento de cargas também. Carretas grandes não entrarão mais na cidade. As cargas serão distribuídas em veículos mais leves, para que possam entrar na cidade sem causar tantos transtornos.

O secretário municipal de Transportes, Carlos Roberto Osorio, vê com bons olhos o projeto de um novo terminal rodoviário:

- Como ficou comprovado na quinta e sexta-feira, o terminal não tem capacidade de absorver o movimento de pico. Sua localização é muito próxima à chegada ao Centro. No Trevo (das Margaridas), a logística seria melhor. De lá, distribuiríamos melhor os passageiros para as diferentes zonas da cidade. E o BRT Transbrasil alimentaria a rodoviária.

Para o engenheiro de transportes Fenando MacDowell, a ideia é boa, mas é preciso um sério planejamento:

- Não se pode imaginar que haja um estudo sobre o terminal mas não sobre os impactos. Como os passageiros vão chegar (à rodoviária)? A tarifa vai aumentar? Está entre os projetos para os quais se faz necessária uma audiência pública.

A Socicam, concessionária que desde 1990 administra a rodoviária (inaugurada em 1965), disse ver positivamente a construção de um novo terminal. Mas ressaltou que é preciso avaliar o fluxo. A média de embarques e desembarques é de 20 mil por dia, afirmou Beatriz Lima, assessora de imprensa da Socicam. Ela explicou que cerca de 60% do movimento são para Região dos Lagos, Região Serrana e interior:

- Pode haver uma divisão para atender a uma parte da população.

Em nota, a concessionária negou que a capacidade operacional da rodoviária tenha sido ultrapassada na quinta-feira, atribuindo os atrasos aos congestionamentos das principais vias de acesso à rodoviária (Av. Brasil e Linha Vermelha), às interdições de ruas importantes no entorno do terminal e ao excesso de veículos na Ponte.

Passageiros aprovam construção

A preocupação com o trânsito na Zona Portuária levou Paes a autorizar, no sábado, Osorio a fazer bloqueios nos acessos à Novo Rio para evitar a entrada de ônibus além da capacidade do terminal. No fim da noite de quinta e na manhã de sexta-feira, a região em volta da rodoviária registrou longas filas de ônibus esperando para desembarcar ou embarcar passageiros, e o secretário acusou a Novo Rio de overbooking. Com as barreiras, a prefeitura queria evitar que o trânsito da volta do feriadão se somasse ao fluxo normal de veículos.

Paes criticou ainda as "rodoviárias" ilegais que operam ao lado da Novo Rio e levam passageiros em vans para diversas áreas do estado. Ele disse que aumentará a fiscalização para coibir a prática.

Os usuários são favoráveis a uma nova rodoviária.

- Saímos às 4h de Cabo Frio. Para ir para São Paulo, precisamos vir para cá. Ficamos quase o tempo da viagem para conseguir chegar à rodoviária, por causa do engarrafamento. Vai ser muito bom ter uma nova rodoviária num lugar que não cause tanto tumulto - disse a bancária Camila Felícia do Val.

Neta segunda pela manhã, o fluxo de passageiros foi tão intenso que o tempo de espera por um táxi chegou a uma hora e meia. O diretor-presidente da cooperativa da táxi Novo Rio Cop, Marcos Bezerra, disse que os veículos tinham muita dificuldade para chegar à rodoviária:

- Foi um dia atípico. Além do grande número de pessoas retornando do feriado, tivemos também o fechamento de vias importantes. Mas isso serve de alerta para o que pode acontecer nos grandes eventos. Estamos providenciando o reforço da frota.

Uma das pessoas na fila era a residente de farmácia Ingrid Ambrósio, vindo de São Paulo:

- Pensam só nos grandes eventos e esquecem de quem mora aqui.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Linhas Especiais com Ar-Condicionado (frescões)


Seis linhas que passavam pela Atlântica circularão pela faixa exclusiva para ônibus em Copacabana

17/02/2011- R7

Serviço começa a operar no próximo sábado
  
Evelyn Moraes, do R7

Divulgação / Prefeitura
Mapa linhas de ônibus
Mapa linhas de ônibus
Tabela fixada nos pontos de ônibus vai indicar o número das linhas que param nos pontos de ônibus

Com a implantação do BRS (Bus Rapid Service), que significa serviço rápido de ônibus, que será implantado a partir do próximo sábado (19) na avenida Nossa Senhora de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, seis linhas que trafegavam pela avenida Atlântica passarão a circular pela faixa exclusiva para ônibus da avenida Nossa Senhora de Copacabana. Com isso, apenas ônibus de 13 linhas ainda vão trafegar pela avenida Atlântica. 

Veja a lista abaixo dos ônibus que continuarão passando pela avenida Atlântica: 

2333 (ex-1133) Recreio – Castelo (via avenida das Américas) 
2334 (ex-1134) Campo Grande – Castelo (via estrada da Ilha e Barra da Tijuca) 
SV2334 (ex-1134) Campo Grande – Castelo (via Barra da Tijuca/Cachamorra) 
2338 (ex-1134) Campo Grande – Castelo (via estrada do Magarça) 
2335 (ex-1135) Santa Cruz – Castelo (via Barra da Tijuca) 
2337 (ex-1135) Santa Cruz – Castelo (via Sepetiba) 
318 (ex-2016) Barra Sul – Castelo 
2018 Aeroporto Internacional – Alvorada 
2015 Castelo – Leblon (circular) 
2017 Rodoviária – Leblon (circular) 
332 (ex-2113) Castelo – Taquara (via Barra da Tijuca) 
SP332 (ex-2113) Taquara – Copacabana (circular) 
336 (ex-2113) Pechincha – Castelo (via Itanhangá) 

Como identificar os pontos? 

Todos os 15 pontos de ônibus serão nomeados individualmente e sinalizados com identidade visual própria, que, além de informar todas as linhas que param ali, informa as que param em pontos próximos. 

Como identificar os ônibus? 

Na frente de cada ônibus haverá um adesivo com a sigla BRS e um número, que pode ser 1, 2 ou 3, correspondente aos pontos da avenida em que ele para. 

Com seis paradas, 15 linhas BRS 1 são do consórcio Intersul (cor amarela) que ligam a zona sul ao Centro: a 119 (Praça 15 x Copacabana) e a 154 (Central x Ipanema), por exemplo. Também com seis paradas, as 28 linhas BRS 2 interligam bairros dentro do consórcio Intersul: a 415 (Usina x Leblon) e a 464 (Maracanã x Leblon) estão entre elas. 

Com três paradas, a BRS 3 são operadas pelos consórcios Internorte (cor verde), Santa Cruz (cor vermelha) e Transcarioca (cor azul). Estes pontos ficarão próximos às estações de metrô Cantagalo, Siqueira Campos e Cardeal Arcoverde. 

As variantes das linhas que possuam mais de um itinerário (ex. linha 154 - Central-Ipanema - e 154 - Central-Ipanema (via Santa Bárbara) passarão a ser identificadas com números distintos. A 154 regular permanece com o número original e a variante torna-se uma linha independente com a numeração distinta, no caso 155. 

Tabela ficará fixada nos pontos 

Uma tabela fixada nos pontos de ônibus vai indicar o número das linhas que param nos locais. Em uma tabela menor, o passageiro poderá verificar quais coletivos fazem a parada no ponto seguinte e ainda o mapa de localização do outro ponto. 

De acordo com a Secretaria Municipal de Transportes, os pontos de ônibus foram reordenados em três grupos. A distância de um para o outro é de aproximadamente 750 metros. 

BRS 1:
 
119 Praça XV-Copacabana 
121 Central-Copacabana (circular) 
123 Praça Mauá-Jardim de Alah (circular) 
124 (ex-125) Jardim Botânico (Horto)-Central (via Copacabana) 
125 Central-General Osório (via Aterro do flamengo) (circular) 
126 Rodoviária-Copacabana (via Túnel Santa Bárbara) 
127 Rodoviária-Copacabana 
128 Rodoviária-Gávea (via Copacabana) 
132 Central-Leblon (via Aterro do Flamen go) (circular) 
136 Rodoviária-Copacabana (via Leopoldina) (circular) 
154 Central-Ipanema 
155 (ex-154) Central-Ipanema (via Túnel Santa Bárbara) 
177 Praça Mauá-São Conrado 
161 (ex-571) Lapa-Leblon (via Jóquei) (circular) 
162 (ex-572) Lapa-Leblon (via Copacabana) (circular) 

BRS 2:
 
413 Muda-Jardim de Alah (via Aterro do Flamengo) 
415 Usina-Leblon (circular) 
426 Usina-Jardim de Alah (Túnel Santa Bárbara) 
432 Vila Isabel-Leblon (Túnel Santa Bárbara) 
433 Vila Isabel-Leblon (via Copacabana) 
434 Grajaú-Leblon 
435 Grajaú-Gávea (Túnel Santa Bárbara) 
464 Maracanã-Leblon 
473 São Januário-Lido (via Túnel Rebouças) 
441 (ex-473) Caju-Lido (via São Cristóvão) (circular) 
474 Jacaré-Jardim de Alah 
503 Botafogo-Alto Leblon (via Copacabana) (circular) 
511 Urca-Leblon (via Jóquei) (circular) 
512 Urca-Leblon (via Copacabana) (circular) 
521 São Conrado-Botafogo (via Copacabana) (circular) 
522 São Conrado-Botafogo (via Jóquei) (circular) 
569 Largo do Machado-Leblon (via Jóquei) (circular) 
570 Largo do Machado-Leblon (via Copacabana) (circular) 
573 Glória-Leblon (via Jóquei) (circular) 
574 Glória-Leblon (via Copacabana) (circular) 
583 Cosme Velho-Leblon (via Jóquei) (circular) 
584 Cosme Velho-Leblon (via Copacabana) (circular) 
590 (ex-591) Copacabana-Leme (circular) 
591 São Conrado-Leme (via Copacabana) (circular) 
593 Leme-São Conrado (via Rocinha) (circular) 
445*(ex-S 04) Morro do Alemão-Copacabana (via Túnel Santa Bárbara) (circular) 
442* (ex-S 011) Maré-Copacabana (via Praça Mauá) (circular) 
443* (ex-S 012) Maré-Leblon (via Central) (circular) 
444* (ex-S 028) Maré-Copacabana (via Túnel Santa Bárbara) (circular) 

BRS 3:
 
308 (ex-175) Central-Barra da Tijuca (via Copacabana e Av. das Américas) 
314 (ex-175) Central-Recreio dos Bandeirantes (via Copacabana/Av. das Américas) 
402* (ex-292) Engenho da Rainha-Gávea 
382 Carioca-Piabas (via Av. Benvindo de Novaes) 
387 Marambaia-Carioca (via Barra da Tijuca) 
455 Méier-Copacabana (via Parque do Flamengo) 
SP455 (ex- 455) Engenho Novo-Copacabana (via Parque do Flamengo) 
456 Norteshopping-General Osório (via Túnel Santa Bárbara) 
457 Abolição-General Osório (via Túnel Santa Bárbara) 
484 Olaria-Copacabana (via Parque do Flamengo) 
SPA484 (ex-484) Bonsucesso-Copacabana 
SPB484 (ex-484) Parque Oswaldo Cruz-Copacabana 
403 (ex-484) Copacabana-Bonsucesso 
483 (ex-484) Penha-Copacabana 
485 Penha-General Osório (via Túnel Santa Bárbara) 
404 (ex-485) Cordovil-Leblon (via Avenida Brasil) 
486 (ex-485) General Osório-Fundão (circular) 
523 Alvorada-Leme (via Copacabana) (circular) 
557 Rio das Pedras-Copacabana (circular) 
354 (ex-750) Cidade de Deus-Praça XV 
360 (ex-S 020) Carioca-Recreio dos Bandeirantes

sábado, 16 de novembro de 2013

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Empresários de ônibus dizem que redução na tarifa impediu a renovação da frota no Rio

12/11/2013 - O Globo

Cláudio Callak e Jacob Barata Filho reclamam de quebra do contrato com a prefeitura, dizem que foram demonizados e afirmam que o serviço é o melhor da América Latina

RIO - Camisa polo Lacoste, iPad numa mão, iPhone na outra, um despojado Jacob Barata Filho se apresenta, antes da entrevista, na sede da Fetranspor, no Centro do Rio. A informalidade aparente não camufla o poder que exerce no setor, herança do pai, Jacob Barata, 81 anos — combalido, depois de uma cirurgia cardíaca, ainda na direção, mas já fora do comando de grande parte das empresas. Jacob, o filho, conduz a repórter à sala principal da federação, onde já estava outro empresário, Cláudio Callak, gestor do consórcio Intersul, que administra o ir e vir dos ônibus na Zona Sul carioca. Perto de fazer 60 anos, Barata comanda a segunda geração do maior grupo empresarial do setor no Estado do Rio. Aos 44, Callak — genro de Anibal de Sequeira, morto aos 77 anos, em 2009 — representa a terceira linhagem do grupo Real.

No comando dos passos claudicantes — ora galopantes, ora cambaleantes, segundo sustentam seus donos — do sistema de transporte público do Rio, os empresários, assumidamente avessos a aparições, revelam (parte) de sua face. A falada. Em uma hora e vinte minutos de conversa, Barata e Callak, no mesmo estilo informal, respondem sobre as mudanças de gestão, historicamente intuitiva, para um modelo mais profissional; revelam o desgaste com o que chamam de "demonização" do setor durante as manifestações; queixam-se da redução de R$ 0,20. E não se deixam fotografar.

Alvo de estigmas que associam o sistema à "caixa preta" e a uma máfia (até duas semanas atrás, a referência existia até mesmo na Wikipedia, no verbete de Jacob Barata, o pai), os empresários reagem: "Que mafioso de m., sou eu, investigado por CPI, por TCM, com tarifa reduzida", diz Callak, que chegou a se aventurar incógnito entre manifestantes, num dos dias de protesto em frente à Câmara dos Vereadores do Rio, para observar a turba.

Barata, com fala mansa e calculada, deixa claro o desconforto ao falar pela primeira vez sobre os protestos durante o casamento de sua filha, Beatriz, em julho, no Copacabana Palace. "É cruel", sintetiza. O tom rosa da pele fica mais forte, diante da pergunta sobre a pecha de "rei dos ônibus", título que "herdou do pai". "Só se eu for um rei falido... Com 11% do sistema".

Em que, de fato, mudou a gestão das empresas do setor desde o período artesanal, mais intuitivo, até os dias de hoje?

Jacob Barata Filho: O grupo do Cláudio se profissionalizou bem antes do nosso.

Cláudio Callak: Eu já faço parte de uma terceira geração da empresa, que não necessariamente nasceu dentro do negócio. Acabou encaixando muito bem com esse momento que estamos vivendo, de transição. Acho que toda empresa que foi, em algum momento, familiar, tem que passar por essa transição. Todos os modais já são profissionalizados. A única coisa que talvez a gente não tenha sabido fazer ao longo desse tempo foi a comunicação disso. Exatamente porque quem está do lado de fora parte de um preconceito. Eu, por exemplo, às vezes vou em um lugar, o cara para, me olha e pergunta: cadê o português? Hoje há bons profissionais dentro do sistema. É uma estruturação que está acompanhando a cidade. A gente é um serviço concedido, e somos também um reflexo do nosso concedente. O que talvez não haja é a comunicação, a velocidade, a percepção, a paciência das pessoas. No passado tinha lá o empreendedor. Em algum momento ele se percebeu em um país diferente, deu certo. Aí veio o governo e encampou tudo. Os que tiveram mais ímpeto sobreviveram. E em um determinado momento na cidade, todo mundo é sequestrado. Aí vai o cara se esconder embaixo da mesa de novo. Chega o terceiro momento, e, por mais profissionalizado que esteja, o empresário não tem mais coragem...

O senhor está falando das manifestações?

Callak: Sim. Esse momento que se confunde também com o momento político, mas que o empresário não tem mais força e coragem para vir a público, dizer em que investiu, o quanto investiu. A gente, se disser o quanto investiu, é como um palavrão. Como se ter lucro fosse como cometer um crime. Há uma preparação dos sucessores, que não necessariamente são da família. Todo mundo imagina que 100% do negócio está na mão do português e do filho do português. Não é isso mais. As empresas têm gestores contratados, com cursos de gestão em transportes, que estão fazendo o negócio acontecer, e em determinado momento estão sendo criminalizadas.

Barata: Eu sou muito próximo da primeira geração, vou fazer 60 anos no ano que vem. Estudei Engenharia de Produção, me formei em 1977. Tivemos um perfil associativo. Aproveitávamos uma empresa que não estava dentro do mercado, mas que tinha sócios com qualidade de gestão, entrávamos nessa empresa comprando parte dela e aplicávamos o modelo de gestão. Com isso nós entramos em participação em diversas empresas, que mudavam de perfil e de rentabilidade. Participamos de diversas empresas, com associações de 5% a 80%, dependendo do perfil.

Mas por que tanta pulverização? Não é uma forma disfarçada de monopólio?

Barata: Você diversifica o risco. Você ganha mais trabalho, mas ao mesmo tempo dificilmente vai ter tudo correndo mal. Tanto é que, quando houve a encampação, no governo (Leonel) Brizola, nós tivemos duas empresas encampadas, mas já participávamos de várias outras. Por isso continuamos no game. Nós já vínhamos do setor de revendas de automóveis. Automaticamente foi ampliando para a revenda de ônibus. Foi a forma de verticalizar um pouquinho o setor de transportes. Chegou um determinado momento que esses antigos gestores, que eram a geração do papai, começaram a ficar com mais idade, os filhos foram crescendo, e nós fizemos uma seleção natural. O "filho do português", que tinha inteligência e preparo para assumir, assumiu e hoje é o diretor da empresa. Temos várias empresas em que o "filho do português" é diretor, é sócio e continua lá. E em outras, não. A segunda geração não tinha preparo, não queria, e fomos ao mercado procurar profissionais. E temos hoje empresas funcionando totalmente profissionalizadas. O nosso grupo hoje se assemelha muito a um fundo de transporte. Temos empresas que têm 40 sócios. São os filhos desses antigos sócios. Cada um tem suas açõezinhas, seus dividendos. Funciona como um investimento em ações. A gente tem mais de 90 sócios só no município do Rio de Janeiro. Esse é um investimento de uma família, tá certo? Um pai, quatro filhos, treze netos (todos eles já na faixa de trinta anos). Então é um núcleo familiar, mas são pessoas individuais, cada um tem sua família, e tem participação nesses negócios. Independentemente disso, temos sócios em Portugal, no Ceará, no Rio. Uma filha minha está tomando conta de um negócio no Ceará, a outra em Brasília. Mas não existe o Jacob Barata. Hoje existe o Jacob Barata, os parentes do Jacob Barata e um monte de profissionais contratados, que tocam isso. Ele não é majoritário nessas empresas. Mas tem uma liderança.

Mas quantos efetivamente tocam o negócio, têm influência?

Barata: Em metade das empresas conseguimos criar a sucessão em cima dos filhos de sócios, de familiares. A outra metade, profissionalizamos. Essa geração já vem com formação acadêmica, com curso de especialização.

A despeito de tudo isso, a imagem do setor atingiu o ápice da negatividade no começo das manifestações...

Callak: O Brasil virou o centro da atenção mundial. O Rio, por consequência. O dinheiro começou a fluir pelas ruas do país. As pessoas começaram a ter um nível de vida melhor. Para muitas pessoas, o único momento que para refletir sobre o que há de bom e de ruim na vida é justamente no trajeto. Não é uma lógica que a gente desenvolveu: o cara morar na Zona Oeste e levar duas horas para chegar ao trabalho na Zona Sul. A cidade se subdesenvolveu dessa forma. O camarada passa essas duas horas pensando na vida, no engarrafamento. O Rio tem a frota mais nova do país inteiro. Mas a reclamação é do Nordeste ao Sul. Ao mesmo tempo há um discurso ideológico e demagógico muito grande por trás disso, que o cara quando não tem saída fala mal de transporte. Chegou no limite em que as pessoas não sabem mais o que discutem. No auge da crise, eu dei um pulo ali na Câmara dos Vereadores, quando o pessoal estava acampado. E tinha, colado na parede, desde "Salve as baleias" até "Abaixo o transporte". O pessoal não sabe precisamente por que está protestando. O transporte passou a ser figura central. Mas é óbvio que tem erros...

A questão da transparência, da comunicação com a sociedade, não é um deles?

Callak: É. Na verdade, toda essa dinâmica está nos impondo um aprendizado muito forte. Você tem, como o Jacob citou aqui, todo um processo de primeira geração, cultural, que tem que ir acompanhando. Até porque não dá para virar para o cara do passado e dizer: você estava errado e eu estou certo. Você passa a olhar isso e fazer a seguinte reflexão: onde eu errei? Errei na comunicação? Errei na "transparência"? Mas do outro lado tinha alguém que queria me ouvir? A gente não aprendeu a se comunicar nem com quem se comunicar.

Jacob: Na parte da comunicação, chegamos a tentar várias vezes. A intenção de divulgar o que estava sendo feito começou um pouco antes do governo Brizola. Aí o que aconteceu? Veio a encampação. Aí pensamos: bom, estamos em um governo adverso, vamos ficar quietinhos. Foram sete anos de reconstrução. Quando começamos a voltar a nos comunicar novamente, surgiram as primeiras kombis. Aí começou um processo de insegurança muito grande, eu tive um irmão sequestrado, seu Anibal foi sequestrado. Eu mesmo disse: "Pessoal, temos que sumir. Não pode existir empresário. As pessoas não podem saber nem o nome dos empresários". Aí a gente submergiu novamente. Esse sobe e desce do transporte, e essa condição política de uma inconstância muito grande desde que o Rio deixou de ser capital, de um esvaziamento econômico, de governos experimentais, porque o Rio sempre foi oposição e sempre quis experimentar o diferente, que nem sempre é o ideal, fizeram a gente ter que navegar de acordo com a onda. A gente presta contas em um serviço que o governo nos contrata para fazer. Mas a gente só pode prestar o serviço que o governo nos paga para fazer. Não dá para gastar mais do que a gente recebe. Nós passamos por momentos de achatamentos tarifários violentos, de desregulamentação. Você é quase como um camaleão.

Nesse momento agora surge uma...

Jacob: Demonização.

Eu ia dizer uma personalização. Os nomes de familiares seus foram parar nas ruas, em especial depois do casamento no Copacabana Palace...

Jacob: A personalização é uma técnica para tentar desmontar o setor. O nosso nome especificamente aparece muito por quê? Como a gente vem participando da criação dessa estrutura há 50 anos, e eu tenho o mesmo nome do meu pai, fica parecendo até aquele efeito do fantasma, né? O pai com o nome do filho e o pessoal confunde quem é um, quem é o outro. Quando as pessoas chegam nas diversas associações de classe, nós estamos presentes. Nós participamos da construção, da profissionalização. Como nosso perfil é de associação, quando você chega em diversas empresas, temos participação também. Então, é um nome que está presente na federação, na Riônibus, em diversos estados, em diversas empresas. Se você quer detonar um setor, qual a melhor estratégia? Personificar o setor numa pessoa e tentar detonar aquela pessoa. A personificação é uma técnica. É altamente desconfortável, ainda mais quando envolve família. E, olha, o trabalho que a gente fez desde que começou a tocar as empresas de transporte pode não ser o melhor do mundo, mas com certeza da América Latina. E no Grande Rio, nossas empresas têm um bom nível de qualidade. Isso não é nem justo.

A Dona Baratinha virou personagem das passeatas...

Barata: Eu estudei no colégio Marista, na época da ditadura. Acabei entrando no movimento estudantil. Quando me dei conta, estava sendo convidado para treinamento de guerrilha na Colômbia. Fui presidente de grêmio. Você entra na brincadeira, para namorar. Essa técnica de personificar eu conheço. Mas é cruel. É uma forma de desmontar a liderança. Foi o que o (Leonel) Brizola fez.

Qual o nível de preocupação dos senhores com a qualidade da mão de obra? São inúmeros os casos relatados de falta de preparo dos motoristas...

Barata: Vou te relatar qual é o pior problema que nós temos nesse momento. Temos uma falta muito grande de mão de obra. Com o término da violência no Rio, e o crescimento econômico, os setores passaram a ter mais atividade. Principalmente os de logística e de transporte de carga. Com isso, eles começaram a recrutar mão de obra e a pagar salários muito acima daqueles que eram praticados no setor de transportes de passageiros. Então hoje, quando um motorista nosso ganha em torno de R$ 2 mil, um motorista de transporte de carga ganha quase 50% a mais. Historicamente, o nosso motorista chegou a ganhar cinco salários mínimos. Tivemos um achatamento real. Quem dá o tom do que pode pagar em cada setor é a tarifa que o usuário está pagando. E se a tarifa hoje paga o custo do transporte, porque nós não temos nenhum tipo de subsídio, isso fez a gente ter que enxugar os custos para competir com os clandestinos, que não tinham imposto, nem nada. Infelizmente isso acabou caindo em cima da mão de obra. Cada empresa nossa forma uma média de 40 motoristas por mês. Só que tem uma evasão enorme. Ele recebe proposta e sai.

Existe alguma estratégia para driblar isso, sem mexer na tarifa?

Barata: Estamos mexendo violentamente com a bilhetagem. Estamos procurando formar todos os nossos cobradores para serem motoristas, para procurar, com esse custo do cobrador, que hoje talvez represente 15% da tarifa, poder reverter isso em salário para os motoristas. Só quando você tiver esse salário em linha vai conseguir reter essa turma. Nas nossas empresas, 50% têm mais de cinco anos de casa. Os outros 50% têm no máximo três anos de casa. Há uma rotatitividade alta. E são esses que fazem besteira no meio da rua. E que trazem uma imagem péssima pra gente. Mas não há como pagar um salário ao menos 30% acima do praticado hoje sem a contrapartida tarifária.

Não há uma maneira de treinar, mesmo com baixos salários, para que eles, submetidos ao estresse, se comportem de forma diferente?

Barata: Nós já tivemos vários incêndios no setor. O setor tarifário é esquemático. Ele vem em um nível e na queimada (crises conjunturais) tinha que submergir. E submergia em qualidade também. Nessa queimada do transporte clandestino, foi um momento em que o setor mergulhou e caiu de qualidade direto. Há alguns anos, chegamos a fazer aulas de meditação antiestresse, ensinando o motorista a meditar, quando estivesse no trânsito. A melhor qualidade que posso ter no ônibus é passar menos tempo dentro dele. A questão é que na hora que você tem uma desregulamentação e precisa sobreviver, infelizmente tudo o que você pode enxugar você enxuga. E não enxuga só despesa, enxuga custo. Coisa que você teria que ter, mas não está podendo, porque a qualidade do serviço que você está prestando não está sendo paga. Não fecha a conta.

A redução dos R$ 0,20, então, na avaliação dos senhores, agravou este quadro?

Barata: Com certeza. Já atrasamos a renovação de frota.

Callack: Atrasou muito a renovação de frota e a coragem de renovação de frota. Mas na questão do motorista, há uma lógica de achar que a gente não dá treinamento. Eu treino um motorista de 35, 40 anos, que é a média de idade dele. Muita coisa vem com ele. O verdadeiro dono da minha empresa é o motorista. É um dos poucos negócios que está na rua e o cliente está correndo atrás para comprar. E é ele que toma decisão se vai vender aquilo ali ou não. Então é óbvio que eu não paro ele em um treinamento da empresa, de manhã, e digo: olha, hoje você vai sair, vai deixar três velhinhas no ponto, dois estudantes em Copacabana e, por favor, quando estiver voltando de Copacabana, bata em um carro caro. A frota do Rio é nova, mas quando você bota o profissional para fazer em duas horas uma viagem... As pessoas que postam no YouTube não mostram que, em grande parte dos casos, o motorista está discutindo com o passageiro, que também está estressado. Não adianta o poder público vir ao jornal dizer: multei o motorista, vou suspender. Ele não está fazendo bem nem ao sistema nem ao motorista. O poder público tem que interagir, o usuário tem que ter a mesma educação que ele espera receber do motorista. O empresário tem que preparar treinamento para ele. A gente acaba também demonizando o motorista.

Há um questionamento da sociedade em torno da falta de transparência do setor, históricamente associado a uma "caixa preta"...

Barata: A caixa preta é um troço recente, desse movimento atual. Acho difícil chamar de caixa preta, quanto se tem um sistema de concessão, que tem obrigações anuais de auditorias periódicas e que tem uma fórmula paramétrica, onde há a correção tarifária. Que é autoaplicável.

Qual sua expectativa em relação à análise do TCM sobre a tarifa?

Barata: O TCM vai analisar o que ele quiser, entende? Ele já deu a sentença dele, já deu o ok. Está voltando a analisar, pressionado politicamente. É nítido que é uma pressão política. Já arquivou o processso. Aprovou o edital e o processo de licitação. Na realidade, pode achar alguma coisa? Num sistema como esse, pode. Mas a nível macro, não vai ter o que falar, não vai ter o que achar.

Callack: Existem duas caixas pretas. Uma técnica e uma política. A técnica, a melhor coisa que podia acontecer para nós é uma investigação do TCM. Porque não adianta eu ir ao meio de comunicação e falar. E a política é aquela que o cara (o homem público) está pressionado e vai usar aquilo politicamente.

Barata: Uma CPI que a oposição está pedindo para parar...

De acordo com a oposição, a CPI seria conduzida, na configuração que se manteve, segundo os interesses dos empresários...

Barata: Podiam falar no máximo que era seguindo os interesses da prefeitura, né? A base que está na CPI é uma base da prefeitura, não dos empresários.

Há muitas controvérsias na relação que se estabeleceu entre a Fetranspor e os políticos, no grau de influência sobre bancadas. Qual a leitura dos empresários em relação a isso?

Barata: O que temos são sobreviventes das diversas políticas implementadas ao longo dos anos. Há empresas que quase quebraram em função de o poder público não regular as vans. O setor procurou, ao longo do tempo, sobreviver de acordo com o que era a regra do jogo. Nós trabalhamos para governos, e eles impõem as regras e a forma que temos de trabalhar. Nesse momento, as instituições estão se tornando mais fortes. Saimos de um regime de autorização a título precário para um de concessão. E estamos adorando isso. O que a gente quer é cada vez mais trabalhar de forma clara, tendo as obrigações e os direitos. Agora, é um momento de transformação, com um pedaço de um modelo e um pedaço de outro. É uma transição em que você tem falhas. Mas em que você tem um norte, sai lá na frente com outro sistema. Está sendo feita uma revolução na cidade do Rio de Janeiro, ancorada na parceria entre o governo do estado e a prefeitura, em que as verbas fluíram. A mobilidade é a palavra da moda. E se a gente não aproveitar esse momento... A gente está dando a cara para bater um pouco mais.

Como conseguir atribuir a todas as empresas o mesmo padrão? Há qualidades distintas de serviços prestados. A Translitorânea, por exemplo, foi punida...

Barata: Na concorrência do Rio, foram montados quatro consórcios, um por AP (Área de Planejamento). Por mais que sejam várias empresas em um consórcio, já começamos a trabalhar mais ou menos juntos. No final, o consórcio é que vai determinar o planejamento, os padrões de qualidade. Isso está acontecendo no BRT. Quando chega lá um ônibus com um arranhão ou soltando fumaça, ele retorna para a garagem e o empresário é penalizado. O próprio sistema se regula, porque não está de acordo com a qualidade do BRT. Isso vai acontecer nos consórcios também. Tivemos uma empresa que passou por problemas, começamos a operar uma área que ela teve que abandonar, e essa área está sendo operada pelo consórcio.

Será, então, uma espécie de "seleção natural"?

Callak: O presidente do consórcio é o Charles Darwin...

Barata: Isso. Homogeneizando a qualidade do serviço. Mas a gente sabe que isso não vai ser de um dia para o outro. Talvez levemos até 2016 para chegar lá, trabalhando muito.

Diante do quadro que vivemos, é possível ter essa esperança, de chegar a um modelo igual ao de Tóquio ou ao de outras capitais olímpicas, como Londres?

Barata: O problema do transporte é custo. Você anda de ônibus rodoviário na Alemanha, ou na Espanha, é igualzinho ao ônibus rodoviário do Brasil. Por quê? Porque há uma tarifa igual no mundo inteiro. Tecnologia e capacidade de gestão nós temos para fazer qualquer coisa, seja na parte de ônibus ou de trilho, no meio de transporte que for. É uma questão de custo. De saber o que o governo quer de qualidade, o que ele tem capacidade de pagar por essa qualidade, por que o usuário não vai conseguir pagar esse custo todo…

Mas e a margem de lucro dos empresários? Há um questionamento em torno dela.

Barata: Claro, claro. Vou te dar o exemplo do leilão de Libra. Quantos consórcios concorreram? Um. Por quê? Porque o governo achou que não tem que ter lucro. Então ninguém está disposto a concorrer em uma concessão que não tenha lucro. Por que o chinês ficou? Porque ele não está vendo lucro. Está vendo subsistência. Só entrou para garantir fornecimento do petróleo para a China. Senão, nem ele entraria. O leilão das ferrovias, o que aconteceu? Ficou vazio. Não existe concessão sem lucro. É um negócio que eu gosto de fazer, que tenho tesão em fazer. Mas o dia que não der lucro, a gente vai embora. A gente já trabalhou até de graça, em alguns momentos, esperando tempos melhores. Mas não dá para pagar para trabalhar. Tirar do bolso para fazer o que você gosta, ninguém quer fazer isso.

Callak: Quem paga é a sociedade.

Barata: Estamos em um regime democrático capitalista. E o empresário tem que ter lucro, é o que o estimula. Na nossa gestão, a gente tenta bonificar as pessoas responsáveis por cada processo, pelos objetivos que elas atingem. Isso é que estimula as pessoas. No contrato da concessão, o lucro foi definido entre 8,5% e 10%. Aceitamos esse lucro para prestar esse serviço. Dentro disso, temos a obrigação de prestar o serviço que a prefeitura está exigindo. E a prefeitura tem a obrigação de nos remunerar pelo que foi contratado.

Houve uma divergência sobre o lucro do setor divulgado pela prefeitura foi de R$ 69,4 milhões. O setor divulgou R$ 77,1 milhões. Por que a divergência?

Callak: A prefeitura pegou os balanços auditados por ela até aquele momento. O lucro do setor atualizado foi de de R$ 77,1 milhões.

Existe, na avaliação dos senhores, uma quebra de contrato?

Barata: Sim. E o setor público tem que amadurecer e entender que não pode haver quebra de contrato. Até para ter investidores estrangeiros. Investidor quer estabilidade. Quer saber que ele vai contratar alguma coisa e o contrato vai ser cumprido. Quando o governo quebra um contrato, afugenta os investidores de uma forma absurda. Hoje estamos recebendo menos do que o contrato determina. Mas a gente acha que esse é um momento de transição. E, olha, há poucos lugares com a eficiência e a competência do setor aqui no Grande Rio.

A redução pegou o setor de surpresa? Houve alguma consulta antes do anúncio?

Barata: Fomos pegos de surpresa porque ele (o prefeito Eduardo Paes) deu uma entrevista dizendo que não ia reduzir, e reduziu. A Dilma é que mandou todos reduzirem. Isso tira nosso poder de investimento. E nosso poder de endividamento, o que é pior. Porque com isso que aconteceu, os bancos ficaram arrepiados e foi um tal de cancelar financiamento no setor, um atrás do outro…

E o movimento em torno da bandeira do Passe Livre?

Barata: O custo (do passe livre) é um absurdo. O governo tem tanta coisa para fazer com dinheiro público antes de zerar a passagem para o usuário… E depois quem paga é a empresa.

Callak: Você está estrangulando a cadeia produtiva. Tem toda uma cadeia de produção envolvida, de fornecedor de peça. Agora em dezembro, temos o 13º. Por melhor que fossem as empresas, e a gente não tem bandeira 2, em algum momento essa conta vai aparecer. A gente tem 13 meses de despesa no ano e 12 de arrecadação. A gente paga 40 mil funcionários no Rio de Janeiro. E os bancos, historicamente financiadores de 13º, não querem mais para sentar à mesa.

Há uma percepção clara da população é de que o serviço é ruim..

Barata: Temos dois problemas sérios: primeiro, o motorista, que precisa ser mais bem pago, para fixá-lo na empresa, e aí virá um profissional melhor. O segundo problema é comunicação. Hoje, já que o problema de segurança pública acabou, está na hora de voltarmos a nos comunicar de maneira forte, para as pessoas saberem o que está sendo feito. Elas não têm a menor ideia.

Quando teremos os avisos sobre os horários dos ônibus nos pontos?

Barata: Brevemente.

Há registros, na rede, que associam o nome da família Barata a uma máfia. Seu pai é apontado como o "rei do Ônibus". A que o senhor atribui isso?

Barata: Rei do ônibus foi criado agora…Caixa preta e Rei do ônibus são denominações recentes. Tudo isso foi criado agora. Máfia do transporte, não. É mais antigo.

Mas a que atribuem todos essas alcunhas?

Barata: Talvez por causa da pulverização das empresas. E por causa do perfil de liderança da minha família. Para ser rei do ônibus teria que ter muito mais do que tenho hoje. Ser rei do ônibus com 11% do sistema do Rio é o rei falido… É o ônus sem ter o bônus. E é uma forma depreciativa de colocar.

Mas e a "máfia dos ônibus"?

Barata: Isso foi pré-encampação. Foi toda uma preparação, para esvaziar o setor. Foram encampadas 16 empresas, todas de líderes sindicais. Foi o presidente de Niterói, o de Caxias, o de Nova Iguaçu, o do Rio. O critério de encampação do sistema foi: encampar todos os líderes sindicais. Todo líder foi encampado. Eles só não conseguiram encampar todas as nossas, porque estávamos muito pulverizados.

Callak: Outro dia estava com minha esposa no Leblon, tomando café no Talho Capixaba. Ao nosso lado, um casal. E a mulher falando: "esses empresários de ônibus são todos uns mafiosos". E eu olhando pra ela e pensando assim: poxa, estou com uma tarifa que não foi dada, estou com uma investigação no TCM, em uma CPI. Que mafioso de m. sou eu? Eu sentado ali, ela falando…

Os senhores vivem esse incômodo pessoal e social?

Barata: Sim, muito grande. E os fatos do passado, a encampação e os sequestros, que eram muito focados no empresário de ônibus, fizeram o setor submergir. Aparecer não era muito o perfil da gente. Ficamos mais low profile ainda.

Sempre houve então uma estratégia de evitar a exposição?

Callack: Sim. Por medo.

Barata: A gente já tinha esse comportamento, em função disso. E o transporte público é uma coisa que para o político é muito fácil. Tanto para o bem como para o mal. O Sérgio (Cabral Filho, governador) conseguiu se eleger com o bilhete único de uma forma absurda. O Eduardo (Paes) fez toda a campanha em cima do BRT e do corredor de Madureira. O transporte, para o bem, alavanca o político de forma absurda. Mas para o mal também. É um troço que o cidadão paga todo dia, por isso gera tanto desconforto nas pessoas. Por outro lado, está desorganizado. O trânsito está cada vez pior. É um sistema que tem fragilidades. Que teve que fazer o papel do trem, porque o governo federal resolveu interromper o projeto de investimento da rede ferroviária. O governo federal termina com o transporte, a gente faz o trabalho de transporte de longa distância, que não é atribuição dos ônibus. E o que saiu? Que nós terminamos com os trens. Isso é uma loucura. Essa falta de expertise em comunicação e até o medo de se comunicar para não ficar em evidência faz com que se criem lendas urbanas que são as coisas mais malucas do mundo.

Na licitação de 2010, os mesmos grupos se mantiveram no poder e isso foi alvo de muitas críticas...

Barata: A gente já tinha as garagens montadas. Não tinha que fazer investimento em garagem. É muito mais barato e o investimento muito menor do que pegar um grupo que vem de fora para fazer isso. Como a gente já tinha tudo isso, não conta no investimento. Sempre tem um maluco. Mas pela lógica, se você não tiver um grupo ruim, a tendência é que haja uma prevalência do grupo local sobre o grupo que vem. A gente já tem parte do investimento feito.

Callak: Estou há 60 anos me preparando para fazer o transporte na Zona Sul do Rio de Janeiro. Foi uma coisa quase natural. E a cidade só tem a ganhar com isso. Imagina a gente parar hoje e recomeçar uma história amanhã.

Barata: Acho que devíamos fazer um estudo, avaliando a diminuição do número de acidentes na cidade do Rio. Hoje, temos um ou dois por dia. Devíamos fazer o recorte dos anos 90 para cá. E medir a eficiência do sistema.

O fato de estar próximo do serviço público e do governo dá a esse tipo de escolha gerencial um caráter diferente. É um concessionário público, afinal...

Barata: Ninguém está mais próximo do poder público do que empreiteira. E hoje ele estão em todos os transportes de massa. Eles são os nossos sucessores. A gente quer um dia chegar lá. Nós somos crianças perto dessa turma.

Eles têm um grau de profissionalização junto ao transporte também, a Odebrecht já tem?

Barata: Já (rapidamente).

A concorrência de empreiteiros vai mexer com o estilo de gestão atual?

Barata: A gente está tentando fazer parcerias. As barcas ficaram com a CCR, nós ficamos com 10%. No VLT, entramos em sociedade com a Intepar, com a CCR e com a Odebrecht, e vamos ficar com 25%. Tem o monotrilho de São Gonçalo, já estamos conversando com eles para as empresas participarem. Estamos tentando não uma concorrência, mas uma parceria, para podermos planejar o sistema de uma forma única. Estamos tentando nos aproximar deles.

Eles mudam o sistema, de alguma forma?

Barata: É uma coisa nova. São grupos muito grandes, muito bem estruturados e profissionalizados. A CCR por exemplo é uma empresa de capital aberto, como pensamos muito futuramente em ser também. Acho que é um modelo a ser buscado. Para nós, está agregando. Acho que é uma escola muito boa.

Callak: A nossa empresa vem em um processo de transição. A última etapa dele veio mais ou menos na época da licitação. De todas as empresas que foram citadas ao longo de todas as reportagens que "O Globo" publicou, não tenho um carro comprado na Guanabara Diesel, não uso o Banco Guanabara, meu GPS não é da M2M. Não sou sócio do Jacob.

Barata: Seria um sócio muito bem-vindo.

Callak: É mais uma lenda urbana. Que mafioso é esse, que todo mundo depende dele no sistema de transporte, se eu não uso um único fornecedor?