domingo, 31 de março de 2013

Transoeste

CTC

CTC

Niterói

Futuro sistema tronco-alimentador.

sábado, 30 de março de 2013

BRT Transoeste é multado em R$ 50 mil pela Secretaria municipal de Transportes (SMTR)

26/03/2013 - O Globo

Após vistorias realizadas nesta terça-feira, o operador do BRT Transoeste foi multado em R$ 50 mil por conta de irregularidades no sistema. Agentes da Secretaria municipal de Transportes (SMTR) encontraram problemas como intervalos irregulares e falta de conservação nas estações. Os técnicos também identificaram, em alguns momentos do horário de pico, níveis de conforto inadequados nas estações Santa Cruz, Magarça e Mato Alto.

A prefeitura determinou que os operadores aumentem a frota média diária ofertada de 81 para 86 veículos, da frota total de 91 ônibus articulados. Para isso, segundo a SMTR, é necessário que haja mais agilidade na manutenção dos coletivos.

Além da multa, a SMTR vai publicar na edição no Diário Oficial desta quarta-feira uma advertência formal aos operadores do BRT Transoeste para garantir que todas as exigências sejam cumpridas, sob pena de aplicação imediata de multa contratual.

No planejamento da prefeitura, para melhorar a qualidade do serviço ofertado no BRT Transoeste, são necessários mais 12 novos ônibus articulados, conforme foi determinado ao consórcio operador no final no ano passado. Outra medida é a execução de um retorno operacional, próximo à estação Mato Alto, para a implantação de novo serviço Alvorada-Mato Alto, o que vai reduzir a distância percorrida pelos ônibus, aumentar a frequência e, consequentemente, a capacidade de transportar passageiros. O trabalho, feito pela Secretaria Municipal de Obras, já está em andamento e deve ser concluído no mês de maio.

"Esta foi a maior multa aplicada ao consórcio operador desde a inauguração do sistema. O BRT Transoeste representa um grande benefício aos usuários e vamos exigir níveis de qualidade de serviço adequados", disse o secretário de Transportes Carlos Roberto Osorio, em nota.

Acidentes já deixaram seis mortos no BRT Transoeste
Colisões e atropelamentos têm acontecido com frequência desde a inauguração do BTR Transoeste, no dia 8 de julho do ano passado, e já deixaram seis mortos. No último acidente, ocorrido na sexta-feira, uma pessoa morreu e duas ficaram feridas. A colisão aconteceu entre um ônibus do BRT e um carro de passeio na Avenida das Américas, na altura da estação Benvindo de Novaes, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio. Segundo a Secretaria municipal de Transportes, o acidente foi provocado por uma manobra irregular do motorista do carro. A pista central ficou interditada no sentido Grota Funda por cerca de três horas, e o desvio foi feito pela pista lateral.

Em setembro, Trigoly de Souza Soren, de 56 anos, foi atropelada por um carro que foi arrastado por um ônibus em direção ao canteiro central. No mesmo mês, Felipe de Freitas, de 17 anos, não resistiu aos ferimentos causados por um atropelamento dois meses antes. Na ocasião, alunos e professores do Colégio Estadual Vicente Januzzi, na Barra, onde ele estudava, chegaram a organizar um protesto nas pistas centrais da Avenida das Américas, na altura do Bosque da Barra, para pedir mais segurança no trânsito.

Em agosto, uma mulher foi atropelada e morreu na pista do BRT, na Avenida das Américas, sentido Recreio. Segundo operadores de trânsito, ela teria atravessado fora da faixa. No dia 27 de julho, houve outro atropelamento fatal: o jardineiro Paulo Sérgio de Macedo foi atingido pelo ônibus quando caminhava na faixa exclusiva do BRT, no sentido Recreio, próximo à estação Novo Leblon. Já o jovem José Leandro dos Santos também não resistiu ao ser atropelado no corredor, no dia 27 de julho. Ele teria atravessado fora da faixa, na pista sentido Santa Cruz, a 100 metros da Estação Bosque da Barra.

Em setembro, foram registrados quatro acidentes em três dias consecutivos: no primeiro caso, dois ônibus do BRT se envolveram em colisões - um deles se chocou contra uma moto, na altura da Estação Barra Sul, e outro colidiu com um caminhão no Mato Alto, em Guaratiba. No dia seguinte, uma moto e um carro colidiram com um ônibus do corredor num cruzamento na altura do supermercado Zona Sul, no Recreio. No terceiro dia, um ônibus articulado atropelou José Romildo do Nascimento, de 26 anos, quando ele atravessava a Avenida das Américas, na altura do Bosque da Barra.

Em outubro, uma motocicleta e um ônibus do corredor expresso colidiram na tarde do dia 10 na altura da Estação Gilka Machado, na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca. Segundo a Secretaria municipal de Transportes, o motociclista teria avançado o sinal para fazer uma bandalha, na pista sentido Recreio, quando se chocou com o ônibus articulado.

Por O Globo | Agência O Globo

sexta-feira, 29 de março de 2013

Rio de Janeiro - 1974

Rio de Janeiro - 2013

Interior dos novos ônibus da empresa São Silvestre, na linha 573 (Glória-Leblon).

Foto: Marcelo Almirante. 28/03/2013.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Rio de Janeiro - c.1978

Avenida Presidente Vargas, na altura do Mangue, no horário do "rush". Nota-se um carro de uma linha de frescão da empresa Três Amigos que então operava duas especiais: Castelo-Penha e Castelo-Vicente de Carvalho.

Foto: Revista Sua Boa Estrela nº 66, 1978.

Rio de Janeiro - 1961

Terminal Erasmo Braga, antes de ser transformado no terminal dos trólebus em 1962.

Rio de Janeiro - 1970

Carro com carroceria Metropolitana da empresa Alpha, fotografado no acesso ao viaduto do corte do Cantagalo.

Rio de Janeiro - 2013

Novos carros da empresa São Silvestre. Linha 574 (Glória-Leblon)
Foto de março/2013

domingo, 24 de março de 2013

Rio de Janeiro - 1995

Rio de Janeiro - 1993

Rio de Janeiro - 1992

Rio de Janeiro - 1992

Pacote para frear reajuste da passagem de ônibus

23/03/2013 - O Dia

Foto: Fernando Souza / Agência O Dia

Rio - Menos impostos sobre diesel deve frear alta das passagens de ônibus no país. De acordo com anúncio feito ontem pela presidenta Dilma Rousseff, está sendo elaborado pacote de medidas que visa reduzir em até 6% os custos das empresas de transporte público. Isso levaria a uma "trava" nos reajustes anuais, inclusive para cariocas.

Entre as possíveis medidas da presidenta, está a desoneração do PIS e da Cofins, que incidem sobre o preço do combustível usado no transporte público. Esses impostos compõem o cálculo da correção anual no preço das passagens e representam 3,65% dos custos, segundo Marcos Bicalho, diretor da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU). O diesel, por sua vez, pesa 20% no transporte.

"Se ambos fossem desonerados, isso significaria uma redução de 6%. Esse cálculo, porém, não é certo pois a defasagem do diesel é particular de cada estado", detalha o executivo. Bicalho explica que ainda não se sabe a amplitude dessa medida: "Há rumores de que esse pacote seja anunciado em julho deste ano ou até janeiro de 2014".

O diretor da NTU também afirma que a desoneração pode ter duas finalidades: um salto no patamar de qualidade nacional no transporte público ou uma redução nos reajustes anuais e que poderiam pesar nos índices de inflação.

O governo também estuda cortar o PIS e a Confins que incidem sobre o faturamento das empresas. A desoneração da folha de pagamento de hospitais é outra medida.

Desoneração é bom sinal para cariocas

O pacote anunciado pela presidenta pode mexer com o bolso do carioca. Segundo a Secretaria Municipal de Transportes do Rio, combustível é um dos elementos que compõem o cálculo do reajuste anual. Caso a desoneração dos impostos sobre o Diesel ocorra, a correção será menor.

O reajuste é calculado com base em índices da Fundação Getúlio Vargas, e nos itens que compõem a planilha tarifária, como insumos, como pneus, combustível e mão de obra, entre outros. "Para isso, são utilizadas variações de preço desde o ultimo reajuste até o mês anterior à data proposta para o novo aumento, conforme previsto no contrato" detalha a Secretaria.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Transcarioca: Secretaria de Obras inaugura novo viaduto na Penha

07/03/2013 - Agência Rio

A Prefeitura do Rio infornou que vai inaugurar nesta quinta-feira (7) mais uma obra do pacote de melhorias viárias da Transcarioca. Desde abril do ano passado, a Secretaria Municipal de Obras vem trabalhando na ampliação do Viaduto João XXIII, que liga as avenidas Brás de Pina e Lobo Júnior, na Penha. A nova travessia foi batizada com o nome de Luís Carlos da Vila, sambista e compositor carioca, falecido em 2008, nascido na região.

A obra teve como objetivo melhorar o escoamento do tráfego na área antes da implantação do sistema BRT (Bus Rapid Transit). A Transcarioca será entregue à população em dezembro, ligando a Barra da Tijuca ao Aeroporto Internacional, na Ilha do Governador.

Do mesmo modo que o Viaduto Negrão de Lima, em Madureira, o Viaduto da Penha ganhou uma estrutura vizinha, de igual porte. Antes da obra, o Viaduto João XXIII contava com uma faixa de subida e outra de descida, em oito metros de largura e ao logo de 440 metros de extensão. A construção da nova estrutura garantiu mais uma pista em cada sentido e não prevê faixa de rolamento para os ônibus articulados (ligeirões).

O projeto teve como objetivo atender à demanda intensa do tráfego de veículos na região. As obras da Transcarioca totalizam aporte de R$ 1,5 bilhão, compartilhados entre Governo Federal e Prefeitura.

Ao longo do traçado, de 39 quilômetros de extensão, diversas intervenções vêm mudando a cara da cidade. Já foram inaugurados o mergulhão Clara Nunes, no Campinho; a duplicação do Viaduto Negrão de Lima, em Madureira; e o mergulhão Billy Blanco, na Barra da Tijuca. Outras grandes obras estão em andamento, como o mergulhão na altura do Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra; uma ponte estaiada no mesmo bairro e outra na Ilha do Governador.

MS

domingo, 17 de março de 2013

Transporte público defasado gera críticas diárias entre os cariocas

17/03/2013 - O Globo

Habirantes do Rio demoram, em média, só 24 segundos a menos que paulistas para chegar ao trabalho Especialistas apontam erros e dão sugestões para melhorar o sistema

MARIA ELISA

Ônibus engarrafados na Avenida Francisco Bicalho, no Centro do Rio - Pablo Jacob / Agência O Globo

RIO - O médico patologista Mário Márcio Leal desenvolveu uma técnica, já descrita em livro, após anos de observação e de alguns testes empíricos: para comer biscoito Globo, um dos itens mais vendidos nos engarrafamentos diários no Rio, sem emporcalhar o carro, é preciso evitar mordidinhas e abocanhar cada rosquinha de uma vez só. Depois, deve-se olhar pelo retrovisor, verificar se não há um motociclista a toda, abrir a porta e saltar rapidamente para sacudir as migalhas na rua. É só mesmo com essa mistura de bom humor e muita técnica até a barba ele faz dentro do carro que o médico, autor do livro Sorria, você está engarrafado, consegue enfrentar o imprevisível trajeto entre a casa dele, na Barra, e o trabalho, no Rio Comprido, que pode levar de uma a duas horas. Odisseias como a de Mário, provocadas pelo aumento da frota de carros e a precariedade do sistema de transporte público, têm sido cada vez mais comuns, levando moradores da Região Metropolitana a gastar no deslocamento casa-trabalho quase tanto tempo quanto os habitantes de São Paulo, que, entre todos os brasileiros, são os que mais penam para chegar ao emprego. Os cariocas estão quase lá, a apenas 24 segundos do indesejado primeiro lugar, como O GLOBO mostra nesta primeira reportagem da série Imobilidade urbana.

Um estudo recém-publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), baseado em dados gerados pelo IBGE, na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, mostra que quem vive na Região Metropolitana do Rio leva 44 minutos e 18 segundos, em média, no deslocamento casa-trabalho, enquanto que, em São Paulo, o trajeto médio demora 44 minutos e 42 segundos. A diferença de 24 segundos aparece nos dados de 2011, mas os pesquisadores Rafael Henrique Moraes Pereira, do Ipea, e Tim Schwanen, da Universidade de Oxford, descobriram, ao analisar as informações de 1992 para cá, o que cariocas já desconfiavam há tempos: em alguns períodos, os moradores do Rio superaram os paulistas nas horas perdidas até chegar ao emprego. Em 2008, por exemplo, levaram em média 44 minutos e 30 segundos, enquanto que, em São Paulo, foram gastos 42 minutos e 42 segundos.

O mesmo estudo demonstra que, assim como a praia carioca é democrática na hora do lazer, os momentos de sofrimento dentro de carro, metrô, ônibus, barcas ou trem também não escolhem classe social: os 10% mais ricos da população levam, em média, 39 minutos e 12 segundos até a porta do trabalho, pouco menos do que os 10% mais pobres, que desperdiçam 40 minutos e 24 segundos (dados de 2009).

Ônibus levam 70% dos passageiros

Para entender por que está difícil para todo mundo ir de um ponto a outro, basta saber que, ao contrário de outras metrópoles, o Rio nunca investiu muito no transporte sobre trilhos e agora está pagando a conta. Inaugurado em 1979, o metrô carioca tem apenas 35 estações, enquanto o de São Paulo, aberto cinco anos antes, tem 62. Um pouco mais longe, os exemplos também demonstram que a cidade sofre pela falta de investimentos: em Buenos Aires são 86 estações; em Paris, 300; e em Nova York, 468.

Sem rede, e com apenas duas linhas, o metrô do Rio leva somente 5,5% do total de passageiros. A maior parte da responsabilidade fica com os ônibus, que, ao transportarem cerca de 70% dos moradores, atravancam as ruas com 12 mil veículos, contando os coletivos municipais e os que têm ponto final na capital. As vans, que ajudam a tumultuar o tráfego, fazem 17% dos deslocamentos. Para embolar de vez o trânsito, há o aumento da frota de carros: nos últimos três anos, mais 225 mil saíram às ruas do Rio. O resultado dessa equação são um nó no trânsito e uma insatisfação generalizada, que especialistas dizem ser urgente resolver.

Embora o Rio esteja agora começando a correr atrás do prejuízo com a construção da Linha 4 do metrô, que vai chegar até a Barra, e a criação de corredores expressos para ônibus, os BRS e os BRTs , usuários reclamam que, mesmo com novas soluções, o desconforto não acabou. O analista de sistemas Danilo Dinelli, que usa o BRT Transoeste para ir de Guaratiba, onde mora, à Barra, onde trabalha, diz que a viagem, que antes levava uma hora e meia, demora hoje 35 minutos, no ônibus expresso, ou uma hora, no parador. O que continua igual é o sufoco:

Muitos ônibus já estão com o ar-condicionado quebrado. A solução é abrir a janela de emergência para ventilar um pouco. O BRT vive lotado, viajo espremido. Na volta, no Terminal Alvorada, tem duas filas. A de quem quer viajar sentado, e que é obrigado a esperar cinco, seis ônibus, e a de quem quer ir em pé. Melhorou, mas não muito.

Especialistas sugerem medidas

Para Miguel Bahury, ex-secretário municipal de Transportes e ex-presidente do Metrô, as mudanças que o Rio está fazendo na área são incompletas. Segundo ele, uma das medidas fundamentais para desafogar o trânsito e melhorar a mobilidade urbana seria construir a Linha 4 original do metrô, que passava pelo Jardim Botânico:

A ligação Estácio-Carioca-barcas também deveria ser retirada do papel. Além disso, é preciso recuperar o transporte ferroviário. Em 1984, os trens chegaram a transportar 1,2 milhão de pessoas diz Bahury, que chama a atenção também para a falta de planejamento. Tiveram que fechar agora duas estações do metrô porque a General Osório não foi pensada como uma estação de expansão, e sim terminal.

Diretor da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), William de Aquino defende que, além de melhorar o transporte, com maior oferta de trens e ampliação da rede do metrô, é preciso tirar carros da rua. Para isso, vale apostar em soluções radicais:

Em Cingapura, quando você compra um carro, tem que entrar num leilão para obter a placa e acaba gastando com ela o dobro do valor do veículo. Além disso, em Londres, paga-se pedágio ao chegar à área central. Essas medidas desestimulam o uso do carro. Pode-se pensar em algo parecido por aqui. Se você fecha ruas e restringe locais de estacionamento, também consegue retirar carros das ruas.

Vice-presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-Rio), Fabiana Izaga diz que uma das soluções é ter uma gestão metropolitana dos transportes:

Hoje, os ônibus são municipais, e o metrô é concessão estadual. Tem que existir um órgão que congregue tudo, organize melhor o sistema.

Diante de tantos dilemas, o professor de Engenharia de Transportes da Coppe Paulo Cezar Martins Ribeiro diz que é preciso chamar os universitários:

Precisamos fazer uma grande reflexão com governo, pesquisadores, sociedade, empresas de consultoria. Se a frota continuar crescendo do jeito que está, em 2019 teremos um carro para cada dois cariocas. Como planejar a cidade para isso? Se não pensarmos todos juntos agora, nem sei como poderá ser daqui em diante.

Passageiros pagam para entrar e rezam para sair ilesos nos ônibus

17/03/2013 - O Globo

Além de superlotação e calor, usuários enfrentam uma média de duas colisões por semana no Rio

TAÍS MENDES

Passageiros viajam em ônibus lotado da linha 335 (Cordovil-Praça Tiradentes) Agência O Globo / Pedro Kirilos

RIO - Era fim de tarde, e a copeira Cledinalva Araújo, de 46 anos, só pensava em chegar em casa, na quinta-feira passada, após um dia de trabalho. Ainda mais que ameaçava cair uma forte chuva. No terminal de ônibus da Central do Brasil, ela aguardava há 20 minutos a chegada do 335 (Cordovil-Praça Tiradentes), sua única opção até a Cidade Alta, onde mora. Mais 20 minutos de espera, e a ansiedade da copeira era visível. Ela caminhava de um lado para o outro, como quem cerca uma presa. O medo era que o motorista passasse direto do ponto. Exatos 50 minutos depois, apareceram dois ônibus logo de uma vez ambos lotados.

O embarque foi só o começo da aventura de Cledinalva e tantos outros passageiros no Rio. Além da demora, o trânsito não ajuda: foram mais 50 minutos para percorrer seis quilômetros, entre a Central e o Caju, no início da pista seletiva da Avenida Brasil, a uma velocidade média de 7,2 km/h mais lento que um ciclista, que pedala a 20km/h.

Mas chegar à seletiva não significa o fim do suplício de Cledinalva. Até a sua casa, na Cidade Alta, o ônibus leva pelo menos mais uma hora:

Todos os dias, espero pelo menos meia hora no ponto. Depois que o ônibus chega, não adianta ser o rápido (que vai pela seletiva), porque é engarrafamento puro até em casa.

Depender de ônibus no Rio é um tormento diário: esperas longas, superlotação, o trânsito que não ajuda, motoristas e passageiros estressados e, ainda por cima, acidentes. Segundo levantamento do Corpo de Bombeiros, nos últimos quatro anos, a média foi de quase dois acidentes com vítimas por semana envolvendo ônibus. Em 2011, foram registrados 126 casos; em 2012, 84; e, este ano, já foram 16 até o último 10.

Quando o trânsito não está engarrafado, os motoristas aproveitam para acelerar. Sem falar quando eles dirigem falando ao telefone. E a maioria não tem paciência para esperar o passageiro embarcar ou desembarcar criticou a recepcionista Valéria Gomes, moradora de Botafogo que trabalha no Centro.

Em 2012, 3.148 enguiços

Repórteres do GLOBO embarcaram com Cledinalva no 335, do consórcio Internorte, quinta-feira, na Central. Entrar foi difícil, mas a situação piorou a partir do ponto na Leopoldina. A lotação atingiu o máximo e até mesmo as escadas da porta de desembarque foram ocupadas por passageiros.

Além da superlotação, os motoristas muitas vezes não param no ponto. Sem falar no ar-condicionado que, quando tem, não dá vazão contou Cristiane Mendes da Costa, cabeleireira, que embarcou na Leopoldina.

A manutenção da frota também deixa a desejar. Para se ter uma ideia, no ano passado, 3.148 ônibus enguiçaram nas ruas da cidade, segundo a Secretaria municipal de Transportes, o que representa 17,7 % de todos os veículos que quebraram em 2012, atravancando ainda mais o trânsito. Este ano, já são 816 coletivos enguiçados, só perdendo para veículos de passeio, que somam 3.060. E as panes mecânicas não são o único transtorno. A produtora cultural Gabriella Villaça, de 24 anos, teve uma surpresa ao embarcar, quarta-feira passada, num ônibus da linha 456 (Méier-Copacabana): o veículo estava sem a tampa da saída de emergência do teto.

Ônibus com teto solar. O problema é que estava chovendo criticou.

São muitas as queixas. Em 2012, a Ouvidoria da Secretaria municipal de Transportes recebeu 28.294 reclamações sobre ônibus. Este ano, desde janeiro, já são 7.455. As cinco mais frequentes são não parar no ponto, comprometer a segurança dos passageiros, falta de urbanidade, arrancar ou frear bruscamente e alterar ou não cumprir o itinerário. Para o secretário de Transportes, Carlos Roberto Osório, a situação é difícil, mas já foi pior:

Alguns passos importantes já foram dados. O primeiro em 2011, com a licitação. As mesmas empresas ganharam, mas agora estão organizadas através de consórcios sob uma lógica contratual. Antes era uma situação anárquica.

Segundo o secretário, somente em 2016 a mobilidade do Rio terá solução. Até lá, ele pede paciência aos usuários:

Trem, metrô e BRT, essa é a nossa espinha dorsal. Com isso, vamos retirar um terço dos ônibus que circulam no Rio até 2016. Sem investimento em sistemas de transporte de alta capacidade, a mobilidade do Rio não terá solução.

segunda-feira, 11 de março de 2013

BRT Transoeste terá novo trecho inaugurado no sábado

21/12/2012 - Agência Rio

Mais um trecho do BRT será inaugurado no próximo sábado (22). É o que fará a ligação Paciência X Santa Cruz pela Avenida Cesário de Melo. Serão abertas quatro estações do BRT: Cesarão I, Cesarão II, Cesarão III e Santa Eugênia, que funcionarão das 05h à 01h.

Segundo a Prefeitura do Rio, o trecho que será inaugurado tem aproximadamente 4,5 Km. Ele liga os bairros de Santa Cruz e Paciência, na Zona Oeste, e se integra à estação de trem de Paciência, que fica ao lado do BRT Santa Efigênia. Com a extensão será possível ir de Paciência direto para o Recreio já que, além das novas estações, a nova linha de BRT atenderá as Estações Expressas/Paradoras do Mato Alto, Recreio Shopping, Gláucio Gil e Salvador Allende.

A Avenida Cesário de Melo, entre Campo Grande e Santa Cruz, tem um corredor central exclusivo para ônibus e segregado do tráfego geral, com estações de embarque. O passageiro poderá efetuar a travessia através das faixas de pedestres. Todas as estações aceitam o Bilhete Único Carioca e RioCard. O passageiro que quiser fazer o transbordo para os Ônibus Paradores do BRT TransOeste deverão, preferencialmente, trocar de ônibus em qualquer uma das estações Expressas/Paradoras situadas no bairro do Recreio dos Bandeirantes (Recreio Shopping, Gláucio Gil e Salvador Allende).

Em janeiro, mais quatro estações da Trasoeste serão abertas nesse trecho Paciência X Santa Cruz: Vila Paciência, Três Pontes, Cesarinho e 31 de Outubro. Em breve, a Transoeste chegará até Campo Grande.

O cronograma de obras do trecho Santa Cruz - Campo Grande foi dividido em duas etapas e executado em um semestre. A primeira fase, que será inaugurada neste sábado, concentrou o trajeto quase cinco quilômetros de Santa Cruz até Paciência, com oito estações, por onde o BRT trafegará em faixa exclusiva ao longo da Avenida Cesário de Melo.

A segunda, prevista para o primeiro trimestre de 2013, abrange 11 quilômetros e mais 15 estações, chegando a Campo Grande. Neste percurso, a Secretaria Municipal de Obras trabalhou duplicando o trecho de um quilômetro entre o cemitério de Campo Grande e o viaduto Alim Pedro. Também estão sendo feitas readequações no centro do bairro para receber o sistema BRT, com obras para alterações geométricas e na circulação viária.

Ao longo do traçado da Transoeste, a Secretaria Municipal de Obras construiu o túnel José Alencar, perfurado na Serra da Grota Funda, o mais moderno e seguro do Rio, ligando o Recreio dos Bandeirantes a Guaratiba. Com 1.100 metros de extensão em cada sentido, o túnel é a principal estrutura do projeto e uma das maiores intervenções urbanísticas da cidade, sendo a primeira ligação entre as baixadas de Jacarepaguá e Guaratiba.

O itinerário dos ligeirões da Transoeste entre a Barra da Tijuca e Santa Cruz conta ainda com seis viadutos e quatro pontes. Nesta extensão foi escavado 1,3 milhão de metros cúbicos, equivalente a 97 mil caminhões e utilizados 1,2 milhão de metros cúbicos de aterro compactado, correspondente a 91 mil caminhões. A somatória destes dois volumes equivale ao estádio do Maracanã. Além disso, foram usadas 1.1179 toneladas de estrutura de aço para construir as estações de BRT e 181.170 toneladas de asfalto para pavimentação.

Nas vias exclusivas, os ônibus articulados – com ar-condicionado e capacidade para 140 passageiros - trafegam livres de congestionamentos, o que encurta pela metade o tempo de viagem de quem faz diariamente o trajeto entre os bairros. O Terminal Alvorada, ponto de integração com o BRT Transcarioca (Barra–Galeão), foi remodelado e opera desde junho com os ligeirões da Transoeste. O terminal segue em obras no trecho que atenderá futuramente à Transcarioca. Além da ligação dos corredores expressos, o terminal vai receber todo o transporte de ônibus da Zona Oeste.

Informações: Agência Rio de Notícias

Ação da prefeitura combate transporte irregular na cidade

10/03/2013 - O Globo

Operação Transporte Legal conta com cerca de 300 agentes

WALESKA BORGES
11/03/2013 - 08h00

Agente de fiscalização aborda uma van durante operação para reprimir o transporte irregular Marcos Tristão / Agência O Globo
RIO - A Coordenadoria Especial de Transporte Complementar da prefeitura realiza nesta segunda-feira a primeira ação para coibir a circulação de vans piratas e de veículos que e estejam circulando de forma irregular na cidade. A Operação Transporte Legal conta com cerca de 300 agentes da coordenadoria, do Departamento de Transportes Rodoviários do Rio (Detro), da Polícia Militar, da Guarda Municipal, Cet-Rio e das corregedorias da PM e Geral Unificada. Policiais que participam do Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis) também dão apoio à ação.

As operações vão ocorrer durante todo o dia em diferentes regiões da cidade. Pela manhã, há ações no Centro e na Zona Sul. Os agentes estão na Rua Benedito Hipólito, avenidas Francisco Bicalho, Rodrigues Alves e próximo ao Terceiro Comar, no Centro, nas proximidades do shopping Rio Sul, em Botafogo, além da Rua Visconde de Albuquerque e Avenida Niemeyer, no Leblon.

Um dos pontos da fiscalização ocorre na Avenida Francisco Bicalho, sentido Centro, na altura do Instituto Médico Legal. Um ônibus pirata, placa GKT-8559, de Nova Iguaçu, foi flagrado fazendo transporte de passageiros. Ele vinha de Campo Grande em direção ao Centro. De acordo com fiscais do Detro, o motorista do coletivo estava sem a habilitação. Ele alegou que documento era do Paraguai e já havia sido apreendido. O coletivo foi apreendido e será levado para um depósito. Por causa da operação, o trânsito ficou congestionado no local.

Uma Van, que fazia transporte de passageiros, também foi parada na Francisco Bicalho. O veículo estava com quatro passageiros em pé, além dos 16 sentados. Depois de corrigir o problema, a Van foi liberada. A operação é comandada pelo delegado Cláudio Ferraz, designado pelo prefeito Eduardo Paes para comandar a coordenadoria .

Temos pouco mais de 50 reboques nas ruas. Começamos hoje pelo Centro e pela Zona Sul disse Ferraz.

sábado, 9 de março de 2013

São Gonçalo fará campanha por metrô e pode ganhar também BRT

21/01/2013 - O São Gonçalo Online

A implantação em São Gonçalo do BRT (sistema de ônibus de alta capacidade que prevê um serviço rápido, confortável, eficiente e de qualidade), pode ficar mais próxima. Na sexta-feira, o secretário municipal de Transportes, Daelson de Oliveira Viana, fará uma visita ao BRT da Barra da Tijuca à convite do secretário de Estado de Transporte, Júlio Lopes, que já tem um projeto pronto especificamente para a cidade.

O anúncio foi feito, ontem, por Daelson de Oliveira, durante reunião do Rotary Clube de São Gonçalo, no Abrigo Cristo Redentor, no bairro Estrela do Norte, em São Gonçalo. Oliveira foi convidado a falar sobre a implantação da Linha 3 do metrô, que ligará Niterói a Itaboraí, passando por São Gonçalo e, aproveitando, que falava sobre transporte de massa, falou sobre o encontro com Júlio Lopes.

"O projeto já existe para as rodovias RJ-104 e RJ-106, mas ainda não temos nenhuma data, nem números", disse o secretário.
Durante a reunião, Aldenir Correia, diretor do Rotary Clube SG anunciou que a campanha desencadeada para a implantação da Linha 3 do metrô será colocada na rua.

"Elaboramos um documento que é um resumo dos principais pontos discutidos sobre o assunto e vamos conclamar a população. A Linha 3 já é indispensável, não tem como não ser realizada", disse.

Oliveira disse que vai apoiar o movimento do Rotary, inclusive colocando o adesivo da campanha em seu carro. "A campanha é oportuna em razão da grande necessidade do transporte na nossa cidade. Uma campanha dessa só faz acelerar a implantação", afirmou.

Informações: O São Gonçalo Online

sexta-feira, 8 de março de 2013

Prefeitura apresenta nova mobilidade urbana no Centro do Rio

07/03/2013 - Agência Rio

Fechamento de trecho da Avenida Rio Branco e operação de VLTs estão entre as modificações até 2016

A Prefeitura do Rio apresentou nesta quinta-feira (07/03) o planejamento urbanístico e de mobilidade para o Centro do Rio e para a Região Portuária, que está sendo totalmente reformulada. Até 2016 a região passará por mudanças estruturais em sua malha viária, assim como vem passando por uma profunda transformação de infraestrutura com o projeto Porto Maravilha, que está revitalizando uma área de 5 milhões de metros quadrados.

As intervenções incluem, além das obras do Porto Maravilha e da valorização urbanística e cultural da região, as operações de implantação do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) e do corredor expresso BRT (Bus Rapid Transit) Transbrasil – que vai ligar Deodoro ao Aeroporto Santos Dumont - e o fechamento de trecho da Avenida Rio Branco.

Também participaram da apresentação o secretário municipal de Transportes, Carlos Roberto Osorio; o diretor presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (Cdurp), Alberto Gomes da Silva; a presidente da Cet-Rio, Claudia Secin, e o subprefeito do Centro, Luiz Cláudio Vasques.

- O Centro ficou muito tempo abandonado, sem receber investimentos. Estamos buscando revitalizar espaços públicos com prioridade para transportes de alta capacidade, com a implantação de VLTs integrando os modais da cidade. Essas intervenções no Centro talvez sejam as que mais vão impactar na vida dos cariocas. Queremos que o Centro tenha transportes de alta capacidade e de muita qualidade, como acontece em outros centros metropolitanos do mundo. Pedimos a compreensão de todos, pois essas mudanças são para dar soluções definitivas – explicou o prefeito.

Dentro do projeto Porto Maravilha, a população carioca já pode perceber avanços na Região Portuária, como o Museu de Arte do Rio (MAR) – inaugurado no dia 1º de março; as construções do poço de serviço do túnel Via Expressa, da via Binária e do Túnel da Saúde; o início da demolição da Perimetral; e as obras do Porto Olímpico e do Museu do Amanhã.

Para a Prefeitura do Rio, a requalificação dos bairros do Porto em polos residenciais e de turismo, entretenimento e negócios está diretamente ligada às grandes mudanças no sistema viário, assim como à recuperação de patrimônio histórico, arquitetônico e cultural; obras de pavimentação, calçamento, drenagem e iluminação pública em seis bairros (Gamboa, Santo Cristo, Saúde e trechos de São Cristóvão, Centro e Cidade Nova).

Dentro do novo sistema de tráfego da Região Portuária está a construção da Via Expressa, que somada à criação de novas ruas e avenidas, permitirá a demolição total do elevado da Perimetral. O trânsito que circula hoje pela Perimetral e pela Avenida Rodrigues Alves passará a circular pela nova Via Binário do Porto - que terá 3,5 km de extensão e cruzará toda a Região Portuária com três pistas em cada sentido e dois túneis - e pela Rodrigues Alves, que será transformada em uma via expressa com pouco mais de 5 km.

Além das vias, a mobilidade será completada com a rede de VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), o sistema de BRTs e as ciclovias, que vão integrar de forma capilar a malha viária. O VLT ligará os bairros do Porto Maravilha ao centro financeiro da cidade e ao Aeroporto Santos Dumont, passando pelas imediações da Rodoviária Novo Rio, Praça Mauá, Avenida Rio Branco, Cinelândia, Central, Praça Quinze e Santo Cristo. Ele terá 28 quilômetros de extensão, 42 estações, e seis linhas, com capacidade para transportar até 450 passageiros por composição.

O plano inclinado do Morro da Providência (já em fase de testes), que vai ligar a Central do Brasil à Cidade do Samba, será mais uma opção de transporte para a população. O corredor expresso Transbrasil, que ligará Deodoro ao Aeroporto Santos Dumont, percorrerá 32 quilômetros de extensão, terá 28 estações e será capaz de transportar 850 mil passageiros por dia.

A prefeitura planeja ainda a construção de dois bulevares: um onde hoje é a Perimetral e outro na Avenida Rio Branco. Esses locais serão transformados em um enorme passeio público, com prioridade para o pedestre e visando melhorar as condições ambientais na cidade, com foco na sustentabilidade.

Novas interdições para obras do Porto Maravilha

Nos sábados dias 9 e 23 de março novas interdições ao tráfego na Região Portuária vão permitir a continuidade das obras do Porto Maravilha. Um trecho de pista da Av. Rodrigues Alves sentido Praça Mauá será fechado no dia 9 de março para garantir o avanço das obras de construção do acesso ao Túnel da Via Expressa, que vai desembocar na própria Av. Rodrigues Alves. No dia 23, a alça que liga a Av. Presidente Vargas à Perimetral sentido Aterro do Flamengo será interditada para início das intervenções que vão viabilizar a conexão do Mergulhão da Praça XV com o Túnel da Via Expressa.

Via Expressa

A nova Via Expressa terá 5.050 metros, parte em túnel, parte na superfície, com três pistas em cada sentido. Ela servirá aos motoristas que cruzam a Região Portuária apenas como passagem, margeando a área em paralelo aos armazéns do Porto. O Túnel da Via Expressa terá 2.579 metros, ligando o Mergulhão da Praça XV até a altura do Armazém 8, na atual Av. Rodrigues Alves. Em nível, os motoristas seguem da altura do Armazém 8 até a Rodoviária Novo Rio.

O Túnel da Via Expressa permitirá a construção de um boulevard de 44 mil m² entre a Praça Mauá e o Armazém 8, por onde passarão apenas Veículos Leves sobre Trilhos, pedestres e bicicletas.
Interdições de tráfego

Dia 09/03: interdição da pista sentido Centro da Av. Rodrigues Alves, no trecho entre a Rua Rivadavia Correa e a Rua Antônio Lage. O tráfego destinado à Praça Mauá será desviado para a pista oposta, que funcionará em mão dupla. Neste trecho o paralelepípedo, usado como acostamento, será asfaltado, de forma a garantir duas faixas de rolamento por sentido. Adicionalmente, por questões de segurança, será efetuado o fechamento total ao tráfego da Rua Antônio Lage (no trecho entre a Av. Venezuela e a Av. Rodrigues Alves).

Dia 23/03: interdição da Rua Visconde de Itaboraí no trecho entre a Av. Presidente Vargas e a Rua Visconde de Inhaúma. O tráfego destinado à Rua Visconde de Inhaúma passa a ser desviado para a Rua Primeiro de Março. Nesta etapa será fechada também a alça de subida da Perimetral a partir da Avenida Presidente Vargas. Neste trecho o fluxo de veículos passa a ser desviado para o Mergulhão da Praça XV.

Para viabilizar as interdições será necessário intensificar a operação de tráfego nas vias do entorno. Serão alocados 90 agentes de trânsito nas duas etapas de operação, que trabalharão para manter a fluidez, orientar motoristas e pedestres, efetuar os bloqueios e os desvios necessários de forma

a minimizar os impactos no trânsito. A operação contará com a participação da CET-Rio, da Guarda Municipal e da Concessionária Porto Novo. Serão também utilizados 12 painéis de mensagens variáveis, entre fixos e móveis, informando as interdições. O início da operação será às 8h do dia 9 de março e se estenderá até o término das obras, conforme o cronograma específico.


Alterações viárias e desvios

Os veículos que seguem pela Av. Rodrigues Alves serão desviados a partir do cruzamento com a Rua Rivadávia Correa para a pista oposta da respectiva via, que será compartilhada em regime de mão dupla até o entroncamento com a Rua Antônio Lage, onde os veículos retornarão a pista original para acesso à Av. Barão de Tefé.

Os veículos que hoje se utilizam da Rua Visconde de Itaboraí e desejam acessar a Rua Visconde de Inhaúma deverão seguir pela Rua Primeiro de Março.

Aqueles que trafegam pela Av. Presidente Vargas no sentido Aterro do Flamengo e se utilizam da alça de subida da Perimetral deverão seguir pelo Mergulhão da Praça XV até o acesso à Av. General Justo.