quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

SMTR determina plano de contingência após fim de operação de empresa do Consórcio Internorte

27/11/2015 - SMTR, Prefeitura

A Secretaria Municipal de Transportes (SMTR) determinou ao Consórcio Internorte a substituição da consorciada Top Rio em razão da má prestação do serviço aos passageiros na região da Pavuna e Anchieta, o que desrespeita o contrato de concessão vigente. Em razão do não cumprimento da frota determinada e da má conservação dos ônibus, o consórcio foi notificado em três ocasiões a fim de se adequar às exigências do contrato de concessão e multado com base no Código Disciplinar dos Ônibus, publicado em 2012. Diante do descumprimento das normas de maneira consecutiva, a SMTR informa que a consorciada Top Rio irá encerrar suas atividades, deixando de integrar o Consórcio Internorte, a partir deste sábado (28/11).

 "A Secretaria Municipal de Transportes não vai admitir o mau atendimento à população. O consórcio já havia sido notificado diversas vezes para que desse solução ao serviço precário que estava sendo realizado. Determinamos a implementação imediata do plano de contingência sob pena de multa diária. Se em 30 dias a situação não estiver normalizada, a multa contratual será ainda maior", afirma o secretário municipal de Transportes, Rafael Picciani. 

Pelo plano de contigência estabelecido pela SMTR, o Consórcio Internorte deverá assumir cinco linhas de ônibus urbanos e dois rodoviários (executivos): 384 (Pavuna x Passeio), 385 (Village Pavuna x Passeio – via Camboatá), 386 (Anchieta x Passeio – via Mariópolis), 399 (Pavuna x Passeio – via Av. Presidente Vargas e Rua Alcobaça), 945 (Pavuna x Cidade Universitária), 2295 (Pavuna x Castelo) e 2302 (Mariópolis x Castelo). Já o Consórcio Santa Cruz deverá assumir a operação da linha 300 (Sulacap x Candelária). 

A SMTR irá monitorar a execução do plano de contingência e fará fiscalizações permanentes para garantir a normalidade do atendimento à população. Caso a determinação não seja cumprida corretamente, os consórcios estão sujeitos a multas contratuais diárias. 

Em ofício enviado à secretaria, o Consórcio Internorte justificou que os problemas de operação das linhas se deram por dificuldades financeiras da consorciada.

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